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Para Algar, 5G no Brasil deveria ser obrigatoriamente ‘standalone’

De acordo com executivo da operadora, o 5G standalone trará uma melhor experiência para o usuário.

Márcio de Jesus, diretor de B2B da Algar, defende a obrigação de que o 5G no Brasil seja “standalone“. Hoje o país já conta com o 5G DSS, mas essa tecnologia usa parte da frequência 4G e não traz tudo o que é esperado para o 5G.

A fala ocorreu durante evento online de telecomunicações. A Algar ainda vai esperar para ver como o edital do leilão de frequências de quinta geração vai evoluir antes de definir de qual forma vai participar.

Para Jesus, as obrigações que vierem a ser impostas poderão facilitar ou impedir uma maior participação da operadora mineira no certame.

O executivo acredita ainda que as prestadoras regionais enxergam de forma diferente os requisitos e oportunidades do lugar onde atuam, chegando mais rápido a mercados que não são prioridade das maiores empresas.

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Ele faz referência ao avanço da banda larga por fibra ótica até a casa do assinante (FTTH), área em que os pequenos provedores têm avançado. Já noticiamos no Minha Operadora casos como o da Brisanet no Nordeste.

De acordo com Jesus, a rede móvel de quinta geração pode ser uma nova oportunidade nesses moldes. Também menciona que as redes neutras podem ganhar tração nesse mercado e permitir que novos participantes atuem.

Sobre o aspecto das redes 5G chamadas de “standalone”, Márcio de Jesus defende esse tipo de abordagem por, na visão dele, garantir uma melhor experiência para o cliente com a nova tecnologia.

“A experiência do usuário é mandatória”, pontua. “Nós temos nos preparados em termos de backbone, backhaul, CDN, cloud para que extrairmos o máximo de eficiência da frequência”, revela.

Segundo o executivo, a Algar está de olho nas faixas de 3,5 GHz e 26 GHz, assim como também a de 2,3 GHz eventualmente. Tudo vai depender das obrigações.

Ele acredita que o 5G vai trazer grandes oportunidades na distribuição de serviços de valor agregado, permitindo a parceria produtiva entre empresas de telecom e indústrias como a do entretenimento.

Com informações de TeleSíntese

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