sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Fatia da faixa de 2,3 GHz também deve ser destinada para 5G

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Anatel pretende incluir essa frequência no leilão de espectro previsto para 2019.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, na última quinta-feira (9), a abertura de consulta pública sobre as novas condições de uso da faixa de 2,3GHz. A agência pretende destinar os 100 MHz disponíveis para aplicações em 5G.

As contribuições para a consulta pública poderão ser realizadas durante 30 dias.

O órgão estuda a possibilidade de incluir essa frequência no leilão de espectro previsto para 2019. 

O uso dessa fatia do espectro se tornou possível depois de negociações com as emissoras de televisão. 

O resultado foi uma resolução (688) aprovada no fim de 2017 que realojou serviços de retransmissão e de coberturas externas do naco entre 2,3 e 2,5GHz, onde estavam, para subfaixas entre 2 e 2,3GHz. 

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A Anatel já trabalha na destinação da faixa de 3,5GHz para o 5GPara isso, a agência está realizando testes de campo e de laboratório para avaliar as condições de interferência na recepção de sinais pelas antenas parabólicas. 

Esses testes estão sendo realizados no centro de referência tecnológica da Claro, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, e devem ser concluídos ainda neste mês.

A Anatel espera desenvolver uma solução de baixo custo que mitigue o problema.

No início desta semana, os Estados Unidos divulgaram as regras para o leilão das faixas de frequência que poderão ser utilizadas pelas operadoras para transmitir sinal do 5G. 

O país planeja realizar um leilão de espectro na faixa de 28GHz em novembro, seguido por um leilão de espectro na faixa de 24 GHz.



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