
A Nokia deu mais um passo na reformulação da sua estrutura voltada para redes em nuvem. A companhia anunciou que vai adotar soluções da Pure Storage em sua arquitetura baseada no Red Hat OpenShift, com foco em desempenho, escalabilidade e uso mais eficiente de energia.
A mudança visa dar suporte a aplicações nativas de nuvem, como funções de rede em contêineres, além de simplificar a gestão de dados em diferentes camadas da infraestrutura, do núcleo da rede à borda.
Segundo a fabricante, a expectativa é entregar mais previsibilidade nas operações e reduzir custos energéticos, algo cada vez mais relevante para as operadoras.
Um modelo mais flexível para os clientes
A implementação poderá ser feita de duas formas. Em uma delas, a própria Nokia fornece a arquitetura completa, pronta para uso.
Na outra, as operadoras têm a opção de adquirir diretamente os produtos da Pure Storage, desde que respeitem os padrões técnicos definidos.
Esse formato híbrido busca dar mais liberdade às empresas, sem abrir mão da segurança e da performance exigidas pelas redes modernas.
Armazenamento de alto desempenho e menor impacto ambiental
O destaque da parceria está nos sistemas all-flash da Pure Storage. Esses equipamentos são reconhecidos por sua alta velocidade de leitura e escrita de dados, além do baixo consumo energético. Para a Nokia, é um recurso importante diante das metas ambientais que vêm ganhando força no setor.
A combinação das tecnologias também facilita a automação de tarefas e a gestão dos recursos de rede. Isso reduz a complexidade e abre caminho para uma operação mais enxuta e, ao mesmo tempo, mais ágil.
Conexão com o futuro das redes
A Nokia vem ampliando sua estratégia para atender à nova geração de redes móveis. A parceria com a Pure Storage reforça essa linha, especialmente por estar alinhada ao uso do OpenShift como plataforma base.
Com a integração, a empresa promete um ambiente mais coeso para lidar com cargas de trabalho intensas e que exigem resposta rápida.
De acordo com as companhias, a iniciativa atende a uma demanda crescente por soluções que aliem alto desempenho e menor impacto ambiental, uma equação essencial para o futuro das telecomunicações.





