01/02/2026
Início Site Página 2

Claro Empresas apresenta EduPro: a nova plataforma de educação corporativa

0
Companhia educação claro EduPro
Campaign Creators/Unsplash

A Claro Empresas anunciou o lançamento do EduPro, uma solução de educação corporativa que chega para acelerar a transformação digital através de uma gestão inteligente do conhecimento. O serviço, que integra a Família de Serviços de TI da operadora, permite que médias e grandes organizações criem trilhas de aprendizado e acompanhem o desempenho de equipes em tempo real, visando aumentar a competitividade no mercado nacional.

A nova aposta da operadora reforça seu posicionamento para além da conectividade tradicional, fortalecendo seu braço de soluções digitais e analíticas. O EduPro foi desenhado para ser um ambiente seguro e intuitivo, permitindo que os gestores identifiquem lacunas de conhecimento e promovam uma cultura de aprendizado contínuo. Com isso, a Claro busca consolidar a transformação organizacional de seus clientes corporativos de forma estratégica.

Leia mais:

Gestão estratégica e transformação digital

Segundo Mário Rachid, diretor-executivo de Soluções Digitais da Claro Empresas, o EduPro nasce para atender a uma demanda crescente das organizações pela qualificação constante de suas equipes. O executivo destaca que a plataforma mantém a produtividade e o engajamento alinhados à evolução dos negócios. Trata-se de uma ferramenta adaptável, que integra sistemas corporativos e gera análises de desempenho fundamentais para a tomada de decisão.

Um dos grandes diferenciais da solução é o foco em empresas de médio e grande porte que enfrentam desafios de alta rotatividade ou processos intensos de digitalização. O EduPro facilita a integração de novos talentos e acelera o desenvolvimento de competências críticas. Através de relatórios inteligentes, é possível monitorar o progresso dos colaboradores e garantir que o investimento em treinamento traga resultados práticos para a operação.

Modelos de contratação: Platform e Knowledge Hub

Para oferecer flexibilidade ao mercado de TI e Telecom, a Claro estruturou o serviço em dois pacotes principais, adaptáveis conforme a maturidade digital de cada cliente:

  • Platform: Foca na implantação da plataforma LXP (Learning Experience Platform). Inclui customizações de interface, integrações com sistemas legados, treinamentos para administradores e suporte técnico mensal.
  • Knowledge Hub: Além da tecnologia, oferece diagnóstico organizacional e apoio especializado para estruturar programas de aprendizagem, trilhas de conhecimento e comunidades voltadas à estratégia de negócio.

Esses modelos garantem que a solução seja escalável, permitindo que a empresa contratante comece com a estrutura tecnológica básica e evolua para uma consultoria de conteúdo pedagógico completa conforme a necessidade de suas equipes.

Recursos tecnológicos e suporte especializado

RecursoDescrição e Benefício
Fluxogramas No-CodePermite modelar trilhas de aprendizagem sem necessidade de programação.
Gamificação IntegradaAumenta o engajamento e a retenção de conteúdo pelos colaboradores.
Relatórios InteligentesMonitoramento de desempenho e engajamento em tempo real para os gestores.
Ambiente SeguroPlataforma intuitiva e adaptável aos padrões de segurança corporativa.

O suporte consultivo é outro pilar destacado pela operadora no lançamento do EduPro. Os clientes podem contar com especialistas da Claro Empresas para identificar o melhor formato de implementação da solução. Esse acompanhamento visa otimizar os resultados desde o primeiro dia de uso, garantindo que a jornada de aprendizagem seja eficiente. Com essa iniciativa, a Claro reafirma sua estratégia de ser a principal parceira tecnológica de grandes corporações.

Anatel avança no espectro e prepara o Brasil para a TV 3.0

0
TV ao vivo 3.0
Piotr Cichosz/Unsplash

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu um passo decisivo para trazer a TV 3.0 ao Brasil ao aprovar a consulta pública que atualiza o Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Frequência (PDFF). A proposta destina a subfaixa de 250 MHz a 322 MHz para serviços de radiodifusão, viabilizando o maior salto tecnológico da televisão brasileira desde a digitalização, com início previsto ainda em 2025.

O movimento regulatório cria as condições necessárias para que o país adote o padrão ATSC 3.0, colocando a televisão aberta brasileira em patamar comparável às principais economias mundiais. A modernização promete transformar a experiência do telespectador ao combinar a tradicional cobertura gratuita da TV aberta com recursos até então exclusivos de plataformas de streaming.

Leia mais:

Recursos tecnológicos da nova geração

A TV 3.0 trará um conjunto de inovações que ampliam significativamente as possibilidades da televisão aberta:

  • Imagens em ultra-alta definição com qualidade superior
  • Áudio imersivo de última geração
  • Interatividade em tempo real com os conteúdos
  • Instalação de aplicativos diretamente nos televisores
  • Transmissão de dados adicionais para serviços complementares
  • Alertas de emergência e conteúdos educacionais personalizados

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou a importância estratégica da iniciativa. Segundo ele, a modernização conduzida pela Anatel garante segurança jurídica e eficiência técnica para uma transformação que mudará completamente a forma como os brasileiros assistem televisão, ampliando interação e qualidade sem custos adicionais para a população.

Faixa-de-600-MHz-sera-reservada-para-o-desenvolvimento-da-TV-3.0

Decreto federal estabelece diretrizes

A proposta está alinhada ao Decreto 12.595, publicado em agosto de 2025, que instituiu oficialmente a TV 3.0 no país. O decreto definiu diretrizes claras para implantação do novo sistema e atribuiu à Anatel papel central tanto na disponibilização do espectro quanto na edição de normas complementares necessárias à operacionalização da tecnologia. O governo também liberou linha de crédito significativa para viabilizar a transição tecnológica no setor.

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

Outras mudanças no espectro de frequências

Além da destinação da faixa de 300 MHz para radiodifusão, a atualização do PDFF contempla outros avanços estratégicos:

Faixa de FrequênciaDestinaçãoFinalidade
468 MHz a 470 MHzServiço Limitado Móvel AeronáuticoAplicações de defesa nacional
92 GHz a 114,25 GHz (Banda W)Serviço Fixo por SatéliteUsos experimentais e inovação

Testes já começaram em capitais

A implementação da TV 3.0 conta com atuação do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (GIRED), presidido pelo conselheiro Octavio Penna Pieranti. A Empresa Brasil de Comunicação e a Câmara dos Deputados já receberam autorização para transmissões contínuas em estações instaladas em São Paulo e Brasília.

Participação da sociedade

A consulta pública ficará aberta por 45 dias para receber contribuições da sociedade. O processo seguiu boas práticas regulatórias, incluindo Análise de Impacto Regulatório e manifestação jurídica favorável da Procuradoria Federal Especializada. Após análise das contribuições, o Conselho Diretor da Anatel deliberará sobre a versão final do documento.

Acordo ganha-ganha: Unifique assume frequência 5G que era da Ligga no PR

Imagem: Midjourney/Reprodução

A Unifique Telecom, com sede em Santa Catarina, oficializou a compra dos direitos de uso de uma faixa de frequência 5G no Paraná, que até então estava sob controle da Ligga Telecom. 

O movimento é mais um que consolida a operadora entre os principais players regionais com estrutura própria para serviços móveis.

O acordo envolve um espectro de 80 MHz na faixa de 3,5 GHz, a mais cobiçada para aplicações em 5G, e prevê um desembolso de R$ 20 milhões. O valor será pago em três etapas, sendo a primeira imediata e as demais condicionadas à aprovação da Anatel e à formalização das condições contratuais.

Mas não se trata apenas da transferência de um ativo. Ao assumir o espectro, a Unifique herda também todos os compromissos firmados no leilão do 5G de 2021, o que inclui obrigações pesadas de cobertura em municípios de menor porte.

Municípios pequenos, compromisso grande

De acordo com os termos herdados do consórcio original, a Unifique deverá implantar 745 antenas até o fim da década. Essas estruturas vão atender 336 cidades paranaenses com menos de 30 mil moradores. O prazo estipulado vai de 2026 a 2030, e a tecnologia exigida é o 5G NR ou superior.

Além do montante acertado com a Ligga, a Unifique também ficará responsável por quitar o saldo da outorga com a Anatel, algo em torno de R$ 1,76 milhão, dividido em 20 pagamentos anuais.

Ganhos em escala e cobertura integrada

A aquisição da faixa paranaense completa o quebra-cabeça da Unifique no Sul do país. A empresa já operava com licenças nos estados vizinhos, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, mas ainda não tinha presença espectral no Paraná. Com isso, passa a reunir cobertura potencial sobre 1.191 municípios e pode alcançar, em tese, uma base de até 30 milhões de pessoas.

A companhia destacou que a expansão permitirá reforçar o uso de infraestrutura própria no atendimento móvel, o que reduz dependências operacionais e eleva a competitividade frente às grandes operadoras.

Para a Ligga, um alívio regulatório

Se por um lado a Unifique avança, a Ligga ajusta sua estratégia. Com dificuldades para atender as metas do edital, a empresa decidiu abrir mão da frequência no Paraná. 

A venda representa, na prática, uma saída honrosa de uma frente que exigiria investimentos de peso em curto prazo.

A operadora ainda negocia a transferência de outros ativos, incluindo espectros em São Paulo e regiões do Norte, o que demonstra um processo mais amplo de reestruturação.

Setor de telecom alerta Alckmin sobre risco de colapso entre ISPs com medida antidumping

Imagem: Ciete Silvério/Geraldo 45/Reprodução

Entidades representativas do setor de telecomunicações estiveram reunidas nesta terça-feira (7) com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

O objetivo foi apresentar preocupações sobre a possibilidade de adoção de medidas antidumping contra cabos e fibras ópticas importados da China.

Durante o encontro, associações como Feninfra, TelComp, Abramulti e InternetSul destacaram que a eventual sobretaxa poderá gerar um efeito cascata nos custos operacionais das empresas, com impacto mais severo sobre os provedores de pequeno e médio porte, especialmente os que atuam fora dos grandes centros urbanos.

Setor teme inviabilidade de negócios

Segundo os relatos apresentados ao governo, as operadoras regionais, responsáveis por levar conectividade a comunidades remotas e bairros periféricos, correm o risco de não conseguirem manter seus projetos em funcionamento, caso os custos com insumos básicos, como a fibra óptica, sofram elevações drásticas.

Estudos levados pelas entidades indicam que, em determinados segmentos, os reajustes poderiam ultrapassar 200%, o que comprometeria diretamente a continuidade das operações. 

Esse cenário é visto com preocupação por empresários do setor, que afirmam já operar com margens estreitas diante de um mercado competitivo e em constante demanda por expansão.

Oferta nacional ainda não dá conta da demanda

Ainda que haja produção nacional de fibra óptica, o setor avalia que ela não atende integralmente às necessidades do mercado. 

Com o avanço das redes e a crescente digitalização do país, a importação desses insumos, sobretudo da China, continua sendo uma estratégia indispensável para assegurar a cobertura e a qualidade dos serviços.

Inclusão digital também estaria em risco

Além dos aspectos econômicos, as entidades chamaram atenção para o impacto social da medida.

Projetos voltados à inclusão digital, conduzidos tanto pela iniciativa privada quanto por políticas públicas, podem sofrer atrasos ou até ser inviabilizados. Regiões mais isoladas, onde a atuação dos pequenos provedores é mais forte, seriam as mais prejudicadas.

Ministério quer documentação técnica

Como encaminhamento, Geraldo Alckmin solicitou que as preocupações do setor fossem formalizadas em documentos técnicos, com dados e projeções que embasem uma avaliação mais precisa. 

A decisão sobre a aplicação da medida antidumping ainda está em análise e depende de estudos técnicos conduzidos por órgãos competentes.

Enquanto isso, representantes da cadeia de telecomunicações seguem mobilizados para evitar que a nova política comercial se transforme em um obstáculo à expansão da conectividade no Brasil.

WhatsApp é processado nos EUA; brasileiros acusam quebra de sigilo em mensagens

Imagem: Midjourney/Reprodução

O WhatsApp está no centro de uma nova controvérsia internacional. Desta vez, a acusação parte de usuários, incluindo brasileiros, que alegam que o aplicativo violaria sua própria promessa de confidencialidade. 

A ação foi registrada na Justiça dos Estados Unidos, mais especificamente em um tribunal de San Francisco, e levanta suspeitas sobre o real alcance da criptografia de ponta a ponta oferecida pelo serviço.

O processo, aberto no fim de janeiro, sustenta que a empresa controladora do app, a Meta, teria acesso ao conteúdo de conversas privadas, o que, se confirmado, contrariaria a política de privacidade amplamente divulgada pela plataforma. Para os autores, essa suposta prática configuraria uma violação direta ao direito de privacidade digital.

O que dizem os denunciantes?

Segundo os autos, o WhatsApp manteria mecanismos capazes de burlar a criptografia aplicada nas mensagens. A alegação, embora grave, baseia-se em informações atribuídas a fontes internas, cuja identidade foi mantida em sigilo. 

Os relatos sugerem que a empresa arquivaria e analisaria interações entre usuários, mesmo com o sistema criptografado em funcionamento.

O documento judicial ainda argumenta que essas práticas ocorrem sem o consentimento dos usuários e em total desacordo com os compromissos públicos firmados pela companhia nos últimos anos.

Posição oficial da empresa

A Meta refutou com veemência as acusações. Em resposta, disse que a ação carece de fundamento e reforçou que a criptografia de ponta a ponta utilizada pelo WhatsApp segue padrões de segurança consagrados no setor, especialmente por adotar o protocolo Signal, o mesmo aplicado por outros apps de reputação sólida.

A empresa ainda sinalizou que poderá buscar medidas contra os responsáveis pela ação judicial, alegando tentativa de deturpar fatos técnicos e causar danos à imagem do serviço.

Entenda a criptografia envolvida

O sistema de proteção adotado pelo WhatsApp impede, em tese, que terceiros, incluindo a própria empresa, leiam o conteúdo das mensagens. O funcionamento desse modelo pressupõe que apenas os envolvidos em uma conversa têm acesso ao que é dito.

No entanto, especialistas alertam que o sistema pode ter vulnerabilidades, sobretudo quando o conteúdo é salvo em backups externos, como em nuvens sincronizadas. 

Esse tipo de brecha, ainda que não comprometa o processo de criptografia em si, levanta dúvidas sobre a real blindagem das informações.

Histórico de polêmicas

Esta não é a primeira vez que o WhatsApp é alvo de questionamentos sobre privacidade. No Brasil, o Ministério Público Federal e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor moveram, em 2024, uma ação contra o mensageiro, pedindo indenização bilionária por supostas violações à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Com o novo caso chegando à Justiça norte-americana, o debate sobre segurança e transparência digital se intensifica. O desfecho da ação poderá influenciar o modo como plataformas semelhantes lidam com dados e comunicação privada nos próximos anos.

Mobile first: como o jogo online migrou das telas grandes para as pequenas

As apostas passaram por uma grande transformação nas últimas três décadas. Uma experiência que dependia de locais físicos, como cassinos ou até mesmo casas lotéricas, tornou-se portátil, interativa e acessível em praticamente qualquer lugar.

O avanço dos smartphones, o desenvolvimento de novas tecnologias e a mudança do comportamento do usuário redefiniram totalmente como os jogadores interagem com cassinos digitais, apostas esportivas e plataformas de entretenimento. Relembre essa trajetória a seguir.

Do desktop ao celular: o salto histórico dos cassinos online

A evolução dos cassinos online começou de forma modesta, mas abriu caminho para um dos setores mais lucrativos da economia digital.

Os primórdios da internet e o surgimento dos primeiros cassinos online (anos 1990)

No início da década de 1990, surgiram os primeiros sites de jogos. Eram plataformas simples, limitadas pela tecnologia da época, mas que introduziram a ideia revolucionária de jogar a distância. Os desktops eram a principal porta de entrada, e a navegação dependia totalmente da velocidade da conexão.

O impacto da chegada dos smartphones e da internet móvel na popularização do mobile gaming

A virada ocorreu nos anos 2000 com o crescimento dos celulares inteligentes. O lançamento dos primeiros smartphones e a ampliação da internet móvel criaram um novo ecossistema de consumo digital.

Com telas sensíveis ao toque e maior poder de processamento, os aparelhos transformaram a jogabilidade. Segundo um relatório global da Statista, o mobile gaming deve alcançar 100 bilhões de dólares em receita até 2025, consolidando sua força no setor de jogos e apostas.

Mobile gaming e apostas esportivas

A união entre apostas esportivas e cassinos online consolidou um mercado unificado, moldado pelo comportamento mobile.

Como as plataformas unificaram cassino, apostas e esportes em apps acessíveis

Plataformas que antes funcionavam apenas em navegador passaram a investir em apps completos. Em 2022, por exemplo, o BetMGM lançou um aplicativo robusto, reunindo cassino online, jogos com dealer ao vivo e apostas esportivas em um só ambiente. Essa integração responde à demanda moderna por praticidade e navegação rápida.

O papel da cultura esportiva na adoção das apostas mobile

O interesse crescente por apostas esportivas, especialmente em países como o Brasil, impulsionou o mercado mobile. Torcedores habituados a acompanhar partidas pelo celular encontraram nos aplicativos uma extensão natural dessa experiência, reduzindo barreiras e popularizando ainda mais o setor.

Inovações tecnológicas e novos formatos de jogo

A modernização não aconteceu apenas no acesso, mas também nas tecnologias que sustentam a experiência. O uso de HTML5 permitiu que cassinos oferecessem gráficos de alta qualidade e funcionamento estável em diferentes dispositivos. Paralelamente, tecnologias como blockchain e criptomoedas ampliaram camadas de segurança e transparência.

Grandes plataformas de entretenimento também começaram a explorar o mercado de jogos, como é o caso da Netflix, que recentemente investiu em games dentro de sua plataforma de streaming.

Esse movimento sinaliza uma tendência de convergência, abrindo espaço para que jogos digitais e até experiências de cassino busquem integração com ecossistemas de entretenimento já consolidados.

Jogos com dealer ao vivo, slots responsivos, criptomoedas e blockchain

O uso de HTML5 permitiu que cassinos oferecessem gráficos de alta qualidade e funcionamento estável em diferentes dispositivos. Paralelamente, tecnologias como blockchain e criptomoedas ampliaram camadas de segurança e transparência.

Realidade virtual, realidade aumentada e o futuro imersivo do cassino

Experiências imersivas avançam rapidamente. VR e AR já são usados para simular mesas de cassino e ambientes tridimensionais, indicando que a próxima geração de jogos será ainda mais interativa e sensorial.

Conveniência, risco e regulamentação nos games

O fácil acesso às apostas esportivas e ao cassino online traz benefícios, mas também amplia responsabilidades dos governos e das plataformas.

Facilidade de acesso e os perigos do jogo impulsivo e falta de controle

Com o celular sempre à mão, as fronteiras entre lazer e risco ficam mais tênues. Especialistas alertam para comportamentos impulsivos e para a necessidade de ferramentas de autocontrole nos aplicativos, como limites de gasto e pausas obrigatórias.

Desafios legais e regulatórios em mercados como o Brasil: proteção ao jogador e compliance

A regulamentação brasileira passou a exigir medidas rígidas de segurança, identificação e prevenção ao vício. À medida que os aplicativos de jogos evoluem, aumenta também a necessidade de fiscalização constante e políticas públicas que ajudem a mitigar riscos.

O mercado contemporâneo de iGaming: crescimento e transformações globais

O futuro aponta para plataformas mais imersivas, conectadas a redes globais e integradas ao metaverso. Comportamentos sociais e digitais devem se misturar ainda mais, criando experiências interativas que aproximam entretenimento, apostas esportivas e jogos de cassino.

Nesse contexto, cresce também a busca por espaços confiáveis de diversão em cassino online, cada vez mais populares graças ao sucesso de slots famosos, como o Fortune Tiger, mais conhecido no Brasil como “Jogo do Tigrinho”. Jogue com responsabilidade.

Nos próximos anos, espera-se que avanços em inteligência artificial e personalização reconfigurem novamente o setor. À medida que essa transformação ocorre, a demanda por diversão em cassino online tende a se intensificar entre usuários que buscam praticidade sem abrir mão de um ecossistema regulado e seguro.

TIM vence em confiabilidade e Vivo em velocidade, aponta pesquisa

0
celular internet operadoras velocidade
Ross Sneddon/Unsplash

A empresa de medição Opensignal divulgou nesta quarta-feira (28), um relatório detalhado sobre o desempenho das operadoras móveis brasileiras no último trimestre de 2025, analisando a experiência dos usuários em todo o país para identificar os avanços tecnológicos no setor. O levantamento nacional avaliou a qualidade da conexão da Claro, TIM e Vivo em 14 categorias técnicas, fornecendo um panorama essencial sobre a velocidade e a estabilidade das redes de quinta geração em um mercado cada vez mais exigente.

Leia mais:

Velocidade e domínio da Vivo no 5G

A Vivo se consolidou como a grande vencedora nos quesitos de velocidade bruta e experiência multimídia de última geração no relatório mais recente. Segundo os dados coletados, a operadora liderou três das quatro métricas de velocidade, alcançando 51,3 Mbps no download geral e expressivos 336 Mbps exclusivamente na rede 5G. Esse desempenho robusto ajuda a explicar por que vivo e claro dominam o mercado de motoristas e entregadores por app, já que a agilidade na troca de dados é vital para o trabalho desses profissionais.

Além da velocidade, a operadora também se destacou na Experiência de Vídeo 5G e na Experiência de Vídeo ao Vivo 5G, garantindo o primeiro lugar nessas categorias. Para os usuários que utilizam o smartphone como principal ferramenta de entretenimento, a Vivo entregou a melhor qualidade de imagem e o menor tempo de carregamento. A empresa também manteve sua liderança isolada na Experiência de Jogos 5G, atingindo 85,7 pontos em uma escala de 100, consolidando-se como a opção preferida para o público gamer.

Comparativo de desempenho 5G no Brasil

Os números abaixo detalham como as três principais prestadoras de serviço se comportaram nas métricas específicas da tecnologia de quinta geração durante o período analisado:

Categoria de Experiência 5GVivoClaroTIM
Velocidade de Download (Mbps)336,4322,3316,2
Velocidade de Upload (Mbps)27,628,425,0
Disponibilidade 5G (Pontos)64,923,468,4
Experiência de Jogos (0-100)85,782,983,7

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

TIM lidera em confiabilidade e disponibilidade

A TIM, por sua vez, demonstrou superioridade em indicadores que medem a estabilidade do serviço no uso cotidiano e a onipresença do sinal. Pela quarta vez consecutiva, a empresa venceu na categoria de Qualidade Consistente, com 72,7% de pontuação. Além disso, a operadora recuperou o prêmio de Experiência de Confiabilidade, superando a Claro. Essa métrica é fundamental para garantir que o usuário consiga completar tarefas básicas, como enviar mensagens ou realizar chamadas, sem enfrentar quedas ou falhas inesperadas na conexão.

Outro ponto de destaque para a TIM foi a Disponibilidade 5G, onde a operadora registrou uma pontuação de 68,4, demonstrando uma presença de rede muito mais constante em comparação à Claro, que ficou com apenas 23,4 pontos. Essa métrica é essencial para o consumidor que investiu em aparelhos compatíveis e deseja usufruir da tecnologia de ponta na maior parte do tempo. No streaming de vídeo geral, a TIM também garantiu o primeiro lugar com 63 pontos, embora a disputa com as rivais tenha sido decidida por apenas um ponto de diferença.

Avanço da infraestrutura e o futuro do setor

O relatório da Opensignal destacou que o Brasil completou três anos de implementação do 5G com indicadores muito positivos em comparação aos seus vizinhos latino-americanos. A estratégia adotada pelo governo e pelas teles de priorizar a faixa de 3,5 GHz resultou em conexões de altíssima qualidade. Atualmente, o país possui a segunda maior porcentagem de conexões 5G da região, atrás apenas do Chile. A cobertura já atinge quase 64% da população nacional, superando as metas de 58% que a Anatel havia estabelecido originalmente para o ano de 2027.

Para sustentar esse crescimento e atender à demanda explosiva por dados, o órgão regulador já planeja novos passos para o mercado brasileiro em 2026. Estão no horizonte leilões de espectro residual de 700 MHz e uma possível licitação da faixa de 6 GHz. Essas iniciativas são vistas como essenciais para garantir que a capacidade das redes acompanhe o aumento do consumo, mantendo a qualidade da experiência móvel. Ao final de 2025, o cenário mostra que, enquanto a Vivo foca em velocidade, a TIM aposta na estabilidade, beneficiando o consumidor com opções variadas.

Comando Vermelho corta fios na Bahia e impõe serviço próprio de internet

1
instalação internet / comando vermelho cv internet
Reprodução/Freepik

Desde dezembro, criminosos ligados ao Comando Vermelho em Camaçari, na Bahia, cortam fios e moradores ficam sem internet como estratégia para impor a contratação do serviço clandestino “CV-net. A ação acontece em áreas de condomínios de alto padrão, onde as equipes técnicas oficiais são impedidas de realizar reparos sob fortes ameaças. O objetivo da facção é expulsar o serviço regular para monopolizar a conectividade e garantir uma fonte de renda ilícita e contínua.

Leia mais:

Dominação Territorial e a Ascensão da “CV-net”

A tática usada pelos criminosos segue um padrão de intimidação que começa com o vandalismo da infraestrutura física. Ao sabotar sistematicamente os cabos de fibra óptica e equipamentos das operadoras autorizadas pela Anatel, a facção cria um “apagão” planejado. Com o sinal interrompido, eles passam a oferecer a rede própria, impedindo qualquer tentativa de manutenção por parte das empresas legítimas, que agora enfrentam o medo de enviar seus colaboradores para a região.

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

Riscos Operacionais para as Equipes Técnicas

O clima de insegurança tornou-se insustentável para os profissionais que trabalham na rede externa. Relatos obtidos apontam que o acesso às áreas afetadas é controlado por criminosos armados, tornando o trabalho de reparo uma atividade de altíssimo risco. Confira os principais pontos que impedem o atendimento normalizado:

  • Ameaças diretas: Técnicos relatam ameaças de morte e intimidação física desde o final do ano passado.
  • Bloqueio de acesso: Veículos de manutenção são impedidos de entrar em ruas e condomínios específicos.
  • Vandalismo recorrente: Mesmo quando o reparo é feito, os fios são cortados novamente em poucas horas.
  • Inviabilidade técnica: Algumas operadoras consideram desativar definitivamente as redes no local por falta de segurança.

Comparativo: Serviço Regular vs. Imposição Clandestina

A diferença entre o mercado regulado e a oferta das facções criminosas cria um cenário de exploração econômica e falta de garantias para o consumidor, conforme detalhado abaixo:

AtributoOperadora Oficial (Anatel)Serviço Clandestino (CV-net)
Segurança JurídicaProtegido pelo Código de Defesa do ConsumidorInexistente (Mercado Paralelo)
Suporte TécnicoEquipes treinadas e identificadasRealizado sob ordens do crime
Livre EscolhaO cliente decide o plano e a empresaContratação forçada por falta de opção
Origem do LucroInvestimento privado em infraestruturaFinanciamento de atividades ilícitas

Reféns da Insegurança: O Desabafo dos Moradores

A sensação de impotência é o sentimento predominante entre as famílias afetadas em Camaçari. Uma moradora, que optou pelo anonimato, destacou que o medo vai além da falta de conectividade, atingindo o direito fundamental de escolha. Para os residentes, o receio é de que, após o controle da rede de dados, outras liberdades individuais sejam cerceadas pelas facções. “Tenho que ser refém desse tipo de situação por falta de segurança pública“, lamentou a usuária.

PF quebra senhas e extrai dados de celular mesmo com aparelho desligado

1
Polícia Federal PF celular desbloqueio
Divulgação/Polícia Federal

Peritos da Polícia Federal (PF) estão utilizando em Brasília um equipamento avançado que quebra senha de qualquer celular apreendido, mesmo desligado, para evitar que dados sejam apagados remotamente durante as investigações do Banco Master. A técnica, revelada pelo Blog da Julia Duailibi no G1, permite o acesso integral ao conteúdo dos dispositivos de figuras influentes, garantindo que mensagens e arquivos sensíveis sejam preservados para o processo judicial por meio de um isolamento físico e lógico rigoroso.

Leia mais:

Isolamento físico e a ciência da Gaiola de Faraday

O clima de apreensão que tomou conta dos bastidores do poder na capital federal possui uma explicação técnica bem definida. Diferente de outras forças policiais que dependem de softwares comerciais para o desbloqueio básico de telas, a Polícia Federal detém tecnologia exclusiva para realizar a leitura direta da memória física. Essa capacidade permite que investigadores acessem dados que muitos usuários consideravam estar protegidos por sistemas de criptografia de última geração.

Para assegurar que a extração ocorra sem riscos de interferência externa, os especialistas fazem uso da Gaiola de Faraday. Esse método isola o dispositivo de qualquer onda eletromagnética, como redes Wi-Fi, sinais de operadoras móveis ou conexões Bluetooth. O procedimento é indispensável para evitar que o conteúdo seja deletado via comandos remotos enviados por terceiros, preservando a integridade da prova digital desde o momento da apreensão até o processamento técnico final.

Comparativo de capacidades técnicas na perícia

A tecnologia forense aplicada pela corporação não permite seleções superficiais no início do processo; a regra técnica é a cópia bit-a-bit de todo o armazenamento. Isso significa que fotos, e-mails, registros de GPS e conversas em aplicativos são “baixados” integralmente para análise posterior. A tabela abaixo demonstra como o órgão se diferencia das demais forças de segurança no que diz respeito ao acesso a dispositivos móveis apreendidos em operações judiciais:

Funcionalidade ForenseOutras PolíciasPerícia da Polícia Federal
Acesso com aparelho desligadoFrequentemente impossívelRealizado via hardware
Recuperação de dados apagadosLimitada ao cacheReconstrução de memória flash
Proteção contra limpeza remotaNem sempre eficazTotal (Gaiola de Faraday)
Escopo da extraçãoArquivos selecionadosEspelhamento integral dos dados

Impacto nas investigações e o temor dos alvos em Brasília

O temor em Brasília se justifica pelo perfil dos alvos e pela abrangência total dessa devassa digital permitida pela tecnologia. Atualmente, os telefones de Daniel Vorcaro e do investidor Nelson Tanure estão sob análise, figuras com trânsito intenso no mundo político e empresarial. Como a perícia extrai tudo o que está no aparelho, registros antigos e conversas privadas não relacionadas diretamente ao crime investigado acabam ficando expostos aos olhos atentos dos investigadores federais.

banco master
Divulgação

Nos últimos anos, o investimento pesado em inteligência transformou a capacidade investigativa no Brasil de forma definitiva. O bloqueio de tela, antes visto como uma barreira intransponível, tornou-se apenas um obstáculo temporário para os novos softwares periciais. Essas ferramentas exploram vulnerabilidades de hardware e permitem que a corporação recupere dados valiosos que antes seriam perdidos, colocando o país em um patamar diferenciado no combate a crimes financeiros complexos.

O rigoroso fluxo de trabalho da perícia forense digital

Para garantir que as informações coletadas tenham validade jurídica, a perícia segue um protocolo de segurança extremamente rígido. O processo é desenhado para evitar nulidades em processos judiciais futuros. Abaixo, detalhamos as etapas seguidas pelos especialistas:

  • Catalogação e Lacre: O dispositivo é documentado e isolado logo após a apreensão física.
  • Blindagem Eletromagnética: O celular é colocado em ambiente isolado de qualquer sinal externo.
  • Leitura de Hardware: Peritos conectam o aparelho a estações que ignoram o sistema operacional.
  • Criação de Espelho: Uma cópia exata de toda a memória interna é gerada para ser analisada.
  • Triagem de Dados: O uso de softwares busca termos específicos e datas relevantes ao inquérito.

Por fim, a manipulação do dispositivo em ambiente controlado garante que não existam questionamentos sobre a validade das provas coletadas. Ao realizar a perícia sobre uma cópia espelhada, o celular original permanece preservado, evitando acusações de manipulação indevida. Essa metodologia assegura que o Poder Judiciário tenha acesso a informações incontestáveis, transformando a tecnologia móvel na peça central para o esclarecimento de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Netflix fecha acordo com Paramount para licenciar 20 séries

0
Todo mundo odeia o Chris / netflix paramount cbs
3 Art Entertainment/Courtesy Everett Collection

A gigante do streaming Netflix e a Paramount selaram nesta terça-feira (27), um acordo estratégico de licenciamento que trará cerca de 20 séries de renome para o catálogo global da plataforma. O movimento ocorre em um momento de expansão agressiva da empresa, que busca diversificar sua biblioteca e atrair novos assinantes ao redor do mundo através da oferta de produções consagradas que antes eram exclusivas de outros serviços ou canais de TV paga tradicionais.

Este novo contrato sinaliza uma reversão na tendência da Netflix, que nos últimos anos havia focado quase integralmente em conteúdos originais de seu próprio estúdio. Agora, a estratégia passa a ser o licenciamento de grandes sucessos de terceiros para complementar as produções da casa. O acordo é visto com surpresa pelo mercado financeiro, já que ambas as empresas travam uma disputa acirrada pela aquisição da Warner Bros. Discovery, mas mostra que a cooperação comercial ainda é uma ferramenta vital para gerar receita.

Leia mais:

Todo Mundo Odeia o Chris e o impacto no mercado brasileiro

Embora os anúncios internacionais destaquem dramas de ação americanos, para o público brasileiro, a grande expectativa gira em torno de “Todo Mundo Odeia o Chris”, um verdadeiro fenômeno cultural no país. Sendo uma propriedade da CBS/Paramount, a inclusão da série no pacote de 20 títulos licenciados pela Netflix é vista como o principal trunfo para engajar a audiência local. A comédia, que possui uma legião de fãs fiéis em canais abertos e redes sociais, reforça o catálogo com um conteúdo de altíssimo valor de engajamento.

Além da icônica sitcom inspirada na vida de Chris Rock, a lista de produções licenciadas inclui dramas de peso como “SEAL Team” e a nova série da CBS, “Watson”, inspirada no universo de Sherlock Holmes. Outro destaque absoluto é “Mayor of Kingstown”, protagonizada por Jeremy Renner, sendo a primeira obra do prestigiado criador Taylor Sheridan a chegar ao serviço. Títulos clássicos como “The King of Queens” e o novo “Matlock” também integram o acordo para territórios internacionais, garantindo uma mistura robusta de gêneros para todos os tipos de perfis.

Séries confirmadas até o momento:

Título OriginalTítulo em PT-BRTerritórios notados
Mayor of KingstownO Dono de KingstownEUA e internacionais
SEAL TeamEquipe de AssaltoEUA e internacionais
WatsonWatsonEUA e internacionais
MatlockMatlockEUA e internacionais
The King of QueensO Rei de QueensInternacionais
Everybody Hates ChrisTodo Mundo Odeia o ChrisInternacionais
9021090210Internacionais

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

Expansão do catálogo e parcerias com grandes estúdios

O licenciamento da Paramount faz parte de um plano maior da Netflix para se consolidar como o hub definitivo de entretenimento digital. Recentemente, a empresa também fechou parcerias bilionárias com a Sony Pictures Entertainment e a Universal Pictures para garantir filmes de grande orçamento. Entre as novidades mais aguardadas, a Netflix garante direitos globais de filmes da Sony após o período exclusivo do cinema, o que permitirá que grandes franquias como Homem-Aranha e Zelda cheguem aos usuários logo após as janelas de exibição tradicionais.

O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, afirmou que 2026 será um ano de oferta expandida, mesclando esses licenciados com produções originais aguardadas, como o novo filme de “Peaky Blinders” e a animação “Nárnia”. A inclusão de séries da Paramount ajudará a preencher lacunas de gênero e atrair nichos específicos de audiência que ainda não haviam migrado totalmente para o streaming. A empresa reforça que continuará a buscar oportunidades para ampliar sua oferta de entretenimento, garantindo variedade e qualidade superior em comparação direta com suas principais concorrentes.