Presidente da TIM volta a criticar o 5G DSS

Na visão do executivo, latência impede que a conexão seja oficialmente de quinta geração.

Pietro Labriola. Imagem: Divulgação LinkedIn
Pietro Labriola. Imagem: Divulgação LinkedIn

Após classificar o “5G DSS” como uma ação de marketing, Pietro Labriola, presidente da TIM, voltou a fazer questionamentos sobre a conexão.

Na visão do executivo, a latência é um fator que impede a conectividade de ser oficialmente da quinta geração.

Afinal, é um recurso importante no 5G, que será responsável por viabilizar modelos de negócio que não podem ser implementados na atualidade, por causa das conexões inferiores.

Labriola até reconhece que a novidade adotada pelas concorrentes Claro, Vivo e Oi consegue entregar velocidades maiores, mas só o fato de ter um “DSS” no nome já significa que é diferente.

O fato de usar as frequências do 4G já entrega que não é 5G. Não basta só aumentar velocidade e capacidade de download.

A conexão “prévia” é oferecida para os clientes como uma “amostra” e promete velocidades de até 500 Mbps.

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Já o 5G, que vai surgir após o leilão de frequências, promete conexões iniciais de 1 Gbps, além de uma verdadeira revolução industrial.

A negociação é prevista para meados de 2021 e ainda promete surpresas para o setor de telecomunicações.

Afinal, o destino da chinesa Huawei deve afetar agitar o turbulento processo para compra de frequências e equipamentos.

Com informações de Teletime

About Anderson Guimarães
Jornalista com seis anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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