01/02/2026
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V.tal anuncia cabo submarino Synapse para conectar o Brasil e os EUA

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cabo submarino vtal
Divulgação/V.tal

A V.tal anunciou nesta terça-feira o projeto do novo cabo submarino Synapse que ligará o Brasil aos Estados Unidos a partir do segundo semestre de 2026 para suprir a crescente demanda por Inteligência Artificial. A infraestrutura internacional conectará Tuckerton, em Nova Jersey, à cidade de São Paulo, utilizando tecnologia de última geração para ampliar a capacidade de tráfego de dados e garantir maior resiliência na conexão digital entre as duas maiores economias das Américas, conforme revelado durante o evento Pacific Telecommunications Council, realizado no Havaí.

Abaixo, detalhamos as principais especificações técnicas desta nova infraestrutura que promete revolucionar o tráfego de dados na região:

  • Nome do Sistema: Synapse
  • Extensão Total: Aproximadamente 9.700 quilômetros
  • Tecnologia Utilizada: Space Division Multiplexing (SDM) e arquitetura Open Cable
  • Capacidade de Fibra: 16 pares de fibra óptica
  • Largura de Banda: 320 Tbps de capacidade total
  • Velocidade de Circuitos: Ofertas de transporte de até 800 Gbps
  • Pontos de Ancoragem: Tuckerton (EUA) e Praia Grande (Brasil)
Synapse V.tal cabo
Divulgação/V.tal

Tecnologia de ponta e demandas de mercado

A concepção do sistema Synapse foi estritamente planejada para suportar o volume massivo de dados exigido por big techs, hyperscalers e provedores de serviços em nuvem. Com o avanço exponencial da inteligência artificial generativa, as redes tradicionais precisam de atualizações constantes. Esta movimentação da operadora neutra ocorre em um momento em que o mercado observa atentamente o plano bilionário do novo cabo submarino focado em garantir a segurança da informação e a soberania digital em rotas estratégicas globais.

O uso da tecnologia SDM permite que o cabo otimize o espaço físico e a energia, garantindo uma transmissão muito mais eficiente do que as tecnologias de gerações anteriores. Além da capacidade bruta, o Synapse foca na baixa latência, fator crucial para aplicações financeiras e processamento em tempo real. A V.tal busca, com esse investimento, consolidar sua posição como o maior player de infraestrutura digital neutra das Américas, oferecendo uma plataforma escalável para as próximas décadas de inovação tecnológica.

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Hub estratégico em Fortaleza e interconexão

Um ponto fundamental do projeto é a inclusão de uma Branching Unit em Fortaleza, no Ceará. Esta unidade de ramificação adicionará cerca de 460 quilômetros à rota principal, permitindo uma interconexão direta com o data center Mega Lobster, operado pela Tecto. O Mega Lobster é atualmente o maior data center da região Nordeste, com potência total de 20MW. Essa integração estratégica fortalece a capital cearense como um dos principais pontos de entrada e saída de dados internacionais no território brasileiro, favorecendo o desenvolvimento regional.

A infraestrutura terrestre também receberá atenção especial para garantir que os dados cheguem com qualidade aos centros de consumo. No Brasil, após a ancoragem na Praia Grande, uma nova rota terrestre em fibra óptica será construída para conectar o sistema diretamente à cidade de São Paulo. Esse ecossistema integrado entre cabos submarinos, redes terrestres e data centers de alta densidade cria uma malha digital robusta, capaz de atrair novos investimentos de empresas globais de conteúdo que buscam expandir sua presença na América Latina de forma segura.

Resiliência e expansões futuras no continente

O planejamento da V.tal não termina na rota Brasil-Estados Unidos. O sistema Synapse foi projetado com uma visão de longo prazo, prevendo ramificações futuras para outras cidades costeiras brasileiras, como Recife, Salvador e o Rio de Janeiro. Além disso, existe a possibilidade técnica de estender o cabo até a Colômbia, diversificando ainda mais as opções de tráfego internacional. Essa redundância é essencial para evitar interrupções de serviço e garantir que a internet brasileira permaneça estável mesmo em casos de incidentes em outras rotas.

A resiliência de rede é uma das maiores preocupações dos provedores de nuvem atuais. Ao oferecer uma rota de última geração com 16 pares de fibra, a V.tal entrega ao mercado uma alternativa de altíssima confiabilidade. O projeto marca um avanço relevante na integração digital, contribuindo não apenas para a velocidade da internet, mas para a geração de novos negócios e o fortalecimento da economia digital global. A meta é sustentar o aumento exponencial da demanda por dados que não demonstra sinais de desaceleração nos próximos dez anos.

Liderança e cronograma de implementação

O CEO da V.tal, Felipe Campos, reforçou o compromisso da empresa com o futuro da conectividade durante o lançamento oficial. Este cabo submarino representa um investimento estratégico no fortalecimento da conexão digital entre Brasil e Estados Unidos, afirmou o executivo. Segundo ele, a integração é o caminho para o sucesso. Ao integrar infraestrutura submarina, terrestre e de data centers, estamos construindo uma plataforma robusta, escalável e preparada para o futuro, capaz de sustentar o crescimento da economia digital global, concluiu Campos.

Em relação aos prazos, a empresa informou que o início da construção está programado para o início do segundo semestre de 2026. O processo de instalação de um cabo submarino dessa magnitude envolve complexas operações navais e licenciamentos ambientais rigorosos. A estimativa oficial é que a conclusão total do sistema e o início das operações comerciais ocorram entre os anos de 2029 e 2030. Até lá, a V.tal continuará expandindo sua rede terrestre para que, quando o Synapse “acender”, a capilaridade nacional esteja pronta.

Netflix anuncia reformulação completa do app móvel

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Netflix celular app
Reprodução/Sensor Tower

A Netflix anunciou que está desenvolvendo uma reformulação completa para o seu app móvel, com previsão de lançamento para 2026, visando modernizar a experiência do usuário global frente à concorrência das redes sociais. O co-CEO Greg Peters revelou os planos durante uma recente conferência de resultados, explicando que a mudança servirá como base para novas funcionalidades, como feeds verticais e podcasts, consolidando o streaming como um hub de entretenimento completo.

No ano passado, a gigante do streaming já havia atualizado sua interface para televisões, introduzindo um banner central que destaca recomendações personalizadas logo na tela inicial. Segundo a ex-diretora de produtos, Eunice Kim, esse design foi pensado para dar a eles uma tela mais flexível, agora e no futuro. Agora, Peters afirma que o ambiente móvel seguirá essa mesma filosofia, criando uma base sólida para as novas inovações que a empresa planeja implementar no mercado.

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Estratégia de catálogo e nova interface

Essa mudança é estratégica, especialmente após a notícia de que a Netflix pagará US$ 8,2 bilhões pela Warner em dinheiro vivo, o que exige uma organização de conteúdo muito mais eficiente. Com um catálogo cada vez mais robusto, que também inclui o fato de que a Netflix garante direitos globais de filmes da Sony após o cinema, o novo design facilitará a descoberta dessas produções de alto orçamento diretamente no celular dos assinantes de forma fluida.

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O foco em vídeos verticais e podcasts

Uma das grandes novidades testadas pela plataforma é o feed de vídeos verticais. Esse recurso, que já aparece para alguns usuários há alguns meses, exibe trechos de séries e filmes populares diretamente no dispositivo. A ideia é capturar a atenção de quem consome conteúdos rápidos em smartphones, um hábito cada vez mais comum entre os brasileiros. Ao adaptar o formato para o estilo de rolagem infinita, a empresa tenta manter os assinantes engajados dentro do seu ecossistema digital.

Além de trechos de produções originais, a Netflix planeja integrar podcasts de vídeo diretamente nesse feed vertical móvel. Greg Peters mencionou que você pode nos imaginar trazendo mais clipes baseados em novos tipos de conteúdo, como podcasts de vídeo, que Ted mencionou que estamos adicionando ao serviço geral. Traremos os componentes apropriados disso para esse feed de vídeo vertical. Essa estratégia demonstra como a companhia busca diversificar seu catálogo para além das tradicionais séries.

Games e a disputa pela atenção do usuário

O cenário competitivo atual é um dos principais motivadores para essa renovação profunda no aplicativo móvel. Ted Sarandos destacou que a empresa agora disputa a atenção dos consumidores não apenas com emissoras de TV, mas também com gigantes como Instagram e YouTube. Ele afirmou que a Amazon é dona da MGM, a Apple está competindo por Emmys e Oscars e o Instagram é o próximo. O YouTube acaba de ultrapassar a BBC em audiência média mensal. A batalha pelo tempo do usuário envolve entretenimento.

O setor de games também terá papel central no novo aplicativo que será lançado em breve. Atualmente, o serviço conta com 14 títulos disponíveis para streaming, mas a meta é expandir essa oferta significativamente até o final do ano. Um dos grandes destaques esperados é o lançamento de um novo jogo da franquia FIFA. A expectativa é que o título seja disponibilizado próximo ao período da Copa do Mundo, aproveitando o enorme interesse global pelo torneio para atrair novos jogadores mobile.

Comerciante recebe encomenda de celulares Nokia 16 anos após o pedido

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Imagem: Getty Images/Reprodução

Um episódio incomum envolvendo a Nokia chamou atenção do público nas redes sociais e da imprensa internacional. 

Um comerciante líbio, que havia feito um pedido de aparelhos celulares ainda em 2010, recebeu a encomenda apenas agora, no início de 2026, 16 anos depois do envio original.

O caso aconteceu em Trípoli, capital da Líbia, e ganhou repercussão após um vídeo registrar o momento em que os celulares são desembalados, revelando modelos clássicos da Nokia, que já não circulam mais no mercado há mais de uma década. Entre eles, unidades do N95 e do 5300, populares na virada dos anos 2000 para 2010.

Pedido esquecido em meio ao caos logístico

Segundo informações apuradas pelo site Android Police, a encomenda feita pelo comerciante consistia em vários modelos antigos, à época destinados à revenda no comércio local. 

No entanto, com o início da guerra civil líbia em 2011, todo o sistema logístico do país foi desorganizado. As remessas que chegaram ao país a partir de então ficaram retidas, extraviadas ou arquivadas sem registro claro de rastreamento.

Veja a seguir o vídeo que registra o “unboxing” dos aparelhos:

Especialistas acreditam que o pacote tenha sido esquecido em algum centro de armazenamento fora da Líbia, até que, por algum motivo ainda desconhecido, tenha sido finalmente liberado e entregue ao destinatário original.

Reação bem-humorada e tom de ironia

O vídeo que mostra a chegada do pedido foi publicado por familiares e amigos do comerciante. Nele, é possível ouvir piadas sobre os “artefatos históricos” e risos diante do estado impecável dos celulares, que ainda estavam lacrados em suas embalagens originais.

A situação virou pauta em sites internacionais e provocou comentários diversos nas redes, que iam desde a nostalgia por aparelhos da Nokia até reflexões sobre como o tempo transformou uma simples entrega em um registro de memória tecnológica.

Celulares fora de uso, mas não sem valor

Apesar de obsoletos para os padrões atuais, os aparelhos recebidos possuem valor sentimental e até colecionável. 

Em fóruns especializados, modelos como os exibidos no vídeo podem chegar a cifras consideráveis entre entusiastas da história da telefonia móvel.

Embora o comerciante não tenha revelado o que pretende fazer com os itens, se vai guardar, revender ou expor, o caso serviu como um lembrete inusitado de como o tempo e os eventos geopolíticos podem interferir até nas transações mais simples.

Nesses 16 anos, a Nokia, que já foi líder global em vendas de celulares, perdeu espaço com o avanço dos smartphones modernos, mas segue sendo lembrada pela durabilidade de seus produtos e legado na cultura digital. Este episódio inesperado resgata, ainda que de maneira inusitada, a força simbólica da marca.

* Com informações do Android Police

Google Tradutor testa função que pode mudar como entendemos traduções no app

Imagem: Shutterstock/Reprodução

Uma mudança discreta, mas promissora, pode estar a caminho no Google Tradutor. Recentemente, noticiamos que a plataforma ganhou o recurso de tradução em tempo real.

Ainda longe dos holofotes, um novo recurso vem sendo testado dentro do aplicativo e, se sair do laboratório, poderá oferecer uma abordagem mais refinada para quem depende de traduções rápidas e contextualizadas.

Na prática, trata-se de uma possível atualização que permitirá ao usuário ver várias opções de tradução para uma mesma frase ou termo

Isso contrasta com o modelo atual, que tende a apresentar uma única resposta por vez e, às vezes, limitada demais para quem precisa de nuance ou precisão.

O que se sabe até agora

De acordo com apuração do Android Police, novidade foi encontrada dentro do código da versão mais recente do app para Android. Não foi anunciada oficialmente pelo Google, tampouco liberada para testes públicos. 

Mesmo assim, a descoberta, feita por especialistas em engenharia reversa, acendeu o sinal de que mudanças podem estar a caminho.

Entre os indícios, está o comportamento de uma nova interface que oferece traduções alternativas, algumas mais formais, outras mais coloquiais. A ideia seria deixar o usuário decidir qual opção soa melhor para o contexto em que ele pretende usar a frase.

Por que isso importa?

Embora o Google Tradutor seja uma das ferramentas mais populares do mundo, nem sempre ele acerta no tom ou na escolha de palavras. 

Uma tradução pode até ser tecnicamente correta, mas soar estranha quando usada em uma conversa informal ou, ao contrário, pouco apropriada em um ambiente profissional.

A possibilidade de escolher entre diferentes versões pode representar um ganho real, especialmente para quem usa o aplicativo como apoio em textos, reuniões ou estudos. Isso também pode evitar mal-entendidos que muitas vezes nascem de traduções literais demais.

A IA por trás das cortinas

Esse movimento do Google acompanha a evolução do próprio Tradutor, que nos últimos anos tem se apoiado cada vez mais em inteligência artificial para entregar resultados mais próximos do uso real da linguagem. 

A incorporação de modelos como o Gemini, do próprio Google, tende a reforçar essa direção: menos máquina, mais linguagem natural.

Mesmo assim, é importante dizer que a função ainda está em fase embrionária. Pode nunca ser lançada ou chegar apenas a um grupo restrito de usuários, como costuma acontecer em testes conduzidos pela empresa.

* Com informações do Android Police

Google prepara compra direta pela busca e aposta em IA para revolucionar o e-commerce

Imagem: Shutterstock/Reprodução

O Google está desenvolvendo um novo recurso que pode redesenhar a jornada de compra na internet. A empresa testa uma função que tornaria possível adquirir produtos diretamente pela página de pesquisa, sem precisar acessar sites de terceiros.

A ideia por trás da ferramenta é simples, mas ousada: encurtar o caminho entre o desejo e a compra. Ao digitar o nome de um produto no Google Pesquisa, o consumidor poderia ter acesso a um ambiente completo de transação. Desde a escolha do item até o pagamento, tudo aconteceria ali mesmo, na interface da busca.

Varejistas de peso na retaguarda

A proposta tem ganhado corpo com o apoio de grandes empresas do setor. Informações apontam que mais de 20 varejistas estariam envolvidos nos testes, entre eles gigantes como Shopify, Walmart e Etsy. São essas marcas que devem fornecer a estrutura para que o sistema funcione de ponta a ponta.

Além disso, os pagamentos seriam feitos por ferramentas já familiares ao público, como o Google Wallet. Há ainda a expectativa de que outras plataformas, como PayPal, sejam compatíveis em breve.

Inteligência artificial como operadora da transação

Por trás dessa mudança está um conceito que vem ganhando espaço: o uso de inteligência artificial em tarefas práticas do dia a dia. 

Nesse caso, trata-se de uma IA que funciona como agente do usuário, identificando produtos, tomando decisões e realizando ações, como clicar ou preencher dados, sem que a pessoa precise fazer tudo manualmente.

É um passo além do assistente. A tecnologia, ainda em fase de testes, integra recursos da chamada ‘agentic AI’, pensada para agir em nome do consumidor. Inicialmente, a funcionalidade deve aparecer em modos específicos de busca que utilizam IA generativa.

Uma nova forma de pesquisar e comprar

Na prática, o que está em jogo é mais do que conveniência. O Google parece buscar uma reformulação do papel que desempenha no e-commerce. 

Em vez de servir apenas como ponto de partida para encontrar produtos, a plataforma quer ser também o ponto final da jornada.

Essa integração pode beneficiar usuários que querem rapidez e menos fricções na hora de comprar. Para o Google, significa reter atenção por mais tempo, algo cada vez mais valioso em um mercado de buscas disputado por rivais como Amazon e TikTok.

Ainda não há confirmação oficial sobre quando ou se o recurso será lançado em larga escala. Mas os primeiros testes indicam que a experiência de compra pela internet pode estar prestes a mudar de forma mais silenciosa do que se imagina.

Google dificultará instalação de APK fora da Play Store no Android

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App play store install apk
Reprodução/Gemini

O Google confirmou que a instalação de APKs fora da loja oficial se tornará um processo mais complexo no Android através de um fluxo de “alta fricção” para elevar a proteção contra malwares. A medida, que começa de forma rigorosa no Brasil em setembro, exige que desenvolvedores se registrem ou que usuários passem por etapas extras de alerta. O objetivo é reduzir riscos de segurança e garantir que o usuário entenda os perigos de fontes externas.

A mudança foi detalhada por executivos que descreveram o novo método como um processo de “instalação de alta fricção”. Matthew Forsyth, diretor de produto da Google Play, explicou que o intuito não é proibir o sideloading, mas sim criar uma “camada de responsabilidade”. Na prática, ao abrir um arquivo externo, o sistema pedirá confirmações adicionais para garantir que o dono do aparelho compreenda os riscos de baixar apps de fontes alternativas ao ecossistema Google.

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O conceito de fricção e o novo cronograma

Abaixo, detalhamos os dados fundamentais sobre o cronograma de ativação e os parâmetros técnicos dessa nova restrição de instalação manual, conforme revelado pelas recentes movimentações da empresa:

ItemDetalhes da Implementação
Início da OperaçãoSetembro de 2026
Países da Fase 1Brasil, Indonésia, Singapura e Tailândia
Origem do CódigoRegistros internos ativos desde julho de 2025
Versão da Play StoreBuild 49.7.20-29 em diante
Requisito TécnicoConexão ativa com a internet para verificação

Novas barreiras técnicas e alertas do sistema

Códigos da versão 49.7.20-29 da Play Store revelaram que o sistema terá mensagens como “Instalar sem verificar”. O texto reforça que desenvolvedores não verificados podem colocar dados em risco. Outro ponto vital é a necessidade de conexão com a internet para validar a identidade do criador do app. Sem sinal de operadora ou Wi-Fi, o usuário verá um aviso informando que não é possível validar a procedência do software, criando um obstáculo para instalações offline.

Para acalmar os usuários experientes, o Google prometeu um “fluxo de instalação avançado”. Esse caminho permitiria instalar softwares sem verificação completa, mas apenas após avisos insistentes e etapas extras. Grupos como o F-Droid expressam preocupação com a mudança. Eles temem que essas barreiras desencorajem o uso de lojas alternativas, consolidando o domínio da Play Store através de mensagens intimidantes que podem assustar o consumidor menos técnico.

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Impacto no mercado brasileiro e histórico

O cronograma coloca o Brasil como pioneiro no novo sistema, ao lado de Indonésia, Singapura e Tailândia. A previsão de ativação é para setembro de 2026. Para os clientes das operadoras brasileiras, isso significa que a experiência de personalizar o smartphone com apps de terceiros mudará no segundo semestre. Será exigida mais atenção aos termos de segurança, impactando diretamente quem utiliza ferramentas de nicho não disponíveis na loja oficial do sistema Android.

Embora os avisos pareçam novos, Marc Prud’hommeaux, do projeto App Fair, notou que partes desse código já existiam desde julho de 2025. Isso prova que o Google planeja essa restrição há tempos nos bastidores do desenvolvimento. A diferença atual é que a interface de aviso saiu do nível profundo do sistema e foi integrada diretamente ao aplicativo da Play Store. Isso torna a barreira muito mais visível, confrontando o usuário final com alertas de risco explícitos.

Debate sobre segurança e autonomia

O debate foca no equilíbrio entre segurança e liberdade de escolha. Enquanto o Google defende a proteção contra ataques cibernéticos, críticos veem a “alta fricção” como tática para desencorajar a concorrência. O fato é que o usuário encontrará mais dificuldades para executar arquivos baixados de sites ou fóruns, algo que era simples em versões antigas. Essa mudança altera a filosofia de plataforma aberta que sempre foi uma marca registrada do sistema móvel mundial.

Por fim, descobertas em “teardowns” indicam intenções, mas o Google pode ajustar essas travas até o lançamento. A empresa ainda não detalhou como o fluxo avançado funcionará para apps totalmente desconhecidos. O consumidor brasileiro deve aguardar setembro para entender como as novas regras afetarão o uso diário de seus smartphones. A autonomia sobre o aparelho será testada frente às novas políticas de proteção de dados e integridade impostas pela gigante de tecnologia.

UE endurece regras e pressiona países a banirem Huawei e ZTE de redes críticas

Imagem: Midjourney/Reprodução

A União Europeia voltou a acender o sinal de alerta sobre o uso de equipamentos de empresas chinesas nas redes de telecomunicação do bloco. 

Agora, a Comissão Europeia propõe que a retirada da Huawei e da ZTE, antes apenas recomendada, se torne uma exigência formal entre os 27 países-membros.

A proposta circula entre os bastidores de Bruxelas com um objetivo claro: reforçar a segurança das infraestruturas críticas, especialmente as que envolvem o 5G. Para isso, a Comissão quer que os países se comprometam com prazos definidos para substituir os equipamentos desses fabricantes.

Orientações que ganham força de lei

Desde 2020, os governos da UE recebem orientações por meio de uma espécie de manual técnico conhecido como “5G Toolbox”. 

Ele alerta sobre riscos potenciais no uso de equipamentos de origem considerada sensível. O problema é que, até agora, a adesão tem sido irregular.

Apenas 11 países, segundo a própria Comissão, cumpriram as diretrizes integralmente. Outros permanecem reticentes, seja por questões econômicas, seja por pressões diplomáticas. Alemanha e Itália estão entre os que ainda mantêm fornecedores chineses em operação.

Segurança ou política? Empresas reagem

Huawei e ZTE, as duas gigantes chinesas do setor, rechaçam qualquer alegação de ameaça. Afirmam operar com transparência e cumprir as normas locais. 

A Huawei, em nota, sugeriu que a discussão tem mais a ver com disputas geopolíticas do que com aspectos técnicos.

Pequim também reagiu. O governo chinês classificou a movimentação da Comissão como uma “atitude discriminatória”, insinuando que poderá responder com medidas comerciais.

O impacto vai além das fronteiras da União

Se for adiante, a proposta europeia pode desencadear ondas maiores. O corte de duas grandes fornecedoras do mercado pode favorecer concorrentes de países ocidentais e provocar reações em outras regiões do mundo que adotam modelos semelhantes ao europeu em suas redes.

Para o mercado, o sinal é claro: há uma redefinição de prioridades em curso e os critérios não são mais apenas custo e desempenho, mas também confiança e soberania tecnológica.

Ainda há dúvidas sobre o caminho final

A proposta da Comissão ainda precisa do aval político dos Estados-membros, o que não será simples. O cenário é fragmentado, com diferentes níveis de envolvimento com fornecedores chineses, além de interesses comerciais em jogo.

Enquanto isso, empresas de telecomunicações acompanham a discussão com cautela. Um eventual banimento exigirá investimentos pesados em substituição de infraestrutura e tempo. O consenso, por ora, parece distante.

Invasão de Trump a Venezuela trava saída de dona da Vivo na América Latina

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Telefonica venezuela vivo
Divulgação/Telefónica

A invasão de Donald Trump na Venezuela no início de 2026, complicou a estratégia da Telefónica, dona da Vivo, de concluir sua saída da América Latina Hispânica, uma vez que a deposição de Nicolás Maduro gerou uma instabilidade geopolítica que impede a precificação correta de ativos e afasta investidores globais. O movimento audacioso do governo dos Estados Unidos criou um cenário de incerteza no país vizinho, forçando a gigante espanhola a pausar negociações estratégicas enquanto aguarda novas definições regulatórias.

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O peso do mercado venezuelano e a herança da Movistar

A Telefónica é, atualmente, a maior operadora móvel da Venezuela em número de assinantes, atuando sob a marca Movistar com uma base de quase 9 milhões de clientes e mais de 40% de participação de mercado. Presente no país desde 2004, após adquirir ativos da BellSouth, a empresa acumulou perdas severas ao longo de duas décadas devido à hiperinflação e desvalorização cambial extrema. A operação, embora relevante em escala, tornou-se um passivo financeiro difícil devido às restrições para repatriar lucros.

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Valores e status das operações na América Latina

A estratégia de desinvestimento da Telefónica, batizada de “Transform & Grow”, busca reduzir custos em 3 bilhões de euros até 2030. Enquanto a Venezuela trava devido ao fator político, outros mercados já apresentam números consolidados ou negociações em estágio avançado. Veja abaixo os valores envolvidos e o status das principais operações da região sob a gestão de Marc Murtra, excluindo o Brasil, que permanece como o pilar central da companhia:

MercadoOperação (Marca)Valor Estimado / StatusComprador / Interessado
ArgentinaTelefónica ArgentinaUS$ 1,245 bilhãoTelecom Argentina (Personal)
ColômbiaColtel (67,5%)US$ 400 milhõesMillicom International (Tigo)
MéxicoMovistar MéxicoUS$ 2 bilhõesJPMorgan (Buscando compradores)
UruguaiMovistar UruguaiUS$ 350 – US$ 400 milhõesGrupo Clarín / Telecom Argentina
PeruTelefónica del PeruReestruturação / FalênciaRothschild (Mandato de venda)
ChileMovistar ChileEm negociação ativaMillicom / América Móvil

O fator Trump e a barreira diplomática em 2026

Com os Estados Unidos temporariamente no controle da transição venezuelana, a Telefónica agora precisa do aval direto de Trump para alienar sua operação no país. Três caminhos principais são discutidos nos bastidores: uma fusão com a estatal CANTV, a venda para a rival local Digitel ou um acordo com players internacionais como a Millicom. Contudo, a prioridade do governo americano na extração de petróleo reduz o foco em estabilizar o ambiente de telecomunicações rapidamente, o que afasta novos investidores.

Analistas sugerem que Trump pode tentar forçar a entrada de uma operadora dos EUA no mercado venezuelano, mas o histórico é desanimador. Operadoras como AT&T e Verizon já sofreram perdas bilionárias na região; a Verizon foi expulsa em 2007 durante a reestatização da CANTV, e a AT&T abandonou o mercado de TV paga em 2020 devido às sanções. Esse receio corporativo americano é um dos principais motivos pelos quais a saída da dona da Vivo torna-se tão complexa e incerta no atual cenário político.

O foco da Telefónica na Vivo e no mercado brasileiro

Apesar dos percalços na região hispânica, a Telefónica mantém sua meta de fortalecer as operações core em 2026, com foco total no Brasil, Alemanha, Espanha e Reino Unido. No Brasil, a Vivo não faz parte do plano de venda e segue como a principal geradora de caixa do grupo na América Latina. A demora em resolver a questão venezuelana, no entanto, consome recursos gerenciais que deveriam estar voltados para a expansão da fibra óptica e do 5G no território brasileiro, que é a prioridade da holding.

A incursão militar e política de Trump também projeta sombras sobre fornecedores como as chinesas Huawei e ZTE. Com a influência crescente de Washington na região, espera-se uma pressão maior para a exclusão de componentes chineses das redes de infraestrutura crítica. Para a Telefónica, isso significa que seus ativos à venda na Venezuela e em países vizinhos podem perder valor caso precisem passar por uma troca forçada de tecnologia de rede para agradar o novo alinhamento geopolítico da região.

Como a IA pode economizar até 25% de energia nas redes de telecom

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Torre de celular
Kabiur Rahman Riyad/Unsplash

Atualmente, operadoras de telecomunicações globais estão implementando inteligência artificial para reduzir o consumo de energia em suas redes 5G, visando atingir as metas de Net Zero da GSMA até 2050 através da automação inteligente de sites ociosos. Essa transformação ocorre diretamente na infraestrutura das redes móveis para combater o aumento de custos operacionais e a pressão ambiental gerada pelo crescimento exponencial do tráfego de dados. Com isso, as empresas buscam equilibrar a alta demanda digital com a sustentabilidade financeira e ecológica.

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O cenário de consumo no setor de telecomunicações

As operadoras de telecomunicações figuram entre as corporações mais famintas por eletricidade no mundo, respondendo por cerca de 1% a 2% da demanda global. Com a expansão do 5G, esse consumo tende a subir de forma alarmante, colocando em risco os compromissos ambientais. A sustentabilidade deixou de ser apenas uma estratégia de marketing para se tornar uma necessidade econômica, visto que os custos de energia estão espremendo as margens de lucro das empresas em diversos mercados.

Fator de PressãoDescrição do Cenário Atual
Demanda GlobalTelecom consome de 1% a 2% de toda a eletricidade do planeta.
Meta SetorialCompromisso Net Zero da GSMA estabelecido para o ano de 2050.
Expansão 5GAumento contínuo do tráfego de dados impulsiona o consumo energético.
Viés EconômicoPressão de investidores e reguladores por pegadas de carbono menores.

Otimização da RAN: o ponto de virada

A Rede de Acesso via Rádio (RAN) é o ponto crítico de qualquer esforço de economia, pois representa aproximadamente 75% da energia total consumida em um site móvel. Existe uma ineficiência estrutural histórica: as torres de celular continuam gastando quase a mesma quantidade de eletricidade em horários de pico ou durante a madrugada, quando o tráfego é mínimo. Operadoras tinham receio de desligar equipamentos por medo de quedas de sinal, mas a inteligência artificial está mudando essa realidade técnica.

Abaixo, listamos os principais benefícios e dados colhidos em implantações iniciais de sistemas inteligentes aplicados à infraestrutura de redes móveis:

  • Economia média confirmada: Entre 6% e 10% em pilotos iniciais;
  • Potencial máximo: Reduções de até 25% sem perda de experiência do usuário;
  • Ganhos na RAN: Economia de mais de 20% com o uso de “modo sono” inteligente;
  • Manutenção: Redução de emissões ao evitar deslocamentos de caminhões de serviço;
  • Sustentabilidade: Uso de títulos verdes para financiar os upgrades tecnológicos.

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IA Especializada vs. IA Generativa

Diferente dos chatbots e modelos de linguagem que dominam as manchetes e consomem muita energia, a inteligência artificial para telecom é especializada e eficiente. Ladan Pickering, da 1Finity, destaca que essas aplicações consomem drasticamente menos energia do que a construção dos modelos originais. Elas operam monitorando padrões de tráfego para ajustar servidores e sistemas de resfriamento em tempo real, garantindo que a capacidade da rede sempre acompanhe a demanda real sem desperdícios.

Além da economia direta, a inteligência artificial permite uma integração mais fluida com fontes de energia renovável. Ao prever picos de demanda, o sistema pode agendar operações pesadas para momentos de maior oferta de energia solar ou eólica. Isso também se estende aos centros de dados, onde o resfriamento automatizado reduz não apenas o consumo elétrico, mas também o uso de água, tornando a operação significativamente mais ecológica e alinhada às expectativas dos novos consumidores.

Desafios e o futuro da rede verde

A implantação dessas medidas exige um capital inicial elevado, o que pode ser um obstáculo para operadoras já endividadas. No entanto, o custo de não agir é maior, com riscos regulatórios e perda de competitividade frente a consumidores que preferem marcas ecologicamente responsáveis. O futuro do setor depende da disciplina em adotar essas tecnologias inovadoras, transformando a eficiência energética em um diferencial estratégico para sobreviver em um mercado de crescimento contínuo e recursos finitos.

Netflix pagará US$ 82 bilhões pela Warner em dinheiro vivo

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Netflix Warner
Reprodução/Gemini

A Netflix concordou em adquirir os estúdios da Warner Bros. Discovery e a HBO Max em uma transação integralmente em dinheiro de US$ 82,7 bilhões, visando barrar uma oferta rival hostil da Paramount Skydance. A movimentação, confirmada por porta-vozes das companhias à Variety, tem como objetivo simplificar a estrutura do negócio e garantir segurança financeira absoluta aos acionistas do estúdio centenário, acelerando o caminho para a votação final.

Leia mais:

A mudança estratégica para pagamento em espécie

A mudança para o pagamento integral em espécie altera os termos originais de dezembro, que previam o uso de ações da compradora na negociação. Com os novos termos, a Warner recusa proposta de US$ 108 bi da Paramount e mantém acordo com a Netflix por considerar que os US$ 27,75 fixos por papel eliminam a exposição à volatilidade do mercado, garantindo um caminho mais veloz para a aprovação dos acionistas, que deve ocorrer até abril de 2026, protegendo o valor do investimento original.

Netflix Warner Bros HBO Max
Reprodução/ChatGPT

Apesar da segurança oferecida pela oferta atual, a Paramount Skydance continua exercendo pressão com uma proposta de US$ 108,4 bilhões e questionando a transparência do acordo. Em um novo desdobramento jurídico, a Paramount aciona Warner Bros na justiça para abrir caixa preta da Netflix visando obter avaliações detalhadas sobre a divisão de ativos. A rival tenta convencer o conselho de que sua oferta é mais vantajosa para o futuro da companhia a longo prazo, prometendo uma disputa acirrada.

A batalha judicial e a cisão da Discovery Global

Uma parte essencial da reestruturação envolve a criação da Discovery Global, que não faz parte da venda e manterá canais lineares como CNN, TNT e Discovery Channel. A Netflix contribuirá para reduzir a dívida líquida desta nova empresa, cuja separação deve ser concluída entre seis e nove meses. Essa organização corporativa é vital para que a união dos estúdios seja concluída sem entraves regulatórios significativos nos próximos meses, garantindo a transição de um vasto catálogo de sucessos.

Detalhes da OfertaValores e Prazos
Valor TotalUS$ 82,7 bilhões (R$ 444 bilhões)
Valor por AçãoUS$ 27,75 (100% em dinheiro)
Multa de RescisãoUS$ 5,8 bilhões (caso o negócio falhe)
Prazo de Conclusão12 a 18 meses (estimativa)
Votação de AcionistasPrevista para abril de 2026

A reação do mercado financeiro tem sido intensa, com grandes nomes monitorando de perto a consolidação das duas potências de entretenimento. A confiança no desfecho positivo do negócio é reforçada por movimentações de investidores estratégicos no cenário internacional. Um exemplo notável é que o ex-presidente Trump investe em títulos da Netflix e Warner logo após anúncio de fusão, evidenciando que os novos termos em dinheiro tornaram os papéis das companhias extremamente atraentes para o setor de investimentos financeiros.

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O futuro do catálogo e o impacto para o assinante

Para os milhões de usuários de streaming, a fusão levanta dúvidas sobre o futuro da HBO Max e os valores das mensalidades. Ciente do impacto, em comunicado Netflix tranquiliza assinantes após anunciar compra bilionária da Warner Bros, ressaltando que pretende manter a qualidade das produções e expandir o acesso global às franquias. A ideia é manter o serviço da HBO de forma discreta inicialmente, otimizando os planos para que os membros tenham acesso a uma biblioteca ainda mais robusta de cinema mundial.

David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, afirmou que o acordo une duas das maiores narradoras de histórias do mundo, preservando um legado centenário de sucessos. Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, reforçou que a operação amplia o acesso a franquias como Game of Thrones e Harry Potter, fortalecendo a indústria cinematográfica. A transação ainda inclui a lucrativa divisão de games, permitindo que a gigante do streaming diversifique suas fontes de receita e ofereça experiências interativas inéditas.

Desafios regulatórios e prazos finais

A conclusão do negócio agora depende do aval de órgãos reguladores nos Estados Unidos e na Europa, que fiscalizarão o poder de mercado da nova gigante. Caso a operação seja bloqueada por questões antitruste, a Netflix deverá pagar uma multa de rescisão bilionária de US$ 5,8 bilhões à Warner. Se aprovada, a fusão deve gerar uma economia anual de até US$ 3 bilhões a partir do terceiro ano, consolidando de vez a dominância da pioneira do streaming sobre os estúdios tradicionais e redefinindo o futuro do cinema.