quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Claro Brasil divulga todos os resultados financeiros de 2017

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Grupo que engloba Claro, NET e Embratel teve leve aumento na receita líquida de R$ 8,950 bilhões, e 15,7% a mais de EBITDA no quarto trimestre do ano.

A Claro Participações, controlada pela América Móvil, conhecida por Claro Brasil e que engloba as marcas Claro, NET e Embratel, divulgou, nesta terça-feira (13), os resultados financeiros do 4º e último trimestre de 2017.

O grande destaque, assim como aconteceu com a TIM no 3º trimestre, foi o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do grupo, que registrou um crescimento de 15,7% em relação ao 4º trimestre de 2016 (total de R$ 2,828 bilhões), e 7,1% durante o ano. A margem EBITDA atingiu 31,6% no último trimestre, contra 27,6% no mesmo período do ano anterior (+4%).




A receita líquida total aumentou apenas 1,1%, alcançando R$ 8,950 bilhões, e em doze meses registrou diminuição de 0,8%. O número total de 2017 foi de R$ 35,582 bilhões, enquanto de 2016 era R$ 35,879 bilhões. De acordo com a empresa, a baixa se deve pela redução na receita de aparelhos e interconexão ao longo do ano, de 39,7% e 27,7%, respectivamente.

O desempenho foi positivo se analisarmos somente a receita de serviços aos clientes, com 1,9% no quarto trimestre e 1,1% no ano, responsável por R$ 8,596 bilhões da receita. 

Desse número, a receita de serviços móveis melhorou 10,7% (R$ 2,699 bilhões) e 5,7% no ano, com aumento que acompanhou o crescimento e rentabilização da base de assinantes no segmento pós-pago. Já a receita fixa diminuiu 1,6% (R$ 5,896 bilhões) e 0,8% no ano, com influência da queda em serviços tradicionais de voz e de TV paga via satélite.

POR SERVIÇOS

Quando comenta sobre seu desempenho operacional, a Claro Brasil afirma que alcançou um resultado expressivo e “com destacada posição de participação nos mercados em que atua, mesmo diante do cenário ainda instável e desafiador do país em 2017”.

Móvel (Claro)

No segmento móvel, a empresa só passa o crescimento com o pós-pago, que foi de 11,1% no ano e +15,1% considerando as linhas de serviços de voz e dados, sem banda larga e M2M. Mas vale lembrar que, somente em dezembro, a operadora perdeu mais de 1,5 milhão de clientes em sua base.

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Além de destacar serviços como o Claro Vídeo, Claro Música e Passaporte Américas, a operadora diz que fechou o ano sendo a pioneira em duas ofertas: a de ligações ilimitadas para qualquer operadora, já que alternou a dinâmica do mercado, e a da tecnologia 4.5G, que permite velocidades até 10x maiores que as do 4G convencional.

No total, há mais de 58,9 milhões de acessos de dados móveis da Claro, o que representa 25% do total do mercado brasileiro.

Banda Larga (NET e Embratel)

Sem muitos detalhes em banda larga, a empresa divulgou que tem 8,9 milhões de clientes, que representam 31,2% do market share, além de 2 milhões de conexões com velocidade da ultra banda larga, acima de 34 Mbps e com 47,5% do market share.

TV por assinatura (NET e Claro TV)

Apesar da queda em TV por assinatura, a liderança no segmento continua sendo do grupo no Brasil, através das marcas NET e Claro TV.

Segundo a empresa, o NOW, plataforma on-demand disponível tanto para clientes da NET e agora também da Claro TV, hoje é uma das principais da América Latina e já atingiu mais de 1 bilhão de streamings nos últimos 12 meses.

Fixo

A Claro aproveita para divulgar seus planos de telefonia fixa com ligações ilimitadas para qualquer operadora através dos produtos NET Fone e Claro Fone.

Apesar de não informar o número de queda no segmento, também se diz ter a mais rápida conexão de internet do país, por fibra óptica ou pela rede móvel. E através do Combo Multi, que reúne serviços fixos e móveis, o cliente ganha o dobro de velocidade na banda larga fixa e o dobro do pacote de internet no celular.

Corporativo

No segmento corporativo, nenhum número foi divulgado, mas a empresa diz estar se estruturando para oferecer novas oportunidades de negócio ligadas à transformação digital das empresas, como soluções digitais integradas, em IoT (internet das coisas) e serviços em nuvem.


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