01/02/2026
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Nokia escolhe Pure Storage para modernizar sua nuvem de telecomunicações

Imagem: Minha Operadora

A Nokia deu mais um passo na reformulação da sua estrutura voltada para redes em nuvem. A companhia anunciou que vai adotar soluções da Pure Storage em sua arquitetura baseada no Red Hat OpenShift, com foco em desempenho, escalabilidade e uso mais eficiente de energia.

A mudança visa dar suporte a aplicações nativas de nuvem, como funções de rede em contêineres, além de simplificar a gestão de dados em diferentes camadas da infraestrutura, do núcleo da rede à borda.

Segundo a fabricante, a expectativa é entregar mais previsibilidade nas operações e reduzir custos energéticos, algo cada vez mais relevante para as operadoras.

Um modelo mais flexível para os clientes

A implementação poderá ser feita de duas formas. Em uma delas, a própria Nokia fornece a arquitetura completa, pronta para uso. 

Na outra, as operadoras têm a opção de adquirir diretamente os produtos da Pure Storage, desde que respeitem os padrões técnicos definidos.

Esse formato híbrido busca dar mais liberdade às empresas, sem abrir mão da segurança e da performance exigidas pelas redes modernas.

Armazenamento de alto desempenho e menor impacto ambiental

O destaque da parceria está nos sistemas all-flash da Pure Storage. Esses equipamentos são reconhecidos por sua alta velocidade de leitura e escrita de dados, além do baixo consumo energético. Para a Nokia, é um recurso importante diante das metas ambientais que vêm ganhando força no setor.

A combinação das tecnologias também facilita a automação de tarefas e a gestão dos recursos de rede. Isso reduz a complexidade e abre caminho para uma operação mais enxuta e, ao mesmo tempo, mais ágil.

Conexão com o futuro das redes

A Nokia vem ampliando sua estratégia para atender à nova geração de redes móveis. A parceria com a Pure Storage reforça essa linha, especialmente por estar alinhada ao uso do OpenShift como plataforma base. 

Com a integração, a empresa promete um ambiente mais coeso para lidar com cargas de trabalho intensas e que exigem resposta rápida.

De acordo com as companhias, a iniciativa atende a uma demanda crescente por soluções que aliem alto desempenho e menor impacto ambiental, uma equação essencial para o futuro das telecomunicações.

Após parceria, Algar compra participação na MediQuo com foco em saúde digital

Imagem: Minha Operadora

A Algar, grupo brasileiro com atuação consolidada em tecnologia e telecomunicações, confirmou um investimento na MediQuo, empresa que atua no segmento de telessaúde. 

O movimento formaliza uma aproximação que já existia entre as duas companhias, por meio de uma parceria, e sinaliza uma mudança relevante nessa relação.

O aporte inicial é de R$ 8,4 milhões. O valor pode chegar a R$ 12,6 milhões, conforme o cumprimento de etapas futuras previstas no acordo. 

Com a operação, a Algar passa a ter uma participação minoritária na MediQuo, que até agora havia se desenvolvido sem a entrada de investidores externos.

A evolução do relacionamento

Até então, a relação entre as empresas era comercial. A MediQuo já fornecia sua plataforma de atendimento médico remoto em soluções distribuídas pela Algar. A entrada no capital transforma esse vínculo em uma associação de longo prazo.

A plataforma de telessaúde vinha registrando crescimento consistente, apoiado na ampliação do uso de serviços médicos digitais por empresas e usuários finais.

A expectativa é que os novos recursos permitam acelerar esse processo, especialmente na área de tecnologia e estrutura operacional.

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Estratégia acompanha mudança no perfil da Algar

Nos últimos anos, a Algar tem buscado reduzir a dependência de receitas exclusivamente ligadas à conectividade. O grupo passou a investir em soluções digitais, serviços corporativos e projetos considerados adjacentes ao seu negócio principal.

A saúde digital aparece nesse contexto como um campo de interesse crescente. O avanço da telemedicina no Brasil, aliado à necessidade de ampliar o acesso a atendimentos médicos, tem atraído empresas de tecnologia que enxergam espaço para inovação e escala.

Para a MediQuo, o investimento representa mais do que capital. A empresa passa a contar com um parceiro que possui estrutura tecnológica, capilaridade comercial e experiência em projetos de grande porte.

Telessaúde segue no radar do mercado

O setor de telessaúde vem ganhando tração no país, impulsionado por mudanças regulatórias, maior aceitação dos usuários e pela busca por alternativas ao atendimento presencial tradicional. Plataformas digitais passaram a ocupar espaço relevante nesse ecossistema.

A entrada da Algar como investidora reforça essa tendência. A operação indica que empresas de tecnologia e telecomunicações seguem atentas às oportunidades abertas pela digitalização dos serviços de saúde.

* Com informações do site Brazil Economy

Pix do Banco do Nordeste fica fora do ar após ataque hacker

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Imagem: Imprensa BNB/Reprodução

O Banco do Nordeste interrompeu temporariamente o funcionamento do Pix na manhã desta terça-feira (27) depois de identificar um ataque cibernético contra seus sistemas. 

A suspensão foi adotada como medida preventiva e ocorreu logo após a detecção de atividades consideradas anormais na infraestrutura responsável pelas transferências instantâneas.

A instituição confirmou o episódio e informou que a prioridade, desde o primeiro momento, foi conter qualquer risco às operações. 

Equipes técnicas passaram a atuar assim que o problema foi identificado, dando início a uma apuração interna para entender a origem e a extensão do ataque.

Medida adotada para conter riscos

Em nota divulgada à imprensa, o Banco do Nordeste afirmou que não há, até agora, confirmação de vazamento de dados de clientes nem registro de prejuízo financeiro. Ainda assim, a decisão foi manter o Pix fora do ar até que todas as análises sejam concluídas.

Segundo a instituição, a suspensão faz parte dos protocolos previstos para situações desse tipo. O BNB também comunicou o Banco Central, responsável pela supervisão do sistema Pix, e mantém contato com o órgão durante o processo de investigação.

A orientação repassada foi para que os usuários recorressem a alternativas disponíveis, como transferências tradicionais, até a normalização do sistema. Até a publicação desta matéria, o banco não informou um prazo para a retomada do Pix.

Ataques digitais e o sistema financeiro

O caso chama atenção para o aumento das tentativas de ataques cibernéticos contra instituições financeiras. Com o Pix consolidado como um dos principais meios de pagamento do país, falhas ou interrupções no sistema tendem a gerar impacto imediato para usuários e empresas.

Especialistas da área costumam apontar que a interrupção preventiva de serviços críticos é uma prática comum quando há suspeita de vulnerabilidade, mesmo sem danos confirmados. O objetivo é evitar que eventuais falhas sejam exploradas.

O posicionamento oficial do banco sobre a retomada

Conforme já mencionamos, o Banco do Nordeste afirmou que o Pix só será restabelecido após a conclusão das verificações técnicas e a confirmação de que o ambiente está seguro. Novas atualizações devem ser divulgadas pelos canais oficiais da instituição.

Até lá, o BNB segue monitorando seus sistemas e colaborando com as autoridades competentes para esclarecer o ocorrido e reforçar as medidas de proteção.

O fim da disputa? Verizon esmaga rivais em novo ranking de redes móveis

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Verizon prédio
Leon Bredella/Unsplash

No segundo semestre de 2025, a Verizon liderou o ranking de redes móveis nos EUA, superando AT&T e T-Mobile em um estudo nacional da RootMetrics que avaliou a performance geral das operadoras. A empresa venceu em sete das oito categorias analisadas, consolidando seu domínio por meio de investimentos pesados em infraestrutura e na migração para o 5G Standalone. O resultado foi obtido após testes rigorosos que comprovaram a superioridade da rede em confiabilidade e estabilidade para o consumidor final em todo o país.

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Divulgação/RootMetrics

Domínio tecnológico e consistência de rede

A Verizon brilhou ao garantir vitórias em quesitos fundamentais como confiabilidade, acessibilidade e desempenho de vídeo. A empresa demonstrou que, mesmo em um cenário de alta competitividade, a consistência de sinal tanto em áreas urbanas quanto rurais faz a diferença na percepção do usuário. Esse sucesso técnico ocorre em um momento estratégico, especialmente quando observamos que a operadora continua entre as empresas que lideram o setor de telecomunicações em prestígio no mercado global de marcas.

Abaixo, veja como ficou a distribuição dos principais prêmios nacionais do relatório:

CategoriaVencedora(s)Destaque Técnico
Desempenho GeralVerizonPontuação de 98.2
ConfiabilidadeVerizonPontuação de 98.7
AcessibilidadeVerizonConexão rápida e estável
Velocidade de RedeT-Mobile / AT&TEmpate estatístico
Chamadas e SMSVerizon / AT&TExcelência em voz e texto

O avanço do 5G Standalone e infraestrutura

Um dos grandes segredos para o topo do ranking foi a expansão agressiva do 5G Standalone (SA). A Verizon elevou sua presença nessa tecnologia de 24,5% para quase 60% nas áreas metropolitanas em apenas seis meses. Além disso, o uso da Banda C saltou para 81,3%, otimizando a transmissão de dados. Tais esforços ajudam a justificar os altos custos de rede, mesmo após a companhia passar por processos de reestruturação interna recentemente com foco em eficiência operacional.

Para os analistas, o desempenho da Verizon em áreas rurais foi o fator decisivo para a vitória geral. Ao utilizar de forma eficiente sua infraestrutura LTE existente em conjunto com o novo 5G, a operadora conseguiu manter a conexão dos clientes mesmo nas bordas de sua cobertura. O relatório também mencionou o desempenho do 5G de ondas milimétricas (mmWave), que atingiu picos de velocidade impressionantes em centros urbanos, reforçando a capacidade de entrega da gigante.

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Comparativo de velocidade e rivais

Embora a Verizon tenha vencido no geral, a T-Mobile ainda mantém a coroa quando o assunto é velocidade pura de download. Registrando uma média de 374,5 Mbps, ela superou os 226,5 Mbps da Verizon. No entanto, o estudo aponta que, para as tarefas cotidianas no celular, velocidades acima de 100 Mbps já são mais do que suficientes. Isso torna a estabilidade e a latência da rede fatores muito mais relevantes para a satisfação do cliente do que apenas os números de pico.

A AT&T também apresentou melhoras significativas, empatando com a Verizon em categorias de chamadas e mensagens de texto. A operadora está em processo de modernização, trocando equipamentos antigos e ativando novos espectros para não ficar para trás na disputa tecnológica. Segundo Mike Dano, analista da RootMetrics, a diferença de performance entre as teles americanas está diminuindo, pois todas já concluíram a fase inicial de construção de suas redes 5G.

Impacto no mercado e futuro das redes

O cenário norte-americano serve como um importante benchmark para o mercado brasileiro, evidenciando como a maturidade do 5G transforma a disputa comercial em uma busca por qualidade extrema. A Verizon agora foca em tecnologias como MIMO de alta ordem e Beamforming para garantir que a rede suporte um volume massivo de tráfego sem perda de qualidade. O resultado do segundo semestre coroa um ano de superação técnica para a empresa, que conseguiu alinhar inovação com entrega consistente.

AST SpaceMobile trará internet via satélite para o celular já em 2026

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ast spacemobile
Divulgação/AST SpaceMobile

A AST SpaceMobile confirmou oficialmente que planeja lançar seus serviços comerciais de internet via satélite diretamente para o celular no início de 2026, utilizando uma constelação de satélites BlueBird em órbita baixa para eliminar as zonas mortas de sinal globalmente, começando de forma intermitente em mercados selecionados e evoluindo para uma operação contínua à medida que novos lançamentos forem realizados durante o ano.

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Cronograma e Expansão da Cobertura

A estratégia da companhia prevê que o serviço nacional não contínuo seja alcançado com uma frota inicial de 25 satélites, divididos entre cinco unidades de primeira geração “Block 1” e 20 da segunda geração “Block 2”. Essa infraestrutura básica é considerada suficiente para que as operadoras parceiras iniciem testes comerciais reais e comecem a gerar fluxo de caixa operacional. A meta é atingir entre 45 e 60 satélites ativos até o final de 2026, garantindo conexão estável em regiões estratégicas como os Estados Unidos, Europa e Japão.

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Tecnologia de Próxima Geração

Recurso do SistemaEspecificações dos Satélites BlueBird
Tamanho da AntenaAproximadamente 223 metros quadrados (2.400 sq ft)
Velocidade de PicoAté 120 Mbps para voz, dados e streaming
Capacidade de CargaAté 8 unidades por foguete New Glenn e 3 por Falcon 9
Cadência de Produção6 novos satélites fabricados por mês a partir de dezembro

A companhia destaca que seus equipamentos são os maiores já lançados em órbita terrestre baixa, o que garante uma performance superior aos padrões atuais do mercado de telecomunicações. Diferente de soluções que focam apenas em textos curtos, a AST promete entregar banda larga celular real. Recentemente, vimos que celulares comuns ganham acesso a internet via satélite da starlink, mas a AST SpaceMobile quer ir além, oferecendo uma experiência de conexão robusta que suporte streaming e chamadas de vídeo de alta qualidade sem interrupções.

Registro do lançamento do BlueBird 6 em 23 de dezembro de 2025, no Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia. Este é o primeiro satélite de próxima geração da companhia a entrar em órbita terrestre baixa, juntando-se aos veteranos BlueWalker 3 e BlueBird 1-5 para fortalecer a futura rede de conectividade global. (Divulgação/AST)
Registro do lançamento do BlueBird 6 em 23 de dezembro de 2025, no Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia. Este é o primeiro satélite de próxima geração da companhia a entrar em órbita terrestre baixa, juntando-se aos veteranos BlueWalker 3 e BlueBird 1-5 para fortalecer a futura rede de conectividade global. (Divulgação/AST)

Parcerias Estratégicas e Mercado

A confiança do mercado no projeto é evidenciada pelo montante de US$ 1 bilhão em compromissos firmes de receita vindos de parceiros globais. Empresas como AT&T, Verizon, Vodafone e Rakuten estão na vanguarda dessa implementação tecnológica. Esse movimento faz sentido quando notamos que uma pesquisa mostra que 60 pagariam extra por serviços de satélite no celular, demonstrando que existe uma demanda reprimida significativa por conectividade ubíqua em áreas rurais ou em locais remotos onde o sinal terrestre não chega.

Logística e Produção de Escala

O cronograma de envios ao espaço é intenso, com cinco missões planejadas até o fim do primeiro trimestre de 2026. A primeira delas está marcada para meados de dezembro partindo da Índia, seguida por operações em Cabo Canaveral com a SpaceX e a Blue Origin. A empresa já construiu 19 satélites e planeja chegar a 40 unidades até março, mantendo uma cadência de lançamentos a cada um ou dois meses para sustentar a expansão para a Europa e o Japão, além de outros mercados estratégicos definidos pela diretoria.

BAFTA 2026: O Agente Secreto é indicado em duas categorias; veja a lista

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O agente secreto / bafta 2026 / oscar 2026
Divulgação

Nesta terça-feira (27), a Academia Britânica de Cinema anunciou os indicados para o BAFTA 2026, destacando o longa brasileiro “O Agente Secreto” em duas categorias principais da cerimônia que acontecerá em Londres no dia 22 de fevereiro, como forma de celebrar as melhores produções do ano por meio de uma seleção criteriosa feita por especialistas das artes cinematográficas e televisivas mundiais.

Longa-metragem dirigido por Kleber Mendonça Filho disputa Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Roteiro Original na premiação britânica.

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O sucesso brasileiro nas indicações britânicas

A indicação de “O Agente Secreto” consolida o prestígio do cinema nacional no exterior, especialmente com o reconhecimento do trabalho de Kleber Mendonça Filho. O filme concorre nas categorias de Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Roteiro Original. Na primeira, a produção brasileira enfrenta concorrentes de peso como “Sirat”, “Valor Sentimental”, “Foi Apenas um Acidente” e “A Voz de Hind Rajab”, reafirmando a força do audiovisual brasileiro.

Já na disputa pelo troféu de Melhor Roteiro Original, o longa nacional aparece ao lado de títulos como “I Swear”, “Marty Supreme”, “Valor Sentimental” e “Pecadores”. Por outro lado, a lista oficial confirmou que o ator Wagner Moura não foi indicado ao prêmio de melhor ator. Seu nome já não estava presente na pré-lista divulgada pela Academia no início de janeiro, o que acabou se confirmando agora com a divulgação definitiva dos nomes que disputarão a estatueta.

A trajetória de premiações e a cerimônia em Londres

O reconhecimento britânico não é uma surpresa, dado que a produção vem acumulando vitórias desde maio de 2025 no Festival de Cannes. Além do Globo de Ouro, o longa também se destaca após os especialistas avaliarem que o filme tem fôlego para repetir o sucesso do Oscar 2026 onde é possível ver todos os indicados da temporada, unindo a crítica europeia e a americana em torno da obra de Kleber Mendonça Filho e sua visão artística.

A premiação, organizada pela Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão, é considerada o principal termômetro europeu para a indústria. O evento está marcado para o domingo, 22 de fevereiro, e promete reunir grandes astros na capital britânica. Para o público que acompanha as novidades do entretenimento, o BAFTA representa o ápice da temporada britânica, servindo como uma vitrine para a excelência técnica e narrativa produzida em diversos países ao redor do globo.

Lista Completa de Indicados ao BAFTA 2026

Melhor Filme

  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Marty Supreme

Melhor Filme em Língua Não-Inglesa

  • Foi Apenas um Acidente
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Sirat
  • A Voz de Hind Rajab

Melhor Roteiro Original

  • I Swear
  • Marty Supreme
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores

Melhor Roteiro Adaptado

  • The Ballad of Wallis Island
  • Bugonia
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pillion

Melhor Ator

  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após a Outra
  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Jessie Plemons — Bugonia
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores
  • Robert Aramayo — I Swear

Melhor Atriz

  • Rose Byrne — Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
  • Jessie Buckley — Hamnet
  • Kate Hudson — Song Sung Blue: Um Sonho a Dois
  • Emma Stone — Bugonia
  • Chase Infiniti — Uma Batalha Após a Outra
  • Renate Reinsve — Valor Sentimental

Melhor Ator Coadjuvante

  • Benicio del Toro — Uma Batalha Após a Outra
  • Sean Penn — Uma Batalha Após a Outra
  • Jacob Elordi — Frankenstein
  • Paul Mescal — Hamnet
  • Peter Mullan — I Swear
  • Stellan Skarsgard — Valor Sentimental

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Odessa A’Zion — Marty Supreme
  • Inga Ibsdotter Lilleaas — Valor Sentimental
  • Wunmi Mosaku — Pecadores
  • Teyana Taylor — Uma Batalha Após a Outra
  • Emily Watson — Hamnet
  • Carey Mulligan — The Ballad of Wallis Island

Melhor Direção

  • Paul Thomas Anderson — Uma Batalha Após a Outra
  • Ryan Coogler — Pecadores
  • Chloé Zhao — Hamnet
  • Josh Safdie — Marty Supreme
  • Joachim Trier — Valor Sentimental
  • Yorgos Lanthimos — Bugonia

Melhor Filme Britânico

  • Extermínio: A Evolução
  • Pillion
  • Hamnet
  • I Swear
  • The Ballad of Wallis Island
  • Morra, Amor
  • Bridget Jones 4: Louca Pelo Garoto
  • H is For Hawk
  • Mr. Burton
  • Steve

Melhor Estreia de um Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico

  • Jack King, Hollie Bryan e Lucy Meer — The Ceremony
  • Akinola Davies Jr., Wale Davies — My Father’s Shadow
  • Harry Lighton — Pillion
  • Myrid Carten — A Want in Her
  • Cal McMau, Hunter Andrews, Eoin Dorin — Wasteman

Melhor Animação

  • Elio
  • A Pequena Amélie
  • Zootopia 2

Melhor Documentário

  • A 2000 Metros de Andriivka
  • Seymour Hersh: Em Busca da Verdade
  • Apocalipse nos Trópicos
  • Mr. Nobody Against Putin
  • A Vizinha Perfeita

Melhor Fotografia

  • Frankenstein
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem

Melhor Direção de Elenco

  • I Swear
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Valor Sentimental
  • Marty Supreme

Melhor Filme Para Crianças e Família

  • Arco
  • Boong
  • Lilo & Stitch
  • Zootopia 2

Melhor Montagem

  • F1
  • Pecadores
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Marty Supreme
  • Casa de Dinamite

Melhor Figurino

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores
  • Wicked: Parte 2

Melhor Maquiagem e Penteado

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores
  • Wicked: Parte 2

Melhor Trilha Sonora

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Som

  • F1
  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Tempo de Guerra

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhores Efeitos Especiais

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • F1
  • Frankenstein
  • O Ônibus Perdido
  • Como Treinar o Seu Dragão

Revelação do Ano

  • Chase Infiniti
  • Miles Caton
  • Robert Aramayo
  • Archie Madekwe
  • Posy Sterling

Melhor Curta Animado Britânico

  • Cardboard
  • Solstice
  • Two Black Boys in Paradise

Melhor Curta Britânico

  • Magid/Zafar
  • Nostalgie
  • Terence
  • This is Endometriosis
  • Welcome Home Freckles

Setor elétrico quer que Anatel cancele leilão do 450 MHz

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Rede de transmissão de energia
Fré Sonneveld/Unsplash

Representantes de sete das maiores concessionárias de energia do país (Neoenergia, Copel, Cemig, CPFL, Axia, EDP e Equatorial) e a UTCAL se reuniram com o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, em Brasília, no dia 20 de janeiro. O grupo solicitou formalmente que a agência desista de leiloar a faixa de 450 MHz para serviços móveis, alegando riscos a operações críticas de infraestrutura nacional.

Dymitr Wajsman, presidente da UTCAL América Latina, expressou profunda preocupação com a coexistência de sinais comerciais e industriais na mesma frequência. Segundo o executivo, a entrada de sistemas comerciais de SMP (Serviço Móvel Pessoal) pode gerar interferências prejudiciais nas redes de missão crítica que já operam nessa faixa.

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Projetos e investimentos sob ameaça

O cenário de incerteza gerado pelo cronograma de licitações da agência afeta diretamente o planejamento financeiro das empresas. O setor elétrico estima que milhões de reais já foram empenhados na construção de uma infraestrutura robusta. Veja abaixo o volume de recursos envolvidos nos principais projetos de redes privativas que utilizam a frequência pretendida pelo órgão regulador:

EmpresaStatus do Projeto em 450 MHzInvestimento Estimado
CopelImplementação (piloto no Paraná)R$ 15 milhões
Cemig e CPFLFase final de processo licitatórioR$ 200 milhões
Setor Geral9 projetos previstos (próximos 2 anos)R$ 300 milhões

A insegurança regulatória já provocou efeitos práticos no mercado de infraestrutura. Fontes do setor indicam que as licitações da Cemig e da CPFL foram temporariamente paralisadas enquanto as empresas aguardam definições claras. Embora a Cemig tenha decidido retomar os trabalhos recentemente, a dúvida ainda paira sobre fornecedores como a Huawei, que é apontada como a provável vencedora para o fornecimento da tecnologia 4G nessas redes.

Argumentos técnicos e alternativas

A UTCAL defende que as metas de cobertura de rodovias federais, previstas no leilão de 5G, poderiam ser plenamente atendidas utilizando a faixa de 700 MHz, que já possui um ecossistema de equipamentos consolidado no Brasil. A entidade ressalta que não houve menção ao leilão dessa frequência específica no Plano de Uso do Espectro de Radiofrequências 2025-2032, publicado em outubro de 2025, o que reforça o argumento de surpresa.

As empresas listam falhas no processo administrativo que levou à inclusão da faixa no calendário. Entre os pontos destacados estão a ausência de consulta pública específica para a destinação e a falta de uma análise de impacto regulatório profunda. Para as elétricas, a Resolução 785/2025 contraria o próprio Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Frequências (PDFF) aprovado anteriormente pela agência em janeiro de 2025.

Contudo, a recepção na Anatel foi marcada por um posicionamento firme da presidência quanto à natureza jurídica das licenças. Carlos Baigorri lembrou que as redes atuais operam em caráter secundário e utilizou uma analogia contundente sobre a situação ao afirmar que seria como construir uma casa em terreno que não é seu. Sob a ótica do regulador, o espectro é um bem público que precisa ser licitado para o uso primário visando eficiência.

Possíveis saídas para o impasse

Uma das alternativas discutidas durante a reunião foi a possibilidade de as elétricas participarem do processo para adquirir licenças em caráter primário. Para que isso seja viável, as licenças precisariam ser agrupadas regionalmente e ter valores reduzidos, o que dependeria de uma política pública coordenada entre o Ministério das Comunicações e o Ministério de Minas e Energia, garantindo que o custo final não inviabilize os projetos.

O sucesso das redes celulares privativas (RCPs) é visto como um pilar para a modernização da infraestrutura brasileira. Com tecnologias 4G/LTE, as utilities buscam integrar serviços de automação e medição inteligente (smart metering) em uma única infraestrutura resiliente. A proteção dessas redes contra interferências comerciais é considerada vital pela UTCAL para evitar falhas sistêmicas que poderiam afetar diretamente o fornecimento de energia.

Projeto avança na Câmara e propõe internet gratuita a estudantes da rede pública

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Imagem: Getty Images/Reprodução

Um projeto de lei aprovado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados no final do último ano legislativo pretende garantir internet gratuita para famílias de baixa renda que tenham filhos estudando na rede pública

O programa está sendo chamado de Bolsa Telecomunicações e, se virar lei, pode ajudar a conectar milhões de lares que ainda vivem à margem do mundo digital.

A proposta, contida no PL 2240/2024, determina que terão direito ao benefício as famílias inscritas no CadÚnico, desde que haja pelo menos um aluno regularmente matriculado na educação básica pública. A prioridade será para quem tem renda mais baixa.

O impacto da conectividade no ensino

Durante a pandemia, ficou claro o quanto o acesso à internet influencia na aprendizagem. Milhares de estudantes ficaram sem aula por não conseguirem se conectar. 

Passado esse período crítico, o projeto vem para tentar corrigir parte desse desequilíbrio. A ideia é que o acesso gratuito à rede seja mais do que uma medida emergencial, que se torne parte da política pública educacional.

O relator do projeto decidiu focar nos lares com estudantes, para direcionar melhor os recursos. Com isso, o programa evita um alcance genérico e tenta garantir que a internet realmente ajude quem precisa no ambiente escolar.

Fontes de financiamento e próximos trâmites

O texto prevê que a Bolsa Telecomunicações seja financiada com dinheiro do Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações), além do orçamento federal e outros fundos públicos. 

Ainda falta passar por outras comissões da Câmara, como a de Finanças e a de Constituição e Justiça, antes de ser levada ao plenário.

Se aprovada, a proposta pode ser um passo relevante na inclusão digital de estudantes em situação de vulnerabilidade social, além de aproximar essas famílias de outros serviços públicos online.

* Com informações do Câmara Notícias

WhatsApp ganha atualização na IA e novidades sobre versão paga

Imagem: Shutterstock/Reprodução

O WhatsApp, principal aplicativo de mensagens da Meta, que também controla Facebook e Instagram, está prestes a receber duas atualizações significativas que prometem alterar a experiência do usuário dentro da plataforma. 

As mudanças envolvem, de um lado, a possível chegada de um plano de assinatura para eliminar anúncios; do outro, uma evolução no funcionamento da Meta AI, o assistente virtual integrado ao app.

Meta AI poderá oferecer respostas mais inteligentes

O recurso de inteligência artificial da Meta dentro do WhatsApp, que já interage com usuários respondendo perguntas e fornecendo informações, pode se tornar ainda mais sofisticado. 

Um novo “modo de raciocínio”, encontrado em versões beta do aplicativo, indicaria a possibilidade de ajustar a forma como a IA se comunica.

Na prática, o usuário poderá escolher entre respostas curtas, voltadas à objetividade, ou optar por um modelo mais reflexivo, com explicações detalhadas. 

A funcionalidade deve ser controlada diretamente no chat com a Meta AI, de forma simples e intuitiva. Ainda em fase de testes, a novidade não tem data oficial para chegar à versão estável do app.

WhatsApp avalia plano pago para uso sem publicidade

Outra novidade em fase experimental é um plano de assinatura que removeria os anúncios exibidos na aba “Atualizações” do WhatsApp, espaço que concentra os Status e Canais. Embora os anúncios não invadam as conversas privadas, a mudança tem gerado incômodo entre parte dos usuários.

Trechos de código presentes em versões de teste do aplicativo para Android revelam menções diretas à contratação de um plano pago, além de mensagens relacionadas a cancelamento e reconfiguração da assinatura via Central de Contas da Meta. 

O modelo é semelhante ao adotado recentemente em outros serviços da empresa, como Instagram e Facebook, que passaram a oferecer versões sem publicidade mediante pagamento mensal.

Estratégia aponta para monetização gradual

A introdução dessas duas frentes, uma voltada à melhoria da interação por meio da inteligência artificial e outra com foco na monetização via assinatura, mostra uma movimentação estratégica da Meta para diversificar as formas de receita do WhatsApp. 

Apesar de ser gratuito desde sua aquisição pela empresa, o app começa a explorar caminhos comerciais mais diretos, sem comprometer a privacidade das mensagens, conforme já afirmado pela companhia.

Por ora, tanto o plano de assinatura quanto o novo modo da Meta AI permanecem em fase de testes, sem confirmação oficial de lançamento para o público geral. Usuários do programa beta devem ser os primeiros a experimentar as funções.

Brasil recebe 3,1 km de cabos de fibra óptica para acelerar conexão na Amazônia

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Imagem: Sidney Oliveira/Agência Pará/Reprodução

A infraestrutura de telecomunicações na região Norte ganhou um reforço importante neste início de ano. O Brasil recebeu 3.170 quilômetros de cabos de fibra óptica, que serão usados na expansão do programa Norte Conectado, iniciativa voltada a levar internet de alta capacidade para áreas remotas da Amazônia.

O material chegou ao país vindo da China e faz parte da construção de três novas infovias, que serão instaladas no leito de rios amazônicos. 

A previsão do governo federal é que o trabalho de transferência e preparação leve cerca de um mês, com o início da instalação programado para maio de 2026.

Na prática, o que está em jogo é a ampliação da rede em um território onde a conectividade ainda depende de soluções limitadas, com instabilidade e baixa velocidade em vários municípios.

Infovias na Amazônia: internet pela rota dos rios

O projeto aposta em um caminho que, para a região, faz sentido por razões técnicas e geográficas: em vez de abrir longos trechos em terra firme, a instalação ocorre pelos rios. Isso reduz a necessidade de intervenções no solo e evita uma parte das dificuldades logísticas que costumam travar obras em áreas de floresta.

Não se trata apenas de levar sinal para “mais lugares”. O plano é criar uma base robusta para que serviços digitais funcionem de forma contínua, inclusive onde hoje ainda há gargalos que afetam o dia a dia de escolas, unidades de saúde e órgãos públicos.

Com a nova estrutura, a expectativa é que o tráfego de dados na região ganhe estabilidade, algo que muda o cenário para quem depende de conexão para trabalhar, estudar ou acessar serviços essenciais.

O que os novos cabos de fibra óptica entregam na prática

Os cabos recebidos têm 24 pares de fibra óptica, com capacidade anunciada de transmissão de até 96 terabytes por segundo

É um volume que chama atenção porque coloca a região em outro patamar de infraestrutura, ao menos do ponto de vista do backbone, que é o “caminho principal” por onde os dados circulam.

O efeito dessa expansão não fica restrito ao usuário final. Quando a rede troncal melhora, abre-se espaço para:

  • Aumento de capacidade para provedores locais;
  • Mais estabilidade para links corporativos e governamentais;
  • Melhora na distribuição de internet em cidades menores;
  • Suporte a serviços mais pesados, como telemedicina e ensino remoto com vídeo.

Mesmo sem prometer “internet perfeita”, o avanço é relevante porque ataca a raiz do problema: falta de estrutura de transporte de dados em escala.

Norte Conectado entra em nova fase com participação das operadoras

A expansão das infovias está dentro do guarda-chuva do programa Norte Conectado, que vem sendo tratado pelo governo como uma das principais iniciativas para reduzir o abismo digital na Amazônia.

Um ponto que ajuda a entender o momento atual do projeto é a entrada mais direta das grandes teles. Como já noticiamos antes, Vivo, TIM e Claro foram autorizadas a atuar no programa, movimento que reforça a expectativa de maior capilaridade e de novas frentes de investimento.

E o cabo submarino? Conexão internacional também entra no radar

Embora o foco esteja na Amazônia e nas redes fluviais, há um segundo elemento que ajuda a montar o quebra-cabeça da conectividade no Norte: a expansão de rotas internacionais.

Em um evento realizado em Caiena, na Guiana Francesa, o Ministério das Comunicações participou da cerimônia que marcou a chegada de um cabo submarino voltado a ampliar a ligação entre a região e a Europa. O sistema está ligado à rede EllaLink, que já conecta o Brasil ao continente europeu a partir de Fortaleza (CE).

Esse tipo de obra costuma ser pouco visível para o público, mas tem peso real no funcionamento da internet. Cabos submarinos significam mais capacidade, mais redundância e, em alguns casos, rotas alternativas que ajudam a reduzir gargalos quando há falhas ou congestionamento.

E existe um detalhe importante nessa discussão: o Brasil concentra grande parte da entrada de tráfego internacional em poucos pontos do litoral. 

O Minha Operadora já explicou isso ao mostrar que uma praia no Ceará recepciona 90% da internet que chega ao país, um dado que ajuda a dimensionar por que novas rotas são tratadas como estratégicas.

Infraestrutura digital vira peça central para a Amazônia

O recebimento de mais de 3 mil quilômetros de cabos de fibra óptica não é um detalhe técnico, nem um projeto distante. É uma obra que mexe com o funcionamento da região e com a forma como o Norte se integra ao restante do país.

Quando o backbone melhora, o restante do ecossistema tende a acompanhar: provedores conseguem expandir, órgãos públicos passam a operar com menos limitações e, aos poucos, a internet deixa de ser um obstáculo permanente.

Ao mesmo tempo, a movimentação em torno de um novo cabo submarino mostra que o tema da conectividade não está restrito ao mapa interno. A Amazônia pode ganhar rede pelos rios, mas o Brasil continua precisando fortalecer também as rotas que ligam o país ao mundo.

* Com informações do Ministério das Comunicações