
O Ministério das Comunicações, sob a gestão de Frederico de Siqueira Filho, revelou que o setor de comunicação e informação gerou 454.968 empregos formais no Brasil entre janeiro e novembro de 2025, impulsionado pela expansão da infraestrutura digital e serviços de conectividade que consolidaram a área como um dos principais motores de renda e desenvolvimento social do país. A marca histórica reflete um ambiente econômico aquecido e focado na transformação tecnológica.
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Crescimento sustentado e comparação anual
O desempenho registrado nos primeiros onze meses do ano passado demonstra uma tendência de alta contínua para o mercado brasileiro. Em comparação ao mesmo intervalo de 2024, quando foram abertas 445.674 vagas, o crescimento foi de aproximadamente 2%. Este avanço consolida a área como uma das maiores forças na absorção de mão de obra qualificada, superando desafios macroeconômicos e se adaptando às novas demandas por conectividade rápida e serviços de alta tecnologia.
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Dinamismo regional e descentralização de vagas
As regiões Norte e Nordeste despontaram como os principais focos de dinamismo para o mercado de trabalho digital no último ano. A interiorização dos investimentos em redes e serviços de telecomunicações permitiu que estas localidades liderassem o ritmo de expansão nas contratações em todo o país, gerando milhares de novas oportunidades formais.
- Expansão recorde na Região Norte: Esta área registrou o crescimento percentual mais expressivo do Brasil, com uma alta de 17% no número de vagas formais. O volume de contratações saltou de 16.283 em 2024 para 19.057 em 2025, um movimento impulsionado diretamente pela chegada de novas redes de transporte de dados e infraestrutura física ao interior.
- Fortalecimento do mercado no Nordeste: Com um total de 67.972 postos de trabalho criados, a região apresentou um crescimento sólido de 7,98% em relação aos 62.947 registrados no período equivalente do ano anterior. Esse avanço consolida o setor como uma ferramenta vital para o desenvolvimento regional, permitindo a retenção de talentos locais em áreas de tecnologia.
Comparativo de Geração de Empregos (Janeiro a Novembro)
| Região / Total | Vagas em 2024 | Vagas em 2025 | Crescimento (%) |
| Região Norte | 16.283 | 19.057 | +17,00% |
| Região Nordeste | 62.947 | 67.972 | +7,98% |
| Total Brasil | 445.674 | 454.968 | +2,00% |
Motores do aquecimento no mercado de trabalho
Segundo o levantamento oficial, o aquecimento do mercado de trabalho é fruto direto da ampliação de atividades cruciais, como a expansão da conectividade e a consolidação das telecomunicações. Além disso, a produção de conteúdo audiovisual e o desenvolvimento de novos serviços digitais têm demandado um volume cada vez maior de profissionais especializados. Essa diversificação dentro do segmento permite que diferentes perfis, de técnicos de rede a criativos de mídia, sejam absorvidos.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, enfatizou a importância desses resultados para o futuro do país. “O setor de informação e comunicação é um dos grandes motores da economia brasileira. Estamos falando de mais empregos, mais renda e mais oportunidades, ao mesmo tempo em que ampliamos o acesso da população à conectividade e às novas tecnologias. É um segmento aquecido e com enorme potencial de crescimento”, declarou o ministro ao analisar os dados do Caged.
Políticas públicas e ambiente de inovação
O Ministério das Comunicações atribui o bom momento à implementação de estratégias voltadas ao estímulo da inovação e à melhoria da infraestrutura nacional. Ao criar um ambiente favorável para investimentos privados e públicos, o país tem conseguido fomentar a geração de empregos que exigem maior qualificação técnica. Essas políticas não apenas ampliam o acesso dos cidadãos à rede mundial de computadores, mas também qualificam a força de trabalho para tecnologias de ponta.
O desempenho positivo está diretamente ligado a políticas de expansão da infraestrutura digital e programas de inclusão que levam internet a áreas antes desassistidas. O fomento estatal à inovação cria um ciclo virtuoso: quanto mais pessoas conectadas, maior a demanda por serviços, suporte e criação de conteúdo, o que consequentemente exige a abertura de novos postos de trabalho. O Brasil se posiciona, assim, como um polo atrativo para novos investimentos globais em tecnologia.
Metodologia e transparência nos dados
Para garantir a precisão das informações, o governo utiliza o Novo Caged, um indicador mensal do Ministério do Trabalho e Emprego que calcula a diferença líquida entre contratações e demissões. O sistema integra dados do eSocial, do Caged tradicional e do Empregador Web. Essa metodologia moderna visa assegurar a qualidade e a integridade das estatísticas do emprego formal durante a transição das fontes de captação, oferecendo um retrato fiel da saúde econômica brasileira.





