02/02/2026
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Claro libera pacote de internet extra gratuito para clientes no fim de ano

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Claro celular plano promoção
Reprodução/Gemini

A Claro lançou o Presente Claro clube, iniciativa que permite aos clientes dos planos Controle e Pós-Pago resgatarem gratuitamente um pacote extra de internet móvel uma vez por ano, ideal para o período de fim de ano quando o consumo de dados aumenta devido a viagens, encontros familiares e maior tempo longe de redes Wi-Fi. O benefício está disponível em todo o Brasil através do aplicativo Minha Claro Móvel e do site da operadora, podendo ser ativado a qualquer momento pelo cliente.

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Benefício responde ao aumento de consumo no fim de ano

A iniciativa surge como resposta ao comportamento dos consumidores durante o fim de ano, período marcado por viagens, confraternizações e compartilhamento intenso de conteúdo nas redes sociais. Levantamentos internos da Claro revelam que uma parcela significativa dos usuários consome 100% da franquia de dados ao menos uma vez por ano, principalmente durante férias, deslocamentos e eventos especiais.

O programa oferece 15GB extras para clientes do plano Controle e 25GB adicionais para assinantes Pós-Pago. O bônus não gera nenhum custo adicional na fatura e foi desenvolvido para apoiar a jornada digital dos consumidores nos momentos de maior necessidade de conectividade. A medida reforça o posicionamento da operadora como única no mercado brasileiro a disponibilizar esse tipo de benefício anual.

Somos a única operadora a oferecer esse tipo de benefício anual, o que reforça nosso posicionamento pioneiro e centrado no cliente. A proposta é estar presente nos momentos em que o consumidor mais precisa de internet, entregando uma vantagem que realmente impacta sua experiência“, destaca Fábio Nahoum, diretor de Marketing Clientes da Claro.

Como funciona o pacote extra

O bônus tem validade de 30 dias corridos após a ativação e funciona com prioridade de consumo. Durante esse período, todo o tráfego de dados é debitado exclusivamente da franquia bônus. Somente após o término do pacote extra, seja por expiração do prazo ou por consumo total dos gigabytes adicionais, é que a franquia mensal regular do cliente passa a ser utilizada.

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Como resgatar o benefício

Resgatar o pacote extra de internet é um processo simples e rápido. Para facilitar, confira o passo a passo:

1. Acesse o Claro clube através do aplicativo Minha Claro Móvel (Android / iOS) ou pelo site oficial da operadora;

2. Caso ainda não seja participante do programa, realize o cadastro gratuito;

3. Clientes já cadastrados podem resgatar o bônus diretamente, sem precisar utilizar pontos acumulados;

4. Após o resgate, o pacote extra é ativado automaticamente e fica válido por 30 dias.

A iniciativa demonstra o olhar centrado no cliente adotado pela Claro, valorizando o relacionamento com os consumidores e oferecendo soluções práticas para necessidades reais identificadas no dia a dia dos usuários. O benefício se destaca por não estar vinculado a promoções temporárias, mas sim como um direito anual dos assinantes elegíveis.

Mais informações sobre o Presente Claro clube e instruções detalhadas para resgate estão disponíveis no aplicativo Minha Claro Móvel e no site oficial da operadora em www.claro.com.br/claro-clube.

Paramount eleva aposta em Warner Bros com garantia de US$ 40 bi

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warner bros paramount
Reprodução/ChatGPT

Nesta segunda-feira (22), o cofundador da Oracle, Larry Ellison, ofereceu uma garantia pessoal de US$ 40,4 bilhões para reforçar a oferta hostil de US$ 108,4 bilhões da Paramount Skydance pela Warner Bros Discovery, buscando sanar dúvidas sobre o financiamento e superar a proposta concorrente da Netflix no mercado global. O movimento estratégico ocorreu logo após o conselho administrativo sinalizar resistência ao projeto, gerando uma nova onda de incertezas no setor de entretenimento.

A decisão de Larry Ellison empenhar seu patrimônio individual visa diretamente o conselho administrativo da gigante de mídia. Anteriormente, a Paramount havia indicado que o fundo da família Ellison daria o suporte financeiro, mas a diretoria criticou a estrutura por ser um fundo revogável. A movimentação surge após a Warner descartar a proposta inicial da Paramount por considerar o financiamento incerto, preferindo o caminho da fusão com a Netflix.

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A estrutura da garantia pessoal de Larry Ellison

Com a nova documentação enviada aos órgãos regulatórios, Ellison se comprometeu a não retirar ativos do fundo familiar nem transferir bens durante o período de análise da transação. Esse compromisso irrevogável tenta dar o peso necessário para que os investidores reconsiderem a oferta da Paramount. A disputa se intensificou quando a Paramount reagiu à Netflix com uma oferta de US$ 108 bilhões para tentar retomar o controle dos ativos e convencer o mercado de sua solvência.

Larry Ellison Oracle
Hartmann Studios/Flickr

Apesar do reforço na estrutura de garantias, a Paramount optou por manter o valor de US$ 30 por ação em sua proposta totalmente em dinheiro. A empresa reiterou que esses termos continuam sendo superiores ao que foi oferecido por competidores, especialmente no que tange ao pagamento direto aos acionistas. A estratégia hostil busca forçar uma mudança de posicionamento no conselho da Warner, que até o momento mantém a recomendação favorável à fusão com a gigante do streaming de vídeo global.

Novos termos da oferta e prazos estendidos

Para igualar as condições de risco, a Paramount também elevou sua taxa de rescisão regulatória para US$ 5,8 bilhões. Além disso, o prazo de validade da oferta pública de aquisição foi estendido até o dia 21 de janeiro de 2026. O cenário atual é reflexo do momento em que a Netflix anunciou a compra histórica da Warner e HBO Max pelo valor de US$ 83 bilhões, forçando a Skydance a reformular completamente suas garantias e prazos para permanecer competitiva.

Do outro lado da disputa, a Netflix apresentou um acordo sólido que inclui o pagamento de dívidas e o compromisso de manter lançamentos nos cinemas. O conselho da Warner prefere este caminho por considerá-lo menos incerto financeiramente, alegando que o lance da Paramount seria ilusório. O otimismo da plataforma de streaming foi reforçado logo após a gigante do streaming tranquilizar seus assinantes sobre a continuidade e a qualidade dos serviços durante todo esse processo de transição.

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Barreiras regulatórias e o futuro do mercado

Caso a Paramount saia vitoriosa, a união com a Warner criaria um estúdio maior que a Disney, atual líder do setor. No entanto, o caminho regulatório não será simples. Tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, órgãos de defesa da concorrência devem analisar o impacto da fusão. Até mesmo o governo americano sinalizou que pretende opinar sobre a transação, refletindo as preocupações sobre a concentração de mídia e controle de conteúdo televisivo que impacta milhões de lares.

O mercado reagiu positivamente às novas garantias de Ellison, com as ações da Paramount-Skydance subindo mais de 5% no pregão de segunda-feira. Por outro lado, as ações da Netflix recuaram levemente enquanto investidores digerem os riscos de uma guerra de lances prolongada. A batalha pelo controle de catálogos icônicos, como os da HBO e CNN, define os rumos da guerra do streaming, onde o volume de conteúdo original é o maior diferencial competitivo para atrair assinantes.

Oi encabeça lista de operadoras com mais ações na Justiça brasileira

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Imagem: Midjourney/Reprodução

Um levantamento baseado em estatísticas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta a Oi como a operadora de telecomunicações com o maior volume de processos judiciais no país. 

A empresa acumula mais de 171 mil ações ativas e passivas até outubro de 2025, superando as demais concorrentes do setor.

Do total, 166,7 mil processos têm a Oi como ré ou requerida, figurando no polo passivo. Os outros 4,5 mil casos foram iniciados pela própria operadora, o que representa sua atuação no polo ativo. 

Os dados envolvem diferentes CNPJs do grupo, como Oi S.A., Oi Móvel, Telemar Norte Leste e a antiga TNL PCS, todas em recuperação judicial.

Vivo, Claro e TIM completam o ranking

Na segunda posição do ranking aparece a Vivo, com cerca de 119 mil ações judiciais. Desse total, 112,7 mil estão no polo passivo e 6,4 mil no ativo

A operadora, que possui a maior base de clientes do setor, também se destaca como a que mais aciona a Justiça entre as grandes.

Já a Claro, terceira colocada, soma 87 mil processos, sendo a maioria (82,3 mil) com a empresa como ré. A TIM surge em seguida, com 61 mil casos, dos quais 58 mil envolvem a operadora como demandada. Ambas têm registros associados a múltiplas razões sociais, como Claro Nxt, TIM S.A. e TIM Celular.

Outras empresas também aparecem no levantamento

O levantamento ainda menciona Sky e Nio (nova marca da Oi Fibra), com participação no ranking, sobretudo no polo passivo. 

Além delas, a Algar figura entre os provedores de menor porte com volume relevante de ações, principalmente como autora de processos.

Justiça sobrecarregada e desafios para o setor

O alto número de processos envolvendo operadoras de telecomunicações revela um panorama de judicialização persistente no setor. Questões como qualidade do serviço, cobrança indevida e contratos são, em muitos casos, os principais motivadores das ações.

Para analistas do setor, o dado também reforça o desafio das empresas em melhorar a relação com o consumidor e reduzir litígios. O caso da Oi, por exemplo, ganha mais relevância por ocorrer em meio a um processo de recuperação judicial que se arrasta há anos e impacta diretamente sua estrutura operacional e financeira.

Subsidiária da Oi quebra com dívida de R$ 800 mi e milhares perdem emprego

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serede oi
Reprodução/ChatGPT

A juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, decretou nesta sexta-feira (19) a falência da Serede, subsidiária da Oi, após constatar a inviabilidade financeira da empresa em recuperação judicial por meio de relatórios de liquidez. A medida foi tomada para estancar prejuízos e dar transparência aos credores e funcionários, autorizando demissões imediatas e a arrecadação de bens da companhia diante de um passivo acumulado que chega aos R$ 800 milhões.

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Crise de liquidez e passivo milionário

A magistrada destacou em seu despacho que a situação da subsidiária se tornou insustentável, apresentando um patrimônio líquido negativo desde meados de junho de 2025. Esse colapso operacional ocorre em um período em que a crise da Oi se agrava e leva o governo a exigir medidas para proteger empregos e serviços no setor de telecomunicações brasileiro. Atualmente, a Serede opera apenas com a gestão da rede e a retirada de cobre, mas possui dívidas que superam sua capacidade de geração de caixa.

Imagem: DALL-E/Minha Operadora

De acordo com a decisão, a Serede enfrenta pressões crescentes por liquidez, com pendências de pagamento acumuladas e débitos relevantes junto ao grupo controlador estimados em cerca de R$ 300 milhões. O relatório de viabilidade financeira apresentado pela administração judicial confirmou que não há fundamentos para a continuidade das atividades comerciais. Sem prestar serviços públicos essenciais, a empresa perdeu sua função estratégica dentro da estrutura corporativa da operadora.

Impacto social e ociosidade laboral

Do quadro total de 4.759 empregados da companhia, cerca de 1.741 já estavam em situação de ociosidade forçada pela falta de novos contratos e insumos básicos. Recentemente, o cenário jurídico nacional registrou um episódio onde o TJRJ ordenou que a Anatel liberasse R$ 450 milhões para a Oi pagar salários, evidenciando a fragilidade financeira generalizada de todo o grupo. Para a magistrada, manter o funcionamento da Serede seria apenas prolongar a incerteza para milhares de famílias de trabalhadores.

A antecipação dos efeitos da falência busca, segundo a Justiça, permitir que esses profissionais tenham clareza sobre sua condição laboral e possam acessar seus direitos. A falta de recursos em caixa para o pagamento imediato de rescisões é um dos pontos mais críticos destacados no relatório, o que motivou a autorização para que a administradora judicial inicie negociações diretas com os sindicatos para formalizar os desligamentos e buscar alternativas para a quitação das verbas.

Providências imediatas e rescisões

A decisão judicial impõe a suspensão de todas as obrigações extraconcursais por um período de 60 dias e determina a rescisão automática de contratos vigentes da companhia. A administradora judicial Tatiana Binato foi mantida e autorizada a coordenar os desligamentos, iniciando também a arrecadação física e digital dos bens remanescentes. Tais ativos deverão ser futuramente liquidados para tentar abater parte da dívida trabalhista e com fornecedores externos de forma organizada.

A arrecadação imediata de bens visa proteger o patrimônio da massa falida contra possíveis deteriorações ou desvios, garantindo que o processo de liquidação ocorra com a máxima transparência. A magistrada ressaltou que a prioridade agora é organizar o passivo para que os credores, especialmente os de natureza trabalhista, saibam exatamente quais recursos estarão disponíveis para o rateio após a venda dos ativos físicos e direitos contratuais que a empresa ainda detinha.

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Reação dos sindicatos e pedidos de bloqueio

Representantes da FITTLIVRE e do Sintel-RJ expressaram forte indignação, alegando que foram pegos de surpresa pela decisão nas vésperas das celebrações de Natal. Os sindicalistas pretendem agora acionar a Justiça para garantir o bloqueio de recursos específicos da operadora mãe ou de fundos setoriais para assegurar o pagamento integral de rescisões, bônus natalinos e salários atrasados. O clima é de grande apreensão entre os profissionais que aguardam uma solução para suas garantias.

As federações sindicais argumentam que o processo de falência não pode ignorar o caráter alimentar dos salários e que a responsabilidade deve ser compartilhada pela controladora. Eles alegam que reuniões realizadas pouco antes da decisão indicavam uma situação de regularidade nos pagamentos, o que gerou um sentimento de traição por parte dos trabalhadores. A mobilização sindical deve se intensificar nos próximos dias com o objetivo de priorizar a folha de pagamento no processo de liquidação.

Ministra da Cultura reforça urgência na regulamentação do streaming no Brasil

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Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Reprodução

Na última sexta-feira (19), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, declarou que a regulamentação dos serviços de streaming no Brasil é uma medida necessária e urgente

A fala foi dada no programa ‘Bom Dia, Ministra’, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e reforça o empenho do governo federal em avançar com o Projeto de Lei 2.331/2022, também conhecido como PL do streaming, que teve a sua tramitação no Senado adiada para 2026.

Segundo a ministra, o governo tem se debruçado sobre o texto para contribuir com melhorias e garantir que o projeto contemple os interesses do setor audiovisual brasileiro. 

Menezes frisou que a proposta não configura uma taxação das plataformas, mas sim um esforço por ajustes regulatórios que favoreçam a cultura nacional.

Cinco pilares para o setor audiovisual

O governo federal apresentou cinco pontos que considera fundamentais para o futuro da regulação:

  • Alíquota de 3% para a Condecine-streaming, criando previsibilidade e isonomia no mercado;
  • Manutenção da Condecine-Remessa, importante para o financiamento da produção nacional;
  • Vedação do uso de recursos em conteúdos ‘originais’ das próprias plataformas, priorizando produções independentes;
  • Cota de 10% de conteúdo brasileiro nas plataformas, excluindo obras próprias;
  • Janela de nove semanas entre cinema e streaming, valorizando o circuito exibidor e a produção nacional.

As medidas, segundo a ministra, visam fortalecer a indústria audiovisual local e equilibrar a relação entre grandes plataformas e o setor cultural brasileiro.

PL do streaming avança no Congresso

O projeto relatado pelo senador Eduardo Gomes (PL-TO) avançou após um longo período de estagnação na Câmara dos Deputados. Nese contexto, o Ministério da Cultura tem atuado para que a proposta garanta condições mais justas de mercado e promova o reinvestimento dos valores arrecadados no próprio ecossistema audiovisual.

Margareth Menezes destacou ainda que a discussão envolve grandes interesses econômicos, mas que a intenção do governo é construir um marco regulatório sólido e funcional. 

Ela comparou o cenário a uma batalha entre “Davi e Golias”, destacando a necessidade de equilíbrio e justiça para com os produtores nacionais.

“É quase um combate entre Davi e Golias, mas a gente tem que  fazer, e temos fé de que vamos conseguir criar uma base em termos de regulação, para trazer mais investimentos para o audiovisual brasileiro”, destacou.

A proposta segue em análise no Senado, com expectativa de que seja votada no começo do próximo ano legislativo. Para o governo, o PL do streaming representa uma oportunidade de modernizar a legislação e alinhar o país às novas dinâmicas do consumo de conteúdo digital.

* Com informações da EBC e da Agência Brasil

Grupo vaza 300 TB de músicas do Spotify para download via torrent

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Imagem: Midjourney/Reprodução

Um dos maiores vazamentos da história recente do streaming digital acaba de atingir o Spotify. O grupo ativista Anna’s Archive, conhecido por supostamente promover o “acesso livre ao conhecimento”, alega ter extraído e distribuído cerca de 300 terabytes de conteúdo da plataforma, incluindo áudio e metadados de milhões de faixas musicais.

A ação, classificada por especialistas como uma das mais impactantes no campo dos direitos autorais, envolveu engenharia reversa de sistemas de proteção digital (DRM) e scraping em larga escala. 

De acordo com os próprios responsáveis pela iniciativa, foram coletados dados de aproximadamente 86 milhões de músicas e 256 milhões de registros de metadados, abrangendo 99,6% de toda a atividade de escuta da plataforma até julho de 2025.

Acervo completo circula em torrents

Todo esse material já está sendo compartilhado via redes peer-to-peer (P2P), em torrents organizados por popularidade. A proposta do Anna’s Archive é, segundo o grupo, criar um “arquivo de preservação cultural”, voltado especialmente para músicas menos conhecidas, que correm o risco de desaparecer caso fiquem inacessíveis nas plataformas comerciais.

Entretanto, a ação viola diretamente os termos de uso do Spotify e levanta questões sérias sobre o respeito à legislação de direitos autorais. 

A empresa sueca confirmou, em nota enviada à imprensa internacional, que detectou acessos não autorizados e o uso de “táticas ilícitas” para burlar seu sistema de proteção. Embora o comunicado não confirme a dimensão do vazamento, afirma que uma investigação já está em curso.

Especialistas alertam para riscos maiores

O caso vai além da pirataria tradicional. Para nomes do setor de tecnologia, como Yoav Zimmerman, CEO da startup Third Chair, a exposição desse volume de dados pode acelerar o surgimento de plataformas alternativas, como serviços de streaming caseiros, baseados em servidores privados e com acesso gratuito ao acervo vazado.

Além disso, a disponibilização pública desse conteúdo em larga escala representa uma oportunidade inédita para empresas que trabalham com inteligência artificial. 

O conjunto de arquivos pode ser utilizado, por exemplo, para treinar modelos generativos com músicas modernas, sem passar pelos complexos processos de licenciamento.

“Esse tipo de base de dados limpa e organizada sempre foi o sonho de quem desenvolve IA para criação musical. Agora, está nas mãos de qualquer um com conexão suficiente para baixar”, avaliou Zimmerman.

Consequências jurídicas ainda são incertas

Até o momento, nenhuma medida judicial formal foi anunciada pelo Spotify ou pelas gravadoras envolvidas. No entanto, é esperado que ações legais sejam movidas contra os responsáveis e que a indústria fonográfica reforce os pedidos de remoção do conteúdo das redes de compartilhamento.

Enquanto isso, o episódio revela as limitações da segurança digital no ambiente do streaming e amplia o debate sobre até onde vai a preservação cultural e onde começa a violação de propriedade intelectual.

O Spotify, foco do vazamento, segue como uma das principais plataformas de música no mundo, mas agora, enfrenta um desafio que vai além da concorrência tradicional: o da descentralização total do acesso ao seu acervo.

* Com informações do Android Authority

Retroprojetor é furtado em loja da Vivo em Anápolis; criminosas escaparam

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Imagem: Rota Policial Anápolis/Reprodução

No início de novembro, um furto dentro de uma loja da Vivo, instalada no Brasil Park Shopping, em Anápolis (GO), chamou a atenção pela audácia das envolvidas. O crime foi registrado por câmeras de segurança e ganhou repercussão após ser noticiado pelo site Rota Policial Anápolis.

De acordo com as imagens divulgadas, duas mulheres entram no estabelecimento e, disfarçadas de clientes, observam o ambiente antes de agirem. 

Uma delas chega a olhar diretamente para o circuito interno de monitoramento antes de abrir a bolsa e esconder um retroprojetor avaliado em cerca de R$ 4 mil. Após a ação, ambas deixam a loja com aparente tranquilidade.

Equipamento furtado era utilizado em atividades de atendimento

O aparelho levado pelas criminosas não fazia parte do estoque de vendas ao público, mas era um item de uso interno. De acordo com relatos, o retroprojetor era usado para fins administrativos e de apoio ao atendimento, como apresentações institucionais e exibição de conteúdos promocionais da própria Vivo.

Apesar da gravação em vídeo, que mostra claramente os rostos das suspeitas, ainda não há informações oficiais sobre prisões ou identificação das autoras do furto. Também não foi confirmado se o equipamento foi recuperado ou substituído até o momento.

Veja a íntegra do vídeo abaixo:

Investigação segue com a Polícia Civil

O caso foi registrado pela gerência da loja na delegacia local e está sendo investigado pela Polícia Civil de Goiás. Até a última atualização, a corporação não divulgou novos detalhes sobre o andamento da apuração.

Ocorrências dessa natureza colocam em evidência a importância da segurança patrimonial, especialmente em pontos de venda de grandes operadoras como a Vivo. A visibilidade da marca e o fluxo constante de pessoas em shoppings tornam esses locais vulneráveis a ações rápidas e planejadas.

A operadora não se pronunciou publicamente sobre o incidente até a publicação desta matéria.

* Com informações do Rota Policial Anápolis

Netflix restringe catálogo e bloqueia conteúdos no plano com anúncios

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Netflix tv
Reprodução/Gemini

A Netflix está restringindo o catálogo global e bloqueando títulos populares no plano com anúncios em dezembro de 2025, no Brasil e no mundo, devido a limitações de licenciamento que impedem a exibição de publicidade em certas obras. A medida pegou diversos assinantes de surpresa, que agora encontram um cadeado vermelho ao tentar acessar conteúdos específicos na modalidade mais barata, exigindo uma mudança técnica na forma como os contratos de distribuição são aplicados na plataforma de streaming para evitar multas.

No mercado brasileiro, o plano básico com publicidade custa R$ 20,90 mensais e oferece qualidade Full HD em até duas telas simultâneas. No entanto, ao selecionar produções como House of Cards ou Kung Fu Panda, o usuário se depara com a mensagem informando que o conteúdo não está disponível nessa modalidade. Essa barreira técnica não afeta as assinaturas mais caras, como o plano básico sem publicidade de R$ 44,90 ou a versão premium de R$ 59,90, que mantêm o acesso total ao acervo oferecido pela empresa.

Confira os planos da Netflix:

CaracterísticaPadrão com anúnciosPadrãoPremium
Preço mensalR$ 20,90R$ 44,90R$ 59,90
Qualidade de vídeo e áudioBoaBoaSuperior
Resolução1080p (Full HD)1080p (Full HD)4K (Ultra HD) + HDR
Telas simultâneas224
Aparelhos para download226
AnúnciosSimNãoNão

Panorama global e títulos bloqueados

A restrição atinge cerca de 135 títulos nos Estados Unidos, representando 1,74% de uma biblioteca com mais de 7.700 obras. Embora esse índice tenha caído drasticamente desde 2022, quando 5,1% do acervo era bloqueado, títulos de peso continuam sob restrição. Grande parte desses filmes pertence à Sony Pictures, incluindo lançamentos recentes como Venom: A Última Rodada e Bad Boys: Até o Fim, além de clássicos como Whiplash, que possuem contratos que não autorizam inserções publicitárias durante a reprodução.

netflix conteudo bloqueado
Reprodução/Netflix

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O papel dos estúdios e licenciamento

As travas contratuais que impedem a exibição de conteúdos na modalidade com publicidade são complexas e envolvem diversos acordos firmados antes da criação desta categoria de assinatura. Mesmo obras que ostentam o selo de exclusividade da plataforma podem sofrer com essas barreiras legais, uma vez que a propriedade intelectual muitas vezes pertence a estúdios parceiros que detêm o controle final sobre como e onde seus filmes e séries podem ser transmitidos para o público final em diferentes modelos de negócio.

  • Produções Originais sob Terceiros: Séries icônicas como House of Cards, embora distribuídas pela empresa, pertencem à produtora MRC. Como os contratos originais de produção não previam a inserção de propaganda, a exibição fica travada para quem não paga pelas versões completas. Isso mostra que nem todo conteúdo rotulado como original é de propriedade total da plataforma, dependendo de termos negociados há mais de uma década com estúdios externos que mantêm direitos sobre as obras.
  • Animações e Especiais Interativos: A DreamWorks Animation possui regras de licenciamento muito rígidas para suas obras. Títulos como O Chefinho: De Volta ao Berço e diversos especiais de Natal foram removidos ou bloqueados da modalidade com publicidade recentemente por questões comerciais. O licenciamento dessas obras infantis costuma ser mais rigoroso quanto ao tipo de propaganda exibida, levando o serviço a aplicar o bloqueio para evitar infrações jurídicas e proteger a integridade de seus parceiros.
  • Acordos de Janela com Grandes Estúdios: A Sony Pictures é a principal provedora de filmes bloqueados atualmente. Franquias como Homem-Aranha, Karatê Kid e Bad Boys entram no catálogo, mas sem a permissão dos produtores originais para que marcas externas sejam anunciadas durante a reprodução. Essa limitação é um reflexo de contratos de primeira janela que priorizam a integridade da obra conforme acordado nos lançamentos cinematográficos anteriores, exigindo novas rodadas de conversas comerciais.

Movimentações de mercado e o futuro do catálogo

A gigante do streaming tenta compensar essas limitações com movimentos ousados no mercado de entretenimento para fortalecer sua posição. Recentemente, a empresa confirmou uma compra histórica da Warner e do catálogo do HBO Max, sinalizando uma mudança profunda no cenário competitivo. A transação bilionária ocorre após um período de especulação, onde ficou claro que a Warner descartou propostas de outros concorrentes para priorizar a parceria estratégica com a pioneira do setor.

Para evitar preocupações entre os usuários sobre possíveis novos bloqueios ou mudanças de preços, a Netflix divulgou um comunicado oficial para tranquilizar seus assinantes. O objetivo é integrar as novas franquias de super-heróis e dramas premiados sem prejudicar a experiência de quem utiliza os planos mais econômicos. No entanto, o desafio de alinhar a publicidade com os direitos autorais de tantas marcas novas continua sendo uma tarefa complexa que exigirá anos de ajustes técnicos e jurídicos globais.

TIM lança plano controle com 33 GB por apenas R$ 41,99

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tim celular plano controle
Reprodução/ChatGPT

A TIM lançou em todo o território nacional neste mês de dezembro uma oferta agressiva para atrair novos consumidores, oferecendo o seu plano controle pelo valor reduzido de R$ 41,99 através de seu aplicativo oficial.

A campanha visa aproveitar o aumento de demanda por conectividade nas festas de fim de ano, permitindo que os usuários garantam bônus de internet significativos para navegar com velocidade e economia durante todo o próximo ano no Brasil.

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Detalhes da franquia de dados e bônus

Antes de fechar o contrato, é essencial que o cliente compreenda como a franquia de internet é composta tecnicamente para não ter dúvidas sobre o volume de dados disponível no final do mês. A operadora soma diferentes benefícios temporários ao pacote básico para chegar aos 33,5 GB totais oferecidos na promoção atual de Natal, garantindo uma experiência de navegação muito superior aos planos tradicionais de entrada que vemos no mercado de telefonia.

  • Pacote básico: O plano conta com 3,5 GB de internet que formam a estrutura base da contratação, sendo o volume mínimo garantido mensalmente sem considerar as ofertas temporárias;
  • Bônus promocional: O usuário recebe um adicional generoso de 20 GB de internet todos os meses, benefício que possui validade garantida pelo período de um ano após a adesão;
  • Bônus especial: Para completar o pacote robusto, a operadora adiciona mais 10 GB de bônus especial mensal, também válido pelo prazo de 12 meses para os novos assinantes da oferta.
Imagem: Midjourney/Reprodução

Preços exclusivos e economia digital

No quesito financeiro, a empresa estabeleceu condições facilitadas para quem opta pelo autoatendimento digital. O valor mensal padrão para a oferta, considerando a permanência mínima de 12 meses, é de R$ 44,99. Contudo, ao realizar a adesão diretamente pelo aplicativo oficial “Meu TIM”, o cliente garante um desconto imediato e a mensalidade cai para R$ 41,99. Essa redução é um incentivo para que o usuário gerencie sua conta de forma autônoma e rápida pelo celular.

TIM amplia presença digital com aposta em influenciadores regionais

Para aproveitar esse valor reduzido, você deve baixar o aplicativo oficial da operadora em seu smartphone. O app está disponível para dispositivos Android na Google Play Store e também para usuários de iPhone na Apple App Store. Através da plataforma, é possível acompanhar o consumo de dados em tempo real, emitir faturas e gerenciar todos os benefícios incluídos no pacote de forma intuitiva e sem filas.

Flexibilidade para novos e antigos clientes

A campanha de fim de ano não se restringe apenas a quem está chegando agora. A operadora permite que clientes atuais realizem a troca de seu plano atual da TIM para a nova oferta promocional sem burocracias excessivas. Além disso, quem deseja trazer seu número de outra empresa através da portabilidade ou prefere ativar uma linha totalmente nova também pode aproveitar as mesmas condições e bônus, garantindo que ninguém fique de fora da grande promoção.

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Tecnologia eSIM e recomendações importantes

Para os donos de smartphones modernos, a operadora oferece a conveniência de escolher o eSIM no momento do checkout, permitindo que a ativação seja feita de forma virtual e imediata no aparelho.

Um detalhe fundamental para o consumidor é o hábito de tirar prints da tela durante todo o processo de adesão no site ou aplicativo. Esse registro serve como uma prova documental das condições, bônus e valores contratados, oferecendo maior segurança em eventuais disputas.

Como garantir sua oferta agora

Se você busca por um custo-benefício equilibrado para enfrentar o aumento de consumo de vídeos e redes sociais nas férias, esta pode ser a oportunidade ideal. O link oficial direciona para a página onde todos os detalhes podem ser conferidos antes do pagamento final. Clique aqui para comprar o plano e verifique as regras de fidelidade. Com o mercado de telecomunicações competitivo, garantir um preço fixo por 12 meses com alta franquia é uma estratégia de economia muito inteligente.

Amazon descobre infiltrado da Coreia do Norte por detalhe invisível

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Amazon Coreia do Norte infiltrado
Reprodução/ChatGPT

A Amazon detectou nos Estados Unidos, um infiltrado da Coreia do Norte em sua equipe de TI após notar um atraso de digitação de 110ms que revelou o financiamento ilícito do regime de Pyongyang. O caso, detalhado pelo chefe de segurança Stephen Schmidt, mostrou como agentes estrangeiros utilizam identidades falsas e infraestruturas remotas para burlar sanções internacionais, infiltrando-se em gigantes da tecnologia para desviar recursos financeiros para o programa de armas norte-coreano.

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O rastro digital que traiu o agente

A detecção ocorreu através de uma análise técnica minuciosa da latência dos comandos enviados ao servidor central da companhia em Seattle. Enquanto um trabalhador baseado em solo americano apresenta um atraso de resposta entre 20 e 50 milissegundos, o suspeito registrava constantes 110 milissegundos em suas tarefas de rotina. Esse pequeno “gaguejo digital” foi o sinal de alerta necessário para que a gigante do varejo iniciasse uma investigação profunda sobre a verdadeira origem do colaborador contratado.

Ao investigar o tráfego de rede, a equipe de segurança descobriu que o laptop fornecido pela companhia estava sendo controlado remotamente a partir da Ásia, com rastros que levavam até a China. Esse método faz parte de um esquema conhecido como “fazendas de laptops”, onde cúmplices locais recebem os equipamentos e permitem o acesso externo de agentes para mascarar sua localização real. O suspeito atuava como administrador de sistemas, mas foi removido antes de acessar dados sensíveis.

Uma rede de infiltração em escala industrial

Este incidente não é um caso isolado dentro da estrutura da Amazon, mas sim parte de um esforço coordenado de espionagem cibernética. Segundo Schmidt, a empresa já barrou mais de 1.800 tentativas de contratação ligadas à Coreia do Norte desde abril de 2024. O volume de ataques cresceu cerca de 27% a cada trimestre deste ano, evidenciando uma estratégia agressiva para infiltrar especialistas em tecnologia e desviar salários vultosos, ajudando a manter a economia do país sob sanções.

Além do atraso técnico, a Amazon identificou padrões suspeitos nos currículos desses candidatos durante as análises posteriores da equipe de RH. Muitos alegam ter estudado nas mesmas instituições de ensino ou citam experiências em consultorias internacionais que são propositalmente difíceis de verificar. Outro detalhe mencionado por Schmidt é a dificuldade desses infiltrados com nuances do idioma inglês e termos técnicos específicos, o que acionou alertas adicionais de comportamento.

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O financiamento de armas e crimes cibernéticos

O objetivo principal dessas operações é contornar sanções econômicas globais e gerar receita em moeda estrangeira para o regime norte-coreano de forma direta. Estima-se que apenas um esquema de “fazenda de laptops” descoberto anteriormente tenha gerado cerca de 17 milhões de dólares em receitas ilícitas para o país. Em 2025, os crimes cibernéticos da nação atingiram um recorde de 2 bilhões de dólares, servindo como base financeira para o desenvolvimento militar e de mísseis balísticos.

Um caso emblemático citado nas investigações envolveu uma mulher do Arizona que foi condenada a mais de oito anos de prisão por ajudar centenas de norte-coreanos. Ela atuava como ponte técnica, recebendo dezenas de laptops corporativos em sua residência e facilitando o acesso remoto dos infiltrados a partir do exterior. Na Amazon, o suspeito detectado pela lentidão do teclado foi removido dos sistemas em poucos dias, garantindo que a infraestrutura crítica permanecesse protegida.

O futuro da segurança corporativa e o modelo zero trust

O caso do infiltrado norte-coreano na Amazon acendeu um alerta vermelho sobre a fragilidade dos processos tradicionais de contratação no regime de trabalho remoto. Para mitigar esses riscos, especialistas e líderes de segurança estão redesenhando as defesas corporativas com foco em tecnologias de monitoramento técnico contínuo.

As principais estratégias que definem o futuro da segurança e o modelo Zero Trust:

  • Implementação da Arquitetura Zero Trust: Adoção de um modelo de “confiança zero”, onde nenhum usuário é considerado seguro por padrão, exigindo autenticação rigorosa para cada nível de acesso.
  • Análise de Biometria Comportamental: Monitoramento de padrões únicos do usuário, como o ritmo de digitação e a entropia nos movimentos do mouse, que servem como uma impressão digital digital.
  • Vigilância de Latência e Redes: Uso de ferramentas para detectar atrasos mínimos na transferência de dados e análise de IP para identificar o uso de proxies ou conexões satelitais suspeitas de longa distância.
  • Verificação de Identidade em Múltiplas Etapas: Reforço no funil de contratação com checagens de antecedentes mais profundas e entrevistas por vídeo analisadas para detectar inconsistências de áudio.
  • Forense Digital e Auditoria de Dispositivos: Auditoria constante dos equipamentos fornecidos para identificar softwares de controle remoto não autorizados ou tentativas de exfiltração de dados em massa.