01/02/2026
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Saiba como votar nas Casas de Vidro do BBB 26 pelo gshow

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Big Brother Brasil 2026 BBB 26
Divulgação/Rede Globo

Nesta sexta-feira (9), a Rede Globo deu início oficial à dinâmica das Casas de Vidro em cinco regiões do Brasil, permitindo que o público comece a votar através do portal Gshow para definir quais dos 20 candidatos anônimos entrarão no BBB 26. O objetivo é selecionar os dez novos integrantes do grupo Pipoca por meio de um sistema digital gratuito, exigindo que os interessados realizem um cadastro prévio e utilizem uma conexão estável para que sua participação seja devidamente computada pelos servidores da emissora.

Para que sua participação seja confirmada sem erros, é essencial contar com uma boa conexão de internet, seja via banda larga ou redes móveis de alta velocidade. O portal Gshow foi otimizado para suportar o grande volume de acessos, mas a qualidade do seu sinal de telecomunicações é o que garante que o voto chegue aos servidores da Globo. Estar em uma rede estável evita frustrações durante a escolha dos seus candidatos favoritos nas Casas de Vidro.

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Passo a passo para o seu cadastro oficial

Para participar das decisões que moldam o programa, o internauta precisa estar registrado na plataforma digital da emissora. Este processo é a porta de entrada para todas as votações da temporada e garante que o sistema identifique cada participação de forma segura. Abaixo, organizamos as etapas necessárias para você criar sua conta e preparar o seu acesso antes de começar a escolher os seus candidatos preferidos para entrar na casa mais vigiada.

  1. Acesso Inicial: Entre no site oficial do Gshow e procure pela seção de login ou pela área de votação das Casas de Vidro.
  2. Criação de Conta: Clique para entrar e use seu e-mail ou perfis das redes sociais, como Google e Facebook, para agilizar o processo.
  3. Identificação: Preencha os campos com seus dados pessoais e informe o número do seu CPF, que é obrigatório para validar o seu perfil.
  4. Ativação: Verifique sua caixa de entrada de e-mail e clique no link de confirmação enviado para validar definitivamente o seu novo cadastro.

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Validação e segurança do seu voto

Após o registro básico, o sistema exige uma confirmação adicional para garantir que o acesso é humano e legítimo. Essa camada de proteção é fundamental no ambiente das telecomunicações para evitar o uso de ferramentas automatizadas. Siga os passos abaixo para autenticar sua conta de forma definitiva e garantir que seu dispositivo esteja pronto para processar as informações com agilidade e total segurança durante toda a fase inicial do reality show.

  • Vínculo de Celular: Digite seu número de telefone celular no campo solicitado para receber um código de autenticação por segurança.
  • Código de Token: Escolha receber a sequência numérica por SMS ou WhatsApp e insira o código recebido no portal em poucos segundos.
  • Confirmação de Rede: Certifique-se de que o sinal de dados está ativo para que o código seja validado instantaneamente pelos servidores.
  • Habilitação Final: Com a conta validada, você receberá o sinal verde para começar a interagir com todas as enquetes e paredões da edição.

Como funciona o sistema misto de votação

Para tornar o processo mais justo, a dinâmica deste ano utiliza dois formatos de participação que se complementam no resultado final. Essa divisão tecnológica permite que tanto o espectador individual quanto as grandes comunidades de fãs tenham voz ativa no placar. Entenda como as modalidades de interação funcionam nos bastidores para equilibrar a preferência popular e definir os dez novos integrantes do grupo Pipoca que entrarão oficialmente no jogo:

  • Voto Único: Permite apenas uma participação por CPF em cada rodada, sendo a escolha ideal para quem busca rapidez e justiça individual.
  • Voto da Torcida: Liberado para quem deseja interagir várias vezes, exigindo maior consumo de dados e engajamento constante no portal.
  • Divisão de Pesos: O sistema calcula a média final atribuindo 50% de importância para cada uma das modalidades de votação descritas acima.
  • Filtros Digitais: Ferramentas de inteligência artificial monitoram o tráfego para bloquear robôs e garantir que apenas votos reais sejam computados.
  • Privacidade LGPD: Menores entre 13 e 16 anos devem ter a autorização de um responsável para participar, seguindo as leis de proteção de dados.

A segurança cibernética é uma prioridade, e a Globo utiliza tecnologias de ponta para barrar qualquer tipo de automação. Cada interação passa por um filtro que analisa o comportamento do usuário no portal, garantindo que os resultados reflitam a vontade real das pessoas. O monitoramento constante do tráfego de rede é o que mantém a credibilidade do processo de votação, utilizando ferramentas que são padrão de referência na indústria de mídia e tecnologia.

Cada vez mais presente no campo, 4G já leva internet a 1,7 milhão de brasileiros

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Imagem: Midjourney/Reprodução

Nem sempre a conexão chega onde ela é mais necessária. Em um sinal de mudança desse quadro, regiões onde o acesso à internet era escasso ou simplesmente inexistente, a presença do 4G começa a mudar a realidade de comunidades inteiras

O avanço acontece de forma silenciosa, mas com impacto direto: de acordo com o Ministério das Comunicações, mais de 2.800 localidades rurais, espalhadas pelo Brasil, foram contempladas com cobertura de rede nos últimos dois anos.

O MCom afirma que R$ 4 bilhões foram investidos em infraestrutura de telecomunicações no período, com o objetivo de levar conectividade a zonas esquecidas pelo mercado. Ainda segundo dados oficiais, 1,7 milhão de pessoas já foram beneficiadas.

Conectividade na zona rural deixa de ser promessa

A chegada do sinal transforma mais do que a forma como as pessoas se comunicam. Em muitas dessas localidades, a conectividade na zona rural permitiu a adoção de ferramentas antes restritas às cidades.

Agricultores passaram a utilizar sistemas digitais para otimizar suas colheitas, estudantes conseguiram acessar conteúdos escolares e profissionais de saúde viram surgir alternativas de atendimento online.

Mas não é só isso. Em alguns casos, é a primeira vez que moradores têm acesso à internet móvel com estabilidade, o que representa uma quebra de isolamento social e digital. 

Serviços públicos, programas de transferência de renda e atendimento remoto agora podem ser acessados diretamente do celular.

Parte dos compromissos do leilão do 5G, expansão usa modelo de leilão reverso

A iniciativa integra um conjunto maior de compromissos assumidos pelas operadoras durante o leilão do 5G. Uma das condições impostas foi justamente a interiorização do acesso à internet, com prioridade para áreas de baixa cobertura.

Para isso, o governo utilizou uma ferramenta específica: o leilão reverso. Nesse modelo, as empresas interessadas escolhem localidades da lista oficial e disputam quem oferece o menor custo de subsídio para instalar a rede. Quem pedir menos, leva o contrato.

Além do Ministério, outras entidades participaram da articulação, como o Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) e a Anatel. O objetivo é simples, mas ambicioso: usar o espectro de maneira mais inteligente para ampliar o acesso onde ele não existia.

Mais jovens no campo, mais renda e mais permanência

Para o Ministério das Comunicações, o projeto não se resume à conectividade. A ideia é criar condições para que as pessoas possam viver melhor onde estão, sem que o distanciamento geográfico represente atraso digital. 

A conectividade na zona rural é vista como um fator de retenção de jovens, um estímulo ao empreendedorismo local e um passo necessário para a transformação social.

No fim, trata-se de uma política de base: silenciosa, muitas vezes invisível aos olhos das grandes cidades, mas fundamental para construir um país mais conectado e, portanto, mais justo.

* Com informações do Ministério das Comunicações

Reino Unido sugere modelo de uso compartilhado para a faixa de 6 GHz

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Imagem: Midjourney/Reprodução

A autoridade reguladora de comunicações do Reino Unido, Ofcom, abriu uma consulta pública para discutir o futuro da faixa superior de 6 GHz no país.

A proposta, apresentada neste mês, prevê o compartilhamento do espectro entre redes móveis e Wi-Fi. O plano é considerado inovador, já que esses serviços costumam operar em faixas separadas para evitar interferências. Interessados poderão enviar suas contribuições até o dia 20 de março.

Um plano que divide opiniões

Na proposta, a Ofcom sugere dividir a faixa: uma parte ficaria com o Wi-Fi, outra com os serviços móveis. A agência afirma que a ideia é atender à crescente demanda por conectividade, tanto em ambientes residenciais quanto em grandes centros urbanos. 

Para isso, pretende estabelecer regras técnicas para garantir que os dois serviços possam coexistir sem causar problemas um ao outro.

A proposta também mira o futuro. A Ofcom acredita que o modelo pode ajudar o Reino Unido a se preparar para tecnologias emergentes, como o 6G, que deve exigir espectros amplos e de alta capacidade.

Mas nem todos veem a iniciativa com bons olhos. A GSMA, entidade que representa operadoras móveis globalmente, expressou preocupação. Em nota, a associação disse que o uso compartilhado pode dificultar o avanço das redes móveis nos próximos anos. 

A principal crítica recai sobre a falta de alinhamento com decisões internacionais, algo considerado essencial para a interoperabilidade de dispositivos e ganhos de escala.

O Wi-Fi entra primeiro

Segundo a proposta, dispositivos Wi-Fi de baixa potência poderiam começar a operar em parte da faixa até o final de 2026. Já o uso por redes móveis viria depois, em etapas. 

A prioridade, nesse caso, seria melhorar o sinal em regiões densamente povoadas, onde a infraestrutura atual já dá sinais de saturação.

Para a Ofcom, essa abordagem representa equilíbrio. Permitir que diferentes serviços compartilhem a faixa de 6 GHz seria, segundo o órgão, uma forma de otimizar recursos e acelerar a expansão digital.

Ainda assim, há riscos no caminho. O próprio documento da consulta menciona possíveis entraves técnicos e questionamentos sobre a viabilidade a longo prazo.

Caminhos distintos

Enquanto o Reino Unido defende um modelo híbrido, outras regiões, como partes da Ásia e América Latina, sinalizam preferência por destinar toda a faixa de 6 GHz ao uso móvel. 

A justificativa, nesses casos, é garantir uma base sólida para a futura implantação do 6G, sem restrições técnicas impostas por compartilhamentos.

A decisão final da Ofcom pode, inclusive, influenciar outros países. Com o debate sobre espectro se intensificando globalmente, especialmente após os primeiros testes de 6G, o rumo adotado pelos britânicos tende a repercutir além das fronteiras locais.

Após superar a Apple, Alphabet volta a ser a segunda empresa mais valiosa dos EUA

Imagem: SOPA Images/Reprodução

Pela primeira vez desde 2019, a Alphabet retomou o posto de segunda empresa mais valiosa dos Estados Unidos, superando a Apple em valor de mercado. 

A mudança no ranking ocorreu na última quarta-feira (7), quando a controladora do Google encerrou o pregão com uma capitalização de US$ 3,88 trilhões, cifra alcançada após uma valorização de mais de 2% nas ações da empresa. No mesmo dia, a Apple foi avaliada em US$ 3,84 trilhões, acumulando perdas de mais de 4% nos cinco pregões anteriores.

O novo cenário coloca a Alphabet atrás apenas da Nvidia, que lidera com uma capitalização superior a US$ 4,6 trilhões, consolidando-se no topo das gigantes de tecnologia norte-americanas.

Investimentos em IA impulsionam valorização da Alphabet

Boa parte do avanço recente da Alphabet no mercado financeiro está ligada à sua atuação no setor de inteligência artificial (IA). Em 2025, a empresa lançou o Gemini 3, versão mais recente de seu modelo de linguagem, que foi bem recebido por analistas do setor. O movimento reforçou a percepção de que o Google está entre os líderes globais na corrida pela IA generativa.

Outro fator decisivo foi o desenvolvimento dos chips TPUs (Tensor Processing Units), com a sétima geração, batizada de Ironwood, apresentada no fim do ano passado. 

A tecnologia própria tem sido posicionada como alternativa às soluções da Nvidia e já atraiu a atenção de empresas como Anthropic e Meta, potenciais parceiras em infraestrutura de data centers.

De acordo com analistas da D.A. Davidson, os negócios relacionados a IA e à divisão DeepMind poderiam, juntos, atingir um valor de mercado próximo a US$ 1 trilhão em caso de desmembramento estratégico.

Nuvem em alta e novos contratos bilionários

A atuação da Alphabet no setor de computação em nuvem também teve papel relevante no desempenho das ações. 

Segundo o CEO Sundar Pichai, o Google Cloud fechou, até o terceiro trimestre de 2025, mais contratos acima de US$ 1 bilhão do que nos dois anos anteriores somados. 

O executivo destacou a crescente demanda por soluções corporativas baseadas em IA como motor desse crescimento.

Apple desacelera e enfrenta desconfiança do mercado

Enquanto a Alphabet conquista novos marcos, a Apple tem enfrentado um momento de incerteza. 

A companhia ainda não apresentou uma estratégia clara para o mercado de inteligência artificial, e a nova versão da assistente Siri, prometida para 2025, foi adiada para este ano. A ausência da marca na disputa por protagonismo no segmento de IA vem sendo criticada por analistas e investidores.

Nesta semana, o banco Raymond James rebaixou a recomendação para os papéis da Apple, citando expectativas limitadas de ganhos para 2026. A movimentação refletiu diretamente nas ações, que registraram queda em sequência ao longo dos últimos dias.

Perspectivas

A virada de posição entre Alphabet e Apple representa mais do que uma mudança temporária de números: indica uma nova fase de disputa entre gigantes da tecnologia, com a inteligência artificial no centro da transformação

À medida que empresas como o Google intensificam seus investimentos em inovação e infraestrutura, o setor de tecnologia sinaliza um reposicionamento onde o diferencial competitivo está cada vez mais atrelado à capacidade de entrega em IA e nuvem.

Para a Alphabet, o momento é de valorização e consolidação estratégica. Já para a Apple, o cenário exige respostas rápidas e uma reconfiguração de prioridades.

Ex-funcionário demitido destrói veículos de empresa de Telecom

Homem demissão campinas telecom furia
Reprodução/Redes Sociais

Na tarde da última quinta-feira (8), em Campinas, um homem de 34 anos foi preso em flagrante após ser demitido de uma prestadora de serviços de Telecom, reagindo com um ataque de fúria que resultou na destruição de dez veículos e do portão da empresa Telemont. O episódio ocorreu no pátio da companhia, após o ex-colaborador sentir-se ignorado pelo RH e preocupado com a falta de suporte para retornar à sua casa em São Paulo, onde vivem seus filhos.

As imagens registradas por funcionários e por câmeras de monitoramento mostram o ex-colaborador utilizando uma das caminhonetes da frota para colidir propositalmente contra os outros automóveis estacionados. Ao todo, a investida danificou dez veículos, sendo nove caminhonetes e um carro de passeio. O impacto foi tão severo que o portão principal da unidade também foi derrubado, evidenciando o estado de descontrole emocional do autor no pátio da prestadora.

Confira o vídeo:

Além dos danos massivos à frota, o boletim de ocorrência detalha que um notebook corporativo foi destruído com o uso de um objeto contundente. O ataque à estrutura tecnológica da empresa ocorreu quando o pátio estava fechado para o público externo. A Polícia Militar foi acionada por volta das 16h30 para conter a situação de vandalismo. Quando os oficiais chegaram, encontraram o autor ainda na área interna, aguardando a chegada da autoridade policial.

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O gatilho emocional e o relato do autor

O estopim para o episódio teria sido a notícia do desligamento recebida de forma inesperada. De acordo com o depoimento, o homem havia iniciado seu turno cumprindo ordens da gerência, inclusive pagando combustível do próprio bolso após falhas no cartão de abastecimento. Ao retornar à base para receber a listagem de clientes de telecomunicações que deveria atender, ele foi surpreendido com o comunicado de que estava sendo desligado do quadro de funcionários.

Em sua defesa, o autor afirmou que agiu por desespero absoluto. Ele relatou aos policiais que tentou falar com a gerente de Recursos Humanos, mas a profissional teria virado as costas, negando auxílio para que ele pudesse retornar à capital paulista. Como morador de São Paulo e pai de crianças menores, ele disse ter entrado em colapso. No depoimento oficial dado no 7º Distrito Policial, ele resumiu seu estado emocional dizendo que apenas perdeu a cabeça.

O homem reforçou que se sentiu humilhado ao ser ignorado durante o processo de dispensa. Ele explicou que sua intenção inicial era apenas garantir o retorno seguro para casa, mas a falta de acolhimento institucional gerou uma reação explosiva. Agi por impulso, afirmou o ex-funcionário ao descrever o momento em que assumiu o volante de um dos carros para iniciar a destruição. Para ele, a falta de atenção do RH foi o ponto de ruptura emocional.

Impacto operacional e medidas da empresa

Um representante da Telemont compareceu à delegacia para confirmar os prejuízos e relatar as tentativas de contenção. Ele informou que tentou conversar com o ex-colaborador para que ele cessasse o vandalismo, mas não teve sucesso e precisou chamar a PM. A empresa confirmou que câmeras de segurança e vídeos feitos por testemunhas registraram toda a ação. Essas gravações serão anexadas ao inquérito policial como prova material dos danos causados.

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TIM vai produzir a própria energia? Entenda a nova estratégia da operadora

TIM energia eólica
Reprodução/Gemini

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, nesta quinta-feira (08), a formação de um consórcio entre a TIM e a CGN Brasil Energia para a autoprodução de energia eólica no Piauí, visando reduzir custos operacionais e ampliar a sustentabilidade da operadora. A decisão permite que a telecom integre a estrutura da usina Aura Queimada Nova 02, garantindo o suprimento para manter sua rede digital através de uma fonte limpa e renovável.

O projeto envolve a associação da operadora com a Lagoa do Barro X Energias Renováveis, subsidiária da CGN Brasil. A unidade geradora está situada em Lagoa do Barro, no Piauí, com uma potência instalada de 50,6 MW. Com esse movimento, a companhia deixa de ser apenas uma consumidora tradicional para atuar na produção direta do insumo que sustenta suas torres de telefonia, reforçando sua estratégia de verticalização em um mercado que exige alta disponibilidade de rede.

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Verticalização e eficiência econômica

A adoção da autoprodução representa um marco na gestão de infraestrutura para grandes empresas do setor de telecomunicações brasileiro. Ao integrar a cadeia de geração, a operadora busca mitigar os riscos financeiros associados às oscilações constantes do mercado livre de eletricidade.

  • Isenção de encargos setoriais como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e o PROINFA;
  • Proteção estratégica contra a volatilidade de preços no mercado de curto prazo;
  • Alinhamento direto entre o consumo intensivo de rede e as metas globais de ESG;
  • Redução estrutural do custo final do megawatt-hora para torres e data centers.

Ao se tornar sócia de um ativo de geração, a companhia assegura uma vantagem competitiva relevante no controle de seus gastos com eletricidade. A economia gerada por esse arranjo societário pode reduzir de forma significativa o custo final do megawatt-hora (MWh) consumido. Para uma operadora que possui uma rede vasta de infraestrutura 5G, data centers e torres com alta demanda energética, essa previsibilidade financeira permite um planejamento de expansão muito mais robusto.

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Análise de mercado e parecer do Cade

Na análise técnica do Cade, concluiu-se que a operação não apresenta riscos à livre concorrência ou concentração no setor elétrico nacional. O parecer ressaltou que a potência da usina e o volume de consumo da operadora representam fatias marginais da demanda brasileira. Como o consumo da empresa é inferior a 1% da demanda nacional, o consórcio foi considerado pró-competitivo, estimulando a eficiência econômica e investimentos em infraestrutura sem prejudicar outros competidores.

O órgão regulador também destacou a inexistência de sobreposição horizontal entre as atividades das empresas envolvidas no acordo de cooperação. Enquanto a TIM foca em tecnologia de comunicação e conectividade móvel, a CGN Brasil Energia atua estritamente na geração de energia renovável. Esse distanciamento setorial afasta preocupações sobre o fechamento de mercado, confirmando que projetos de autoprodução tendem a ser eficientes quando bem delimitados e sem impactos sistêmicos.

Histórico de parcerias e contexto estratégico

Este é o segundo movimento estratégico recente entre as duas companhias no setor energético brasileiro. Em 2025, o Cade já havia autorizado um consórcio semelhante envolvendo ativos de geração fotovoltaica da CGN que ainda estavam em fase de construção. Essa recorrência evidencia uma estratégia clara de ambas as partes: a operadora amplia sua carteira de ativos energéticos dedicados enquanto a CGN fortalece seu posicionamento como fornecedora de soluções para grandes clientes corporativos.

A escolha do Piauí como sede do projeto não é casual, já que o estado integra um dos principais polos de expansão eólica no Brasil hoje. O complexo de Lagoa do Barro é beneficiado por elevados fatores de capacidade e uma conexão eficiente com o sistema de transmissão. Essa localização estratégica garante que a operadora tenha acesso a um fluxo estável de eletricidade limpa, transformando a região em um hub essencial para consumidores interessados em projetos de autoprodução.

Próximos passos e regulação setorial

Apesar do aval antitruste, a efetiva implementação do consórcio ainda depende da análise técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A agência precisará avaliar a transferência das outorgas vinculadas à unidade geradora e verificar a conformidade regulatória necessária para o enquadramento formal da operadora. Como o projeto não envolve a compra de ativos físicos adicionais ou mudanças no controle societário direto, a expectativa é que a tramitação ocorra sem grandes entraves.

GE TV confirma transmissão da Copa do Mundo 2026

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GE TV
Divulgação/Globo

A GE TV anunciou que exibirá 32 jogos da Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá em junho nos Estados Unidos, México e Canadá, utilizando o Globoplay e TVs conectadas para alcançar o público digital por meio de uma linguagem descontraída e inovadora. A iniciativa da Globo visa descentralizar a transmissão, garantindo que o torneio chegue aos torcedores que preferem o ambiente de streaming em vez da televisão linear tradicional, diversificando assim as formas de consumo do evento.

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Transmissão em plataformas digitais e TVs conectadas

O canal multicanal da emissora terá direito de levar os jogos para operadoras de TV e plataformas de streaming, mas não poderá realizar transmissões no YouTube. Isso ocorre porque o direito exclusivo para essa rede social pertence à CazéTV. O comunicado oficial destaca que o sinal será disponibilizado de forma gratuita para usuários do Globoplay e em canais FAST, reforçando a aposta da empresa em expandir sua presença digital fora das limitações impostas por contratos de exclusividade da Fifa.

Além das transmissões das partidas, a cobertura terá conteúdos exclusivos com equipe presencial nos países-sede. Entre os profissionais confirmados estão o narrador Jorge Iggor e a apresentadora Mariana Spinelli, que participarão ativamente da geração de material para as TVs conectadas. A empresa de mídia explicou que a estratégia busca ativar a audiência apaixonada por esportes que já não possui o hábito de acompanhar as análises formais exibidas pela mídia tradicional brasileira hoje.

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O papel da rede de influenciadores e parcerias

Um dos grandes diferenciais do projeto para o mundial de 2026 é a parceria estratégica firmada com a Play9. Essa união permitirá a criação de uma rede de 2026 influenciadores digitais, que atuarão como amplificadores do conteúdo produzido pelo canal. A ideia é criar uma experiência imersiva, onde os criadores de conteúdo possam interagir com os torcedores de maneira orgânica, transformando a visualização dos jogos em um evento social conectado, indo muito além da simples exibição da imagem.

Para sustentar esse modelo, a Globo trouxe nomes de peso para a equipe, como Fred Bruno, Bruno Formiga, Luana Maluf e André Balada. A hostess do canal será Mariana Spinelli, que trabalhará na construção de uma linguagem mais descontraída, com foco em brincadeiras e interatividade. Os profissionais enfatizam que a função do novo canal não é replicar o estilo formal da TV aberta ou do SporTV, mas sim oferecer uma alternativa que privilegie o humor e a agilidade típicos do ambiente digital.

Estratégia de mercado e competitividade

A GE TV foi lançada em setembro de 2025 como uma resposta direta à pulverização das transmissões esportivas no Brasil. O crescimento de novos players digitais motivou a Globo a estruturar uma proposta multiplataforma que combine TV por assinatura e TVs conectadas. Esse movimento estratégico permite que a companhia mantenha sua relevância em um mercado cada vez mais digitalizado, capturando a atenção de gerações mais jovens que buscam consumir futebol de uma forma mais livre e tecnológica.

No âmbito financeiro, o projeto já apresenta números expressivos, considerando que a globo já fatura R$ 1 bilhão com a copa do mundo 2026 e a caze tv ameaça a liderança no setor de engajamento online. A diversificação das janelas de exibição é vital para sustentar esse crescimento de receita. Ao abrir 32 jogos para a GE TV, a emissora amplia o inventário publicitário disponível, permitindo que marcas alcancem públicos específicos que estão migrando das telas analógicas para o streaming.

Outro ponto relevante na configuração das transmissões é a presença do SBT no certame. A emissora paulista adquiriu o direito de exibir também 32 partidas através de uma parceria estratégica com a N Sports. Isso significa que o telespectador brasileiro terá uma ampla gama de escolhas para acompanhar a Seleção Brasileira e outras grandes potências do futebol. A concorrência entre as plataformas deve elevar o nível técnico das coberturas, oferecendo visões diferenciadas para o mesmo espetáculo.

Anatel adia prazo para Vivo regularizar ofertas de banda larga

Vivo Fibra
Divulgação/Vivo

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aceitou o Plano de Conformidade apresentado pela Vivo e estendeu até o início de fevereiro de 2026 o prazo para que a operadora regularize suas ofertas de banda larga consideradas irregulares pela agência. O prazo original de 30 dias, que venceu em dezembro de 2025, foi na prática alongado após a operadora apresentar um cronograma de adequação que foi aceito pelo órgão regulador por meio do Despacho Decisório nº 83/2025/RCTS/SRC.

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O que disse a Anatel

Em contato com o Minha Operadora, a Anatel informou que “a prestadora Vivo apresentou um Plano de Conformidade, cuja execução se estenderá até início de fevereiro de 2026”. O documento foi aceito com ressalvas que precisam ser ajustadas ao longo da próxima semana. Isso significa que a operadora não cumpriu totalmente a notificação inicial, mas está seguindo um roteiro oficial de adequação acordado com a agência reguladora.

O caso iniciou quando a Anatel notificou a Vivo por ofertas irregulares de banda larga. Na época, a agência identificou práticas que violavam normas de transparência e direitos dos consumidores, determinando prazo de 30 dias para correção. No entanto, mesmo após o vencimento do prazo em dezembro, as práticas consideradas irregulares permaneceram visíveis no site da operadora.

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Polêmica dos planos com “bônus” de adimplência

A situação ganhou ainda mais repercussão nas redes sociais recentemente, quando viralizaram críticas aos planos da Vivo que oferecem “bônus” de velocidade para clientes adimplentes. Na prática, isso significa que se o pagamento atrasa, a velocidade da internet é reduzida. A estratégia gerou indignação entre consumidores, que questionam a legalidade e a ética dessa modalidade de cobrança disfarçada de benefício.

Penalidades em caso de descumprimento

Questionada sobre possíveis penalidades em caso de descumprimento do novo prazo, a Anatel afirmou que “a fim de assegurar o cumprimento das obrigações regulatórias e a preservação do interesse público, em caso de descumprimento, a Agência poderá aplicar instrumentos coercitivos ou restritivos previstos na legislação setorial, podendo culminar, inclusive, num processo sancionatório”. As sanções podem incluir multas e outras obrigações de fazer.

A agência reguladora informou ainda que “permanece acompanhando a execução do Plano de Conformidade e, havendo necessidade ou identificadas irregularidades, a prestadora será notificada”. O caso não foi arquivado e está em monitoramento contínuo pela Anatel, segundo informações oficiais fornecidas ao site.

Paramount+ encerra gratuidade em planos de internet no Brasil

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paramount+
Reprodução/Gemini

O serviço de streaming Paramount+ encerrou oficialmente a oferta de acesso gratuito como benefício em planos de internet e banda larga no Brasil neste início de 2026. A decisão foi tomada pela empresa para priorizar a venda direta ao consumidor e eliminar intermediários comerciais que antes distribuíam o sinal como cortesia. Com o cancelamento imediato dos acordos com provedores nacionais, milhares de assinantes que utilizavam a plataforma como bônus agora precisam contratar o serviço de forma individual para não perder o acesso ao catálogo.

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Foco estratégico no mercado digital

A retirada da gratuidade marca uma guinada profunda no modelo de negócios da companhia em território brasileiro. A medida faz parte de um plano global onde a Paramount desativa canais na TV paga e muda o jogo com foco total no streaming para garantir maior rentabilidade e controle de dados. Ao centralizar a operação, a companhia passa a gerenciar diretamente toda a jornada do usuário, desde o processamento do pagamento até a análise detalhada dos perfis de consumo dos assinantes ativos no país.

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Este movimento de reestruturação atinge tanto os pequenos provedores regionais quanto as grandes operadoras que usavam o streaming como diferencial competitivo. O fim da autorização para distribuição gratuita sinaliza que o mercado de entretenimento está migrando para um ecossistema de venda direta, similar ao adotado por outras gigantes da tecnologia. Para o consumidor, a mudança representa um novo custo fixo mensal, caso deseje manter a disponibilidade das séries e filmes do estúdio em seus diversos dispositivos compatíveis.

O que assistir na plataforma

O catálogo do Paramount+ reúne grandes franquias do cinema e produções originais de peso. Entre os destaques estão sucessos como a saga Yellowstone, os filmes da franquia Missão Impossível e clássicos do estúdio. Além disso, a plataforma investe em séries exclusivas de ficção científica, como Halo, e dramas premiados para atrair assinantes.

Para fãs de esportes e animações, o serviço oferece transmissões ao vivo e conteúdos da Nickelodeon, como Bob Esponja. A diversidade de gêneros busca agradar desde o público infantil até adultos que procuram reality shows e documentários exclusivos. Essa variedade consolida a plataforma como uma opção completa de lazer para a família.

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Novos planos e economia anual

Para se adaptar aos perfis de público, o serviço conta com três categorias de assinatura mensal. O plano Básico é a porta de entrada, custando R$ 18,90 e limitado ao uso em dispositivos móveis com qualidade Full HD. Já o plano Padrão, que permite o uso em televisores e dois acessos simultâneos, sai por R$ 27,90. Para os usuários mais exigentes, a opção Premium oferece o máximo de qualidade com 4K UHD, Dolby Atmos e quatro telas simultâneas por R$ 34,90 mensais, garantindo a melhor experiência visual disponível.

Uma alternativa para quem deseja economizar no longo prazo são os planos anuais, que oferecem um desconto de 25% sobre o valor total. No plano Básico Anual, o investimento de R$ 169,90 reduz o custo proporcional para R$ 14,16 por mês. O pacote Padrão Anual custa R$ 249,90, enquanto o Premium sai por R$ 309,90 por ano, o que representa cerca de R$ 25,83 mensais. Todas as modalidades incluem sete dias de teste gratuito, permitindo explorar o catálogo antes da primeira cobrança efetiva no cartão de crédito.

Confira todos os planos:

PlanoPreço MensalPreço AnualTelas SimultâneasDispositivosQualidade Máxima
BásicoR$ 18,90R$ 169,901 telaApenas Celular/TabletFull HD
PadrãoR$ 27,90R$ 249,902 telasTVs, PCs e MobileFull HD
PremiumR$ 34,90R$ 309,904 telasTVs, PCs e Mobile4K UHD / Dolby Atmos

Nostalgia: Spotify lança novidade que existia no MSN, nos anos 2000

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Imagem: Cheng Xin via Getty Images/Reprodução

O Spotify começou a liberar um novo recurso social que promete mudar a forma como os usuários interagem dentro da plataforma. Trata-se de uma funcionalidade no chat interno do app, o Messages, que exibe, em tempo real, o que seus contatos estão ouvindo no momento. 

A novidade, batizada de Listening Activity e que “imita” uma função semelhante do extinto MSN, está sendo disponibilizada de forma gradual para dispositivos Android e iOS em mercados onde o sistema de mensagens já opera.

Com a mudança, o usuário poderá visualizar diretamente na conversa a faixa que o amigo está escutando. A partir disso, é possível iniciar a reprodução da música, salvá-la na biblioteca pessoal, acessar o menu da faixa ou reagir com emojis. Caso a pessoa não esteja ouvindo nada no momento, o sistema mostra a última música executada.

Escuta conjunta também foi aprimorada

A atualização traz outro recurso complementar: o Request to Jam, que amplia as possibilidades de escutar músicas em grupo. Por meio de um convite enviado no chat, usuários da versão Premium podem criar sessões em tempo real com amigos, mesmo que estejam fisicamente distantes.

Ao aceitar o convite, o destinatário entra em uma espécie de “sala de escuta compartilhada”, na qual todos podem adicionar faixas a uma fila colaborativa. 

A plataforma também passa a sugerir músicas com base nas preferências combinadas dos participantes, e o bate-papo permanece ativo durante toda a experiência.

Expansão ocorre em ritmo gradual

Segundo a empresa, os dois recursos devem alcançar mais usuários até o início de fevereiro. Eles estão integrados à estrutura do Messages, uma função social que ainda não está disponível globalmente. Em regiões onde o chat não foi liberado, os recursos podem demorar mais para chegar.

Vale destacar que a exibição da atividade de escuta não é automática. Ela depende de uma autorização do próprio usuário e só é visível para contatos com quem já houve troca de mensagens no aplicativo.

Como ativar o novo recurso no Spotify

Para ativar a exibição da música em reprodução dentro do chat, o usuário precisa acessar as configurações do app. Veja o passo a passo:

  1. Abra o Spotify;
  2. Toque na sua foto de perfil;
  3. Acesse “Configurações e privacidade”;
  4. Vá até a seção “Privacidade e social”;
  5. Ative a opção “Histórico de escuta”.

Feito isso, a função estará habilitada e será possível compartilhar automaticamente as faixas em reprodução com os amigos conectados.

Estratégia busca reforçar vínculo entre usuários

A inclusão de recursos sociais tem sido uma aposta do Spotify para ampliar o engajamento dentro da plataforma. Ao permitir que usuários acompanhem o que os amigos estão ouvindo ou escutem juntos em tempo real, a empresa reforça a ideia de que ouvir música pode ser também uma experiência coletiva.

Embora ainda em fase de expansão, as novidades seguem uma linha já adotada por outros serviços de streaming e redes sociais, que têm integrado chats e interações em tempo real às suas plataformas de conteúdo.