01/02/2026
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Adeus TikTok? Globo surpreende e deve lançar app de vídeos curtos

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Jade Picon Tudo por uma segunda chance Globo vertical app vídeos curtos
Divulgação/Globo

A Globo planeja lançar o aplicativo Globopop, focado em vídeos curtos, para concorrer com redes sociais globais no mercado móvel brasileiro até junho deste ano, buscando consolidar sua estratégia digital e publicitária antes da Copa do Mundo de 2026. O projeto, desenvolvido internamente, oferecerá conteúdo gratuito e vertical para atrair o público que consome mídia via smartphones, respondendo à necessidade de deter o controle sobre dados e audiência em um cenário dominado por empresas estrangeiras.

A nova plataforma não será apenas um repositório de vídeos, mas um ecossistema completo de entretenimento algorítmico. A ideia é que o serviço reúna produções originais da emissora, materiais exclusivos dos bastidores e as chamadas “novelinhas” verticais, que já contam com a participação de nomes como Jade Picon e Gustavo Mioto. Esse movimento mostra que a empresa reconhece que o formato vertical não é apenas uma tendência passageira, mas uma nova linguagem narrativa essencial.

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Monetização e mercado publicitário

No aspecto financeiro, o Globopop será totalmente sustentado por publicidade, garantindo o acesso gratuito para toda a base de usuários. A emissora pretende comercializar pacotes integrados que permitam que grandes marcas apareçam em espaços exclusivos, aproveitando a audiência de programas consolidados como o Big Brother Brasil. Essa integração comercial visa oferecer aos anunciantes uma entrega muito mais precisa e segmentada do que na televisão tradicional, gerando maior valor.

novelinhas globoplay
Reprodução/Globoplay

Para suportar essa infraestrutura digital pesada e garantir a fluidez dos conteúdos verticais, a empresa tem investido em parcerias tecnológicas locais. Recentemente, foi divulgado que a Globo passa a hospedar conteúdo na Magalu Cloud, um passo importante para otimizar a latência e a distribuição de mídia em território nacional. Essa estratégia técnica é fundamental para que o novo aplicativo suporte milhões de acessos simultâneos sem gargalos de rede.

Controle de dados e soberania digital

Ao criar sua própria rede de vídeos curtos, o grupo de mídia busca resolver um problema crítico: a dependência de plataformas como Google e Meta. Atualmente, boa parte dos dados de comportamento dos brasileiros está em mãos estrangeiras. Com o Globopop, a empresa passa a ter acesso direto a métricas valiosas sobre o que o jovem consome, como interage e o que prefere, permitindo ajustes rápidos na produção de conteúdo e na oferta de patrocínios nativos de forma independente.

O lançamento programado para o primeiro semestre não é coincidência, já que o evento futebolístico de 2026 servirá como o grande motor de tração para o aplicativo. A expectativa de engajamento é alta, especialmente porque a GE TV confirma transmissão da Copa do Mundo 2026, criando um ecossistema digital onde o torcedor poderá consumir tanto as partidas quanto os conteúdos rápidos e virais dentro das plataformas do grupo, gerando um ciclo contínuo de atenção.

Novas narrativas e entretenimento

O conselho de administração da companhia identificou o enorme potencial publicitário desse segmento após o sucesso dos resumos produzidos pelo Gshow. A iniciativa ainda é um projeto em estudo, conforme informado pela assessoria do grupo, mas o planejamento interno já está em estágio avançado. O objetivo da empresa é oferecer uma mistura de vídeos que viralizam nas redes sociais com conteúdo original produzido pela própria emissora, garantindo diversidade e relevância.

Atualmente, os conteúdos verticais produzidos pela casa são distribuídos de forma fragmentada no Globoplay e em redes de terceiros. A centralização no novo app permitirá que a narrativa das “novelinhas” ganhe mais força. Segundo fontes do setor, a plataforma também pretende aproveitar o conteúdo das tramas verticais, apelidadas de “novelinhas”, disponibilizando momentos exclusivos para atrair e engajar os usuários do novo aplicativo, criando um hábito de consumo móvel duradouro.

Conectividade em rodovias: governo acelera proposta para ampliar cobertura móvel

Imagem: Midjourney/Reprodução

O governo federal trabalha para tirar do papel uma política que promete mudar a realidade digital das rodovias brasileiras. A Política Nacional de Conectividade em Rodovias, segundo o ministro das Comunicações, Frederico Siqueira Filho, será oficializada até março. 

A meta é clara: permitir que motoristas e passageiros tenham acesso à internet móvel de forma contínua, mesmo em trechos hoje isolados.

A medida não fica apenas no papel. O próprio ministro afirma que, em alguns trechos, a execução deve começar ainda em 2026, aproveitando áreas já mapeadas e com viabilidade técnica.

Internet nas estradas: mais que conveniência, uma necessidade

Viajar por algumas rodovias do país ainda significa, para muitos, ficar completamente fora de área. Isso impacta desde a segurança até a logística. A proposta do governo tenta enfrentar esse problema, integrando obras viárias com infraestrutura de telecomunicações.

Para isso, o Ministério das Comunicações tem atuado em conjunto com o Ministério dos Transportes. O objetivo é criar diretrizes que associem a pavimentação ou modernização das estradas à implementação de infraestrutura capaz de oferecer conectividade real ao longo do trajeto.

Nos trechos concedidos à iniciativa privada, a implantação deve ser negociada com as concessionárias. Já nas áreas de gestão pública, as operadoras de telecomunicações serão chamadas a cumprir metas específicas de cobertura.

Ampliação da cobertura também mira regiões remotas

Além de melhorar a experiência dos usuários nas rodovias, o governo vê na conectividade um meio de fomentar o desenvolvimento em regiões menos assistidas. 

Pequenos comércios locais, postos de serviço e comunidades ao longo das estradas também podem ser beneficiados com a chegada da internet móvel.

A proposta deve envolver ainda o uso de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), o que facilitaria a implementação em áreas onde o investimento privado é menos atrativo.

Governo estuda alternativas via satélite

Outro ponto levantado pelo ministro envolve os satélites de baixa órbita, que podem ser usados como apoio nos locais mais difíceis de alcançar por via terrestre. 

O governo já iniciou testes com essa tecnologia e estuda substituir o atual SGDC-1, satélite geoestacionário que está próximo de encerrar sua operação.

A proposta é que um novo equipamento assuma o papel de ampliar o acesso à internet pública, principalmente em localidades remotas.

Documento final em fase de ajustes

Ainda não há um texto legal definitivo para oficializar essas iniciativas, mas o plano está em fase avançada de estruturação. 

A expectativa é de que as regras, metas e obrigações estejam consolidadas no primeiro trimestre, até março, abrindo caminho para o início da implementação nos meses seguintes.

O setor de telecomunicações acompanha com atenção os próximos passos. A política, se colocada em prática como o previsto, poderá abrir novas frentes de negócio, ampliar o alcance da conectividade móvel e contribuir para um país mais integrado, nas estradas e fora delas.

* Com informações do Ministério das Comunicações

Deutsche Telekom e Verizon lideram telecom em ranking das 500 marcas globais

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ranking maiores telecom do mundo
Reprodução/Gemini

A consultoria Brand Finance divulgou mundialmente, neste início de 2026, o novo ranking anual das 500 marcas mais valiosas, com o objetivo de analisar o desempenho financeiro e a força de mercado das maiores corporações globais para orientar investidores e o setor de tecnologia. O levantamento, realizado em Londres com dados de Wall Street, explica como a corrida pela inteligência artificial e a infraestrutura de dados das operadoras moldaram o topo da lista.

A Deutsche Telekom reafirmou sua soberania ao se consolidar como a operadora de telecomunicações mais valiosa do planeta, ocupando a 11ª posição geral. Com um valor de US$ 96,2 bilhões, a gigante alemã superou concorrentes históricas e se tornou um exemplo de como a expansão da fibra óptica e o domínio do mercado europeu e norte-americano podem gerar ativos intangíveis bilionários. O foco na qualidade da rede foi determinante para manter a empresa no topo deste prestigiado levantamento global.

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As gigantes de telecomunicações que dominam o globo

Enquanto a Alemanha lidera na Europa, o mercado das Américas e da Ásia exibe números impressionantes, com operadoras que sustentam o tráfego de dados de bilhões de usuários. Abaixo, destacamos as principais marcas do setor de telecomunicações que figuram entre as mais valiosas deste ano e suas respectivas posições:

  • Verizon (EUA): US$ 73,0 bilhões (#16)
  • AT&T (EUA): Presença consolidada no top 25
  • China Mobile (China): Maior operadora da Ásia (#31)
  • Xfinity (EUA): Destaque em banda larga fixa (#90)
  • Spectrum (EUA): Crescimento em conectividade (#106)
  • Orange (França): Força no mercado europeu (#121)

O avanço das operadoras no ranking está diretamente ligado ao crescimento da Inteligência Artificial (IA) e ao aumento da demanda por conectividade de alta velocidade. Para que empresas de tecnologia consigam processar volumes massivos de dados, a infraestrutura das teles é essencial. O relatório indica que marcas que investiram precocemente em redes 5G Standalone e soluções para o mercado corporativo (B2B) colheram os melhores frutos em termos de valorização e reconhecimento de marca.

Força de marca e o consumo de dados móveis

Além do valor puramente financeiro, o estudo da Brand Finance analisa o Índice de Força de Marca (BSI), que mede a reputação e o engajamento junto ao consumidor. Nesse quesito, o YouTube desbancou o WeChat e assumiu a liderança global com 95,3 pontos. Para as operadoras de telefonia e banda larga, esses dados são fundamentais, pois o consumo de vídeo de alta resolução e redes sociais é o principal motor que justifica a venda de planos de dados cada vez mais robustos em todo o mundo.

A Microsoft ocupa a terceira posição em força de marca, com 94,7 pontos, puxada por ganhos em reputação e engajamento em mercados estratégicos. Outro destaque inusitado foi a LEGO, que figura como a quinta marca mais forte do planeta, com 94,2 pontos, após registrar um salto de 59% em seu valor, atingindo US$ 17,6 bilhões. O sucesso da fabricante de brinquedos mostra que a familiaridade e a admiração atravessam gerações, mantendo a marca relevante mesmo em uma era predominantemente digital.

Os grandes vencedores do mercado global

No topo absoluto do ranking, as chamadas “Sete Magníficas” continuam ditando o ritmo da economia digital global. A Apple mantém a coroa como a marca mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 607,6 bilhões, seguida de perto pela Microsoft, que cresceu 23% e atingiu US$ 565,3 bilhões. A Nvidia foi a empresa que mais surpreendeu, dobrando seu valor de marca para US$ 184,3 bilhões, o que demonstra a força avassaladora do hardware dedicado à inteligência artificial e ao processamento de dados em 2026.

O Brasil marcou presença na lista das 500 maiores com o Itaú Unibanco, que garantiu a 254ª posição após subir vinte colocações. Com um valor de US$ 9,9 bilhões e uma estratégia focada em relevância cultural — exemplificada pela campanha histórica com a cantora Madonna em Copacabana —, o banco é a única marca brasileira no ranking atual. O Banco do Brasil, que figurava na edição anterior na 467ª posição, não conseguiu manter o patamar necessário para figurar na elite das marcas mais valiosas deste ano.

Dívidas com a Anatel? Veja como conseguir 50% de desconto agora mesmo!

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Pessoas físicas, micro e pequenas empresas têm até o dia 30 de abril de 2026 para renegociar dívidas com a Anatel através do portal digital Resolve Dívidas da AGU, visando a regularização fiscal com descontos que chegam a 50%. A medida, estabelecida por edital da Advocacia-Geral da União, foca em débitos inscritos em dívida ativa e busca aliviar o caixa de pequenos provedores e cidadãos com pendências acumuladas junto à agência reguladora, garantindo a continuidade das operações no setor.

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O cenário dos débitos no setor de telecomunicações

Segundo dados oficiais da agência, o volume de devedores que podem ser beneficiados é expressivo, impactando diretamente a saúde financeira de pequenos negócios de internet. A tabela abaixo detalha o perfil dos débitos que compõem o montante de mais de R$ 70 milhões em aberto, dos quais R$ 47,15 milhões já estão inscritos em dívida ativa e prontos para negociação:

Porte do DevedorNº de DevedoresValor Total de DébitosValor em Dívida Ativa
Pessoa Física96.403R$ 25.808.553,67R$ 17.090.815,61
Microempresa7.027R$ 34.792.340,11R$ 23.777.570,50
Pequeno Porte2.163R$ 10.068.547,15R$ 6.291.078,01
Total105.593R$ 70.669.440,93R$ 47.159.464,12

Critérios de elegibilidade e limites de valores

Para estar apto ao benefício, o valor total da dívida não pode ultrapassar o teto de 60 salários mínimos, o que corresponde a R$ 91.080,00 considerando o período de publicação do edital. Além disso, as pendências precisam ter sido inscritas em dívida ativa até o final de 2024. Estão incluídas multas administrativas aplicadas pela fiscalização da agência, taxas de fiscalização e outros preços públicos que não estejam com exigibilidade suspensa ou garantidos por decisões judiciais no momento da adesão ao programa.

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Condições de pagamento e descontos agressivos

As modalidades de quitação foram desenhadas para oferecer fôlego financeiro aos pequenos provedores (ISPs) e cidadãos. Confira abaixo as principais formas de pagamento disponíveis no edital:

  • Pagamento à vista: Desconto de 50% sobre o valor total da dívida.
  • Até 20 meses: Parcelamento com desconto de 40% sobre o montante.
  • Até 40 meses: Opção de parcelamento com redução de 30% no valor.
  • Até 60 meses: Prazo máximo para quitação com 20% de desconto.
  • Valor Mínimo: As parcelas devem ser de pelo menos R$ 100,00 para empresas e R$ 25,00 para MEIs.
Imagem: Shutterstock/Reprodução

Modalidade de entrada facilitada para ISPs e MEIs

Existe ainda uma alternativa focada na capacidade de fluxo de caixa, chamada de entrada facilitada. Nesse formato, o interessado paga 5% do valor total da dívida, sem descontos, em até cinco parcelas mensais consecutivas. Após o pagamento integral dessa entrada, o saldo remanescente pode ser liquidado com reduções graduais, que variam de 50% para pagamentos em 7 meses até 30% para quem dividir em 55 vezes. É uma estratégia eficiente para quem precisa de tempo para organizar as contas da empresa.

Passo a passo para a adesão digital

Todo o procedimento de adesão é realizado de forma 100% remota através do portal REGULARIZE ou pelo Resolve Dívidas AGU. O fluxo para garantir o acordo é simples:

  1. Acesse o portal e utilize o login gov.br (níveis prata ou ouro);
  2. Clique em “Negociar Dívida” e acesse o Sistema de Negociações (SISPAR);
  3. Selecione a opção “Adesão” e depois “Simular/Negociar”;
  4. Escolha a modalidade que melhor se adapta ao seu perfil financeiro;
  5. Confirme a adesão e emita o documento de arrecadação (DARF/DAS);
  6. Pague a primeira parcela até o último dia útil do mês corrente.

Regras rigorosas para evitar o cancelamento

A manutenção do acordo exige disciplina financeira por parte do contribuinte. O pagamento da primeira prestação é o ato que formaliza a transação; sem ele, o pedido é indeferido automaticamente. Além disso, para dívidas que possuem discussões judiciais em andamento, o devedor tem o prazo de 60 dias para apresentar a comprovação de desistência da ação na Justiça. A falta deste documento é uma das causas mais comuns de cancelamento de acordos já iniciados no sistema.

Vivo, TIM e Claro são autorizadas a atuar no programa Norte Conectado

Imagem: Midjourney/Reprodução

As operadoras Vivo, TIM e Claro estão entre as empresas que receberam concessão para atuar na operação da Infovia 02, uma das frentes do programa Norte Conectado, iniciativa do governo federal voltada à ampliação da infraestrutura de internet na Região Norte. 

O projeto prevê a instalação e a operação de uma extensa rede de fibra óptica em áreas de difícil acesso da Amazônia Legal, levando assim conexão de internet para a região.

A definição das empresas responsáveis pela Infovia 02 foi anunciada pelo Ministério das Comunicações após a conclusão do processo de seleção do consórcio que assumirá a gestão da rede. O investimento previsto é de R$ 268 milhões, com contrato de operação estimado em 15 anos.

O que é o Norte Conectado?

Como citamos antes, o Norte Conectado é um programa federal criado para expandir a infraestrutura de telecomunicações em estados da Região Norte, onde limitações geográficas e logísticas historicamente dificultam a oferta de internet de alta capacidade. 

A iniciativa aposta principalmente na implantação de cabos de fibra óptica subfluviais, lançados no leito de grandes rios amazônicos.

Segundo o MCom, o projeto foi estruturado para atender órgãos públicos, instituições de ensino e pesquisa, unidades de saúde, forças de segurança e, de forma indireta, ampliar o acesso da população local a serviços digitais mais estáveis e rápidos.

A Infovia 02 e sua abrangência

A Infovia 02 é um dos trechos estratégicos do Norte Conectado. A infraestrutura liga Manaus a Atalaia do Norte, no Amazonas, por meio de aproximadamente 1,8 mil quilômetros de cabos subfluviais, além de trechos terrestres complementares. 

A rede deve beneficiar diretamente municípios ao longo do trajeto e servir como base para a expansão de serviços de telecomunicações na região.

O modelo adotado é o de operador neutro, no qual a infraestrutura é compartilhada entre diferentes prestadoras. Na prática, isso permite que empresas de telecom utilizem a rede sem exclusividade, estimulando a concorrência e reduzindo custos de operação.

Participação de Vivo, TIM e Claro

A presença de Vivo, TIM e Claro no consórcio responsável pela Infovia 02 reforça o peso das grandes operadoras nacionais no avanço do Norte Conectado. Além delas, outras empresas de tecnologia e infraestrutura também integram o grupo selecionado para operar e manter a rede.

A atuação conjunta das operadoras ocorre no âmbito da gestão da infraestrutura, e não da oferta direta de serviços ao consumidor final. 

A expectativa do governo é que, com a rede em funcionamento, provedores regionais e operadoras possam ampliar a cobertura e a qualidade da internet em localidades hoje pouco atendidas.

Próximos passos do projeto

Com o consórcio definido, a fase seguinte envolve a consolidação da operação, a manutenção da infraestrutura instalada e a ativação gradual dos pontos de conexão. 

O Ministério das Comunicações avalia que a Infovia 02 representa um passo importante dentro de um plano mais amplo, que prevê milhares de quilômetros de fibra óptica interligando a Amazônia a redes nacionais de dados.

A execução do Norte Conectado é vista como fundamental para reduzir desigualdades regionais no acesso à internet e criar condições técnicas para o avanço de serviços digitais na Região Norte.

* Com informações do Ministério das Comunicações

Conexão da Blink oscila e provoca onda de reclamações de usuários

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Imagem: DALL-E/Reprodução

Clientes da Blink, provedora de internet banda larga presente em várias cidades de Minas Gerais, têm enfrentado dificuldades para acessar a rede desde o último fim de semana. 

O problema, relatado em plataformas como o Reclame Aqui e nas redes sociais, gerou insatisfação entre usuários que afirmam estar há dias sem conexão e sem conseguir contato com a empresa.

Clientes relatam falhas contínuas no serviço

Desde o início desta semana, mensagens de consumidores descrevem lentidão, interrupções e, em alguns casos, a ausência total de sinal. 

Diversos usuários mencionaram que tentaram contatar o suporte da Blink, mas relataram demora nas respostas ou ausência de retorno. 

Nas redes sociais, parte das postagens aponta que a comunicação com a operadora ficou limitada, já que comentários em publicações recentes foram desativados.

Empresa admite instabilidade, mas usuários seguem sem rede

Em mensagens enviadas a clientes, a Blink reconheceu a ocorrência de uma instabilidade prolongada e informou que equipes técnicas trabalhavam na correção do problema. 

Segundo a própria empresa, a falha teria sido resolvida ainda na manhã de quarta-feira (21). Entretanto, consumidores afirmam que o acesso à internet não foi restabelecido de forma completa e que persistem falhas intermitentes.

Um dos clientes, morador de Contagem, relatou ao jornal O Tempo, ter ficado quatro dias sem internet. Situações semelhantes se repetem em outros municípios onde a Blink atua.

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Dificuldades de comunicação agravam insatisfação

Além da instabilidade na rede, usuários apontam que a comunicação com a Blink se tornou mais difícil durante o período. Com os canais digitais sobrecarregados, o atendimento telefônico também teria apresentado falhas. 

Em uma mensagem publicada anteriormente nas redes sociais, a empresa informou que seus sistemas internos estavam passando por uma instabilidade “sistêmica”, afetando inclusive o funcionamento dos canais de suporte.

O Minha Operadora entrou em contato com a Blink para solicitar esclarecimentos sobre a causa do problema e o número de clientes afetados. Até o momento da publicação, a companhia não havia se manifestado.

Blink atua em 13 cidades mineiras

De acordo com informações disponíveis no site da operadora, a Blink oferece serviços de internet residencial e corporativa em 13 cidades de Minas Gerais, incluindo Belo Horizonte, Contagem e Betim.

Nos últimos anos, a empresa ampliou a cobertura de fibra óptica e anunciou planos de expansão, buscando competir com grandes provedores regionais.

Com a recente instabilidade, parte dos consumidores questiona a confiabilidade do serviço e a agilidade da Blink em restabelecer a conexão. O episódio também reacende o debate sobre a necessidade de respostas mais transparentes por parte das operadoras em casos de falhas prolongadas.

Regulação e direitos do consumidor

Segundo as normas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), provedores de internet devem comunicar aos clientes eventuais interrupções e garantir canais eficazes de atendimento. 

Em situações de falhas persistentes, o consumidor pode registrar reclamações diretamente na agência ou recorrer a plataformas como o Consumidor.gov.br ou até mesmo o já mencionado Reclame Aqui.

Ainda, especialistas orientam que os clientes afetados documentem o período sem conexão e solicitem compensações, conforme prevê a regulamentação do setor.

Oscar 2026: Confira todos os indicados

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Oscar 2026 indicados
Divulgação/Oscars

Na manhã desta quinta-feira (22), os atores Lewis Pullman e Danielle Brooks revelaram os indicados ao Oscar 2026 por meio de uma transmissão global que celebra o melhor do cinema no último ano, preparando o palco para a grande cerimônia comandada por Conan O’Brien no dia 15 de março, em Los Angeles, visando premiar a excelência artística e técnica em diversas categorias que dominam atualmente os catálogos.

O filme brasileiro “O Agente Secreto” é o grande orgulho nacional nesta edição da premiação. Com Wagner Moura disputando o prêmio de Melhor Ator, o longa-metragem também concorre nas prestigiadas categorias de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional, representando a Noruega. Para o público que utiliza serviços de streaming de alta velocidade, a presença do Brasil no topo reforça a democratização do acesso a produções de qualidade internacional.

Leia mais:

LISTA COMPLETA DE INDICADOS AO OSCAR 2026

Melhor Filme

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Hamnet
  • Pecadores
  • Valor Sentimental
  • Marty Supreme
  • Frankenstein
  • Sonhos de Trem
  • Bugonia
  • O Agente Secreto
  • F1

Melhor Filme Internacional

  • O Agente Secreto (Brasil)
  • Valor Sentimental (Noruega)
  • Foi Apenas um Acidente (França)
  • Sirât (Espanha)
  • A Voz de Hind Rajab (Tunísia)

Melhor Ator

  • Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra
  • Timothée Chalamet – Marty Supreme
  • Wagner Moura – O Agente Secreto
  • Michael B. Jordan – Pecadores
  • Ethan Hawke – Blue Moon

Melhor Atriz

  • Jessie Buckley – Hamnet
  • Renate Reinsve – Valor Sentimental
  • Rose Byrne – Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
  • Kate Hudson – Song Sung Blue: Um Sonho a Dois
  • Emma Stone – Bugonia

Melhor Direção

  • Chloé Zhao – Hamnet
  • Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra
  • Ryan Coogler – Pecadores
  • Josh Safdie – Marty Supreme
  • Joachim Trier – Valor Sentimental

Melhor Ator Coadjuvante

  • Delroy Lindo – Pecadores
  • Sean Penn – Uma Batalha Após a Outra
  • Stellan Skarsgård – Valor Sentimental
  • Benicio del Toro – Uma Batalha Após a Outra
  • Jacob Elordi – Frankenstein

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Elle Fanning – Valor Sentimental
  • Inga Ibsdotter Lilleaas – Valor Sentimental
  • Amy Madigan – A Hora do Mal
  • Wunmi Mosaku – Pecadores
  • Teyana Taylor – Uma Batalha Após a Outra

Melhor Roteiro Original

  • Pecadores
  • Valor Sentimental
  • Marty Supreme
  • Blue Moon
  • Foi Apenas um Acidente

Melhor Roteiro Adaptado

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Sonhos de Trem

Melhor Direção de Elenco

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Hamnet
  • Pecadores
  • Marty Supreme
  • O Agente Secreto

Melhor Animação

  • Arco
  • Elio
  • Guerreiras do K-Pop
  • A Pequena Amélie
  • Zootopia 2

Melhor Documentário

  • A Vizinha Perfeita
  • Alabama Preso do Sistema
  • Cutting through Rocks
  • Mr. Nobody Against Putin
  • Embaixo da Luz de Neon

Melhor Fotografia

  • Frankenstein
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem

Melhor Figurino

  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Hamnet
  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • Marty Supreme

Melhor Montagem

  • F1
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Valor Sentimental
  • Pecadores

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Trilha Sonora

  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Bugonia
  • Hamnet

Melhor Canção Original

  • “Golden” – Guerreiras do K-Pop
  • “I Lied to You” – Pecadores
  • “Train Dreams” – Sonhos de Trem
  • “Dear Me” – Diane Warren: Relentless
  • “Sweet Dreams Of Joy” – Viva Verdi!

Melhor Maquiagem e Penteado

  • Kokuho
  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Coração de Lutador – The Smashing Machine
  • A Meia-Irmã Feia

Melhor Som

  • F1
  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sirât

Melhores Efeitos Visuais

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • Jurassic World: Recomeço
  • Pecadores
  • F1
  • O Ônibus Perdido

Melhor Documentário em Curta-Metragem

  • All the Empty Rooms
  • Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
  • Children No More: Were and Are Gone
  • The Devil Is Busy
  • Perfectly a Strangeness

Melhor Curta-Metragem

  • Butcher’s Stain
  • A Friend of Dorothy
  • Jane Austen’s Period Drama
  • The Singers
  • Two People Exchanging Saliva

Melhor Curta de Animação

  • Butterfly
  • Forevergreen
  • The Girl Who Cried Pearls
  • Retirement Plan
  • The Three Sisters

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Oi e dona da Vivo terão que indenizar cliente que ficou um ano sem conexão

Imagem: Getty Images/iStockphoto/Reprodução

Um consumidor do Distrito Federal passou por uma situação incomum, e frustrante, ao tentar algo corriqueiro: a portabilidade de sua linha telefônica fixa. 

Em vez de migrar o número de uma operadora para outra com facilidade, como determina a regulamentação, o serviço simplesmente deixou de funcionar. Por mais de um ano, o cliente permaneceu sem acesso à telefonia fixa e à internet, mesmo recebendo faturas regularmente.

A Justiça entendeu que houve falha na prestação de um serviço essencial e determinou que as operadoras envolvidas no caso, Oi e Telefônica, indenizassem o consumidor em R$ 9 mil por danos morais.

Cobrança sem serviço

De acordo com o processo, julgado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), a linha telefônica do autor da ação foi desativada logo após o pedido de portabilidade. 

Aparentemente, houve uma falha de comunicação entre as empresas envolvidas, a antiga prestadora, Oi, e a nova, Telefônica (Vivo). Nenhuma delas assumiu a responsabilidade pela interrupção, tampouco apresentou uma solução em tempo razoável.

Mesmo sem conexão, o cliente continuou a receber as cobranças mensais. Ao longo de mais de 12 meses, tentou resolver o problema, sem sucesso.

A sentença aponta que a continuidade da cobrança, combinada com a ausência total do serviço, caracteriza desrespeito ao consumidor. O juiz também ressaltou que as operadoras compartilham o dever de garantir o cumprimento adequado dos contratos firmados.

Direito à comunicação

O caso ilustra como falhas operacionais podem afetar direitos básicos dos cidadãos. O telefone fixo (ainda que em desuso) e a internet são mais do que comodidades. Eles são, hoje em dia, ferramentas indispensáveis para atividades cotidianas e profissionais.

Mesmo em tempos de ampla conectividade móvel, a interrupção prolongada de serviços essenciais, somada à inércia das operadoras diante de um problema relatado, justifica, segundo o entendimento do tribunal, a condenação por danos morais.

Vivo solicita à Anatel fim da homologação prévia para data centers

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data centers vivo telefonica
Kevin Ache/Unsplash

A Telefônica Brasil, controladora da Vivo, contestou a exigência da Anatel de homologação prévia para operação de data centers utilizados por prestadores de telecomunicações, solicitando a revogação de artigos da Resolução nº 780/2025. A manifestação ocorreu na última terça-feira (20), por meio de contribuição à Consulta Pública nº 44/2025, conhecida como “guilhotina regulatória”, e argumenta que a medida extrapola o mandato legal da agência.

Leia mais:

Questionamentos sobre a Lei Geral de Telecomunicações

A base da contestação da operadora reside na interpretação da Lei Geral de Telecomunicações (LGT). A companhia sustenta que a legislação fixa a atuação da agência sobre serviços, redes e produtos de telecomunicações. Entretanto, a tele ressalta que as unidades de processamento de dados não são classificadas como “produtos de telecomunicações”, mas sim como “instalações de TI de uso multipropósito”, o que as retiraria do escopo de homologação.

Para a Vivo, a atual postura do órgão regulador excede o limite administrativo. Em sua manifestação, a empresa destaca que “a exigência de homologação prévia de instalações excede o mandato infralegal e demanda previsão legal específica, sob pena de ofensa ao art. 37, caput (legalidade) e à própria moldura da LGT”. A empresa defende que o foco da agência deveria permanecer estritamente no que a lei define, evitando criar novas obrigações sem base jurídica.

Imagem: Shutterstock/Reprodução

Segurança cibernética e redundância regulatória

A operadora argumenta que já existem normas modernas que cobrem a segurança dessas infraestruturas sem a necessidade de uma certificação prévia do prédio. A tele cita a Resolução nº 740/2020, que estabelece obrigações de segurança cibernética, acrescentando que este já é um “modelo processual e dinâmico mais aderente do que homologar edificações de data center ex-ante”. A ideia é que o controle pelo risco é mais eficiente que a burocracia física.

Além disso, o setor de tecnologia já adota padrões internacionais rigorosos, como o Uptime Institute e normas ISO. A Vivo assevera que o setor já passa por auditorias técnicas constantes, de modo que a nova exigência da agência “torna redundante criar um segundo trilho de homologação específica”. Essa duplicidade de processos geraria apenas mais custos para as empresas, sem necessariamente aumentar a segurança técnica das redes de telecomunicações.

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Conflito com incentivos fiscais e desenvolvimento

A discussão ocorre em um momento em que a Anatel propõe regras inéditas para data centers de telecomunicações como parte de seu plano de gestão. A Vivo lembra que a Medida Provisória nº 1.318/2025 instituiu o ReData para fomentar o setor. A operadora assevera que “exigir homologação prévia de data centers antes de operar contradiz o vetor de fomento e cria barreiras e atrasos incompatíveis com as metas” de crescimento do país.

Embora o Brasil atraia bilhões em data centers, o mercado cobra regulamentação fiscal clara e menos entraves. A Vivo menciona a Lei da Liberdade Econômica e a Estratégia Nacional de Melhoria Regulatória para reforçar que o governo deve reduzir barreiras. A operadora alega que “a homologação compulsória agrega custos regulatórios e atrasos à implantação/expansão, com efeito cascata sobre serviços digitais e inovação”.

Reação do mercado e consultas públicas

A Vivo não está sozinha nessa investida contra as regras atuais. Em dezembro do ano passado, diversas associações ligadas ao comércio eletrônico e à tecnologia da informação também pediram a suspensão dos critérios da agência. Essas entidades alegam que a obrigatoriedade de homologação pode desestimular investimentos estrangeiros, pois cria uma insegurança jurídica sobre como as edificações devem ser adaptadas aos critérios técnicos brasileiros.

Atualmente, a agência reguladora está com a Consulta Pública nº 48/2025 aberta, que visa justamente colher contribuições sobre requisitos técnicos e procedimentos operacionais. O prazo para o envio de sugestões termina no dia 3 de março de 2026. O setor espera que, após a forte pressão das operadoras e associações, a agência revise os artigos da Resolução nº 780/2025 para simplificar o processo de expansão das infraestruturas de nuvem no país.

O que impede Vivo, Claro e TIM de avançar no mercado de fibra óptica?

Imagem: Minha Operadora

Enquanto a cobertura de fibra óptica se espalha pelo país e a demanda por conexões de alta velocidade cresce, o setor ainda convive com um impasse: a consolidação do mercado, esperada há anos, não avança no ritmo projetado por analistas e executivos. 

As grandes operadoras, Claro, Vivo e TIM, até movimentam o setor com expansões próprias, mas seguem enfrentando obstáculos relevantes na tentativa de absorver provedores regionais, que continuam liderando a base de clientes no segmento.

Quem domina o cenário de fibra óptica no Brasil?

De acordo com dados da Anatel, as empresas de menor porte representam hoje mais de 70% dos acessos à internet via fibra óptica no Brasil. 

A participação das três grandes operadoras combinadas não chega a um terço. Isso significa que, apesar do capital e da infraestrutura superiores, as teles não conseguiram ainda transformar esse poder em domínio de mercado.

O modelo pulverizado dos pequenos provedores, muitos com atuação restrita a bairros, cidades ou regiões, dificulta qualquer tentativa de integração em larga escala. 

São empresas com estruturas diversas, clientelas heterogêneas e valores de mercado pouco definidos, o que trava negociações mais ambiciosas.

O impasse das aquisições: quando o valor não fecha a conta

Fontes do setor indicam que o principal entrave está na precificação dos ativos. Muitos dos provedores regionais atribuem a si mesmos um valor estratégico elevado, baseando-se na fidelidade da clientela e na capilaridade local. Do outro lado da mesa, as grandes operadoras questionam se esses ativos realmente justificam os custos pedidos.

A dificuldade em estabelecer critérios objetivos de avaliação para essas empresas tem feito com que executivos deixem negociações em compasso de espera. 

Em paralelo, o crescimento orgânico da banda larga fixa também desacelerou nos últimos trimestres, o que reduz a pressão para aquisições imediatas.

Estratégias em curso: cada gigante com seu plano

Entre as grandes operadoras, não há uma abordagem única. A Vivo mantém uma postura seletiva, buscando aquisições pontuais que agreguem valor técnico ou ampliem rotas estratégicas. 

Já a Claro investe fortemente na própria rede, mirando eficiência operacional em vez de fusões. A TIM, por sua vez, tem sido mais cautelosa e afirma que ainda observa o cenário antes de qualquer movimento relevante.

Apesar da aparente estagnação, os bastidores seguem aquecidos. Há negociações em andamento, embora de forma discreta. A consolidação, se vier, será gradual, empresa por empresa, região por região.

O futuro da consolidação: uma equação ainda sem resposta

A expectativa do mercado é de que, em algum momento, a consolidação da fibra óptica aconteça. Mas para isso, será necessário mais do que intenção: será preciso resolver o dilema de quanto realmente vale um provedor regional e como integrá-lo de forma eficiente a uma estrutura nacional.

Enquanto isso, o Brasil segue com um dos mercados de fibra óptica mais fragmentados do mundo e, paradoxalmente, um dos mais dinâmicos. 

Um equilíbrio que, por ora, parece funcionar. Mas que pode mudar a qualquer momento, dependendo de uma nova equação econômica ou regulatória.

* Com informações do InvestNews