03/02/2026
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Galaxy Z TriFold é apresentado pela Samsung com dobra dupla e proposta premium

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Samsung Galaxy Z TriFold
Divulgação/Samsung

A Samsung lançou nesta terça-feira (2) o Galaxy Z TriFold, seu primeiro smartphone com dobra dupla que promete revolucionar a experiência mobile ao transformar um celular compacto em um tablet de 10 polegadas. O aparelho chega ao mercado sul-coreano em 12 de dezembro com preço inicial de US$ 2.443, equivalente a aproximadamente R$ 13 mil na cotação atual.

O novo Galaxy Z TriFold representa um marco tecnológico para a fabricante sul-coreana, que aposta em um design ultrafino com duas dobradiças independentes. Quando totalmente aberto, o dispositivo atinge 25,4 centímetros de tela, oferecendo possibilidades ampliadas para criação de conteúdo e produtividade profissional.

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Estratégia de lançamento focada em inovação

A estratégia da Samsung com este lançamento vai além das vendas em volume. Segundo a analista Liz Lee, da Counterpoint Research, o primeiro modelo trifold será enviado em quantidade muito limitada, pois a escala não é o objetivo principal. O foco está em posicionar o dispositivo como demonstração de liderança tecnológica, especialmente considerando a entrada esperada da Apple no segmento de dobráveis em 2026.

Samsung Galaxy Z TriFold
Divulgação/Samsung

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Especificações técnicas impressionantes

O aparelho conta com tela externa de 6,5 polegadas que alcança impressionantes 2.600 nits de brilho máximo. Já o painel interno de 10 polegadas atinge pico de 1.600 nits. A configuração permite três modos distintos de uso: fechado como smartphone convencional, parcialmente aberto ou completamente expandido no formato tablet.

No aspecto fotográfico, o Galaxy Z TriFold traz câmera principal de 200 megapixels, uma das mais potentes do mercado mobile. A bateria de 5.600 mAh representa a maior capacidade já utilizada pela Samsung em um telefone dobrável, prometendo até 17 horas de reprodução contínua de vídeo com a tela totalmente desdobrada.

A espessura das três seções varia entre 3,9mm e 4,2mm, resultando em um dispositivo que mede apenas 12,1mm quando completamente fechado. Esse número posiciona o aparelho como mais fino que o modelo trifold da Huawei, que tem 12,8mm de espessura. O processador escolhido foi o Snapdragon, garantindo desempenho premium para multitarefas avançadas.

Samsung Galaxy Z TriFold
Divulgação/Samsung

Produtividade elevada com modo DeX

Uma das grandes inovações está no software DeX adaptado especialmente para este hardware. O sistema permite executar uma experiência similar à de um computador desktop diretamente na tela interna, sem necessidade de monitor externo. No modo DeX, o TriFold opera até quatro espaços de trabalho distintos, cada um capaz de rodar cinco aplicativos simultaneamente.

Samsung Galaxy Z TriFold
Divulgação/Samsung

No modo tablet expandido, cada uma das três telas pode executar independentemente um aplicativo diferente, oferecendo o equivalente a três smartphones de 6,5 polegadas funcionando lado a lado. Essa configuração é ideal para profissionais que precisam monitorar múltiplas fontes de informação ou trabalhar com diversos programas ao mesmo tempo.

Reforço na durabilidade e garantias

A Samsung está ciente das preocupações sobre durabilidade que cercam dispositivos dobráveis. Por isso, a empresa aprimorou as dobradiças, a estrutura de alumínio e a tecnologia de tela para garantir resistência a longo prazo. Como garantia adicional, oferece desconto único de 50% no custo de reparo da tela caso seja necessário.

O dispositivo vem equipado com o conjunto completo de recursos Galaxy AI, incluindo Generative Edit para edição de imagens, Photo Assist para melhorias fotográficas e Writing Assist para auxílio na escrita. Os compradores recebem teste gratuito de seis meses da assinatura Google AI Pro, agregando ainda mais valor ao investimento inicial.

Disponibilidade e impacto no mercado

Além da Coreia do Sul, o Galaxy Z TriFold estará disponível nos Estados Unidos, China, Taiwan, Cingapura e Emirados Árabes Unidos. Os preços para esses mercados ainda não foram divulgados oficialmente pela Samsung, mas espera-se que sigam o patamar premium estabelecido pelo valor sul-coreano.

O mercado de smartphones dobráveis ainda representa apenas 2,5% do segmento móvel global, segundo dados da Counterpoint Research. Porém, o setor alcançou seu maior volume trimestral de remessas entre julho e setembro deste ano. A Samsung detém atualmente 64% de participação em todos os dobráveis vendidos mundialmente.

As ações de fornecedoras de componentes para smartphones reagiram positivamente ao anúncio. LG Innotek e AAC Technologies Holdings registraram alta após a revelação do produto, enquanto as próprias ações da Samsung avançaram até 2,9% no pregão de terça-feira.

Ficha técnica do Samsung Galaxy Z TriFold

EspecificaçãoDetalhes
Tela internaAMOLED Dinâmico 2X de 10″ (2160 x 1584), 1600 nits, 120 Hz
Tela externaAMOLED Dinâmico 2X de 6,5″ (2520 x 1080), 2600 nits, 120 Hz
ProcessadorSnapdragon 8 Elite Mobile Platform for Galaxy (3 nm)
Memória / Armazenamento16 GB RAM + 512 GB ou 1 TB
Bateria5.600 mAh (sistema de três células)
Carregamento45 W com fio, 15 W sem fio, Wireless PowerShare
Câmera traseira200 MP (principal) + 12 MP (ultrawide) + 10 MP telefoto 3x
Câmeras frontais10 MP (tela externa) + 10 MP (tela interna)
Sistema operacionalAndroid 16 com One UI 8
Conectividade5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4
Dimensões159,2 × 75,0 × 12,9 mm (fechado) / 159,2 × 214,1 × 3,9–4,2 mm (aberto)
Peso309 g
ResistênciaIP48
BiometriaLeitor de digitais lateral
SegurançaSamsung Knox com Knox Vault
SIMAté 2 Nano SIM + Multi eSIM
CoresPreto

Anatel consulta público para ampliar segurança e modernizar selos de homologação

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anatel modelo selo
Reprodução/ChatGPT

A Anatel iniciou na última quarta-feira (26) a Tomada de Subsídios nº 12/2025 para modernizar os selos de homologação utilizados em equipamentos de telecomunicações. A iniciativa busca aumentar a segurança da identificação aplicada em celulares, roteadores, drones e outros dispositivos.

A medida responde diretamente a fragilidades identificadas no modelo atual de certificação. Os selos tradicionais têm sido alvo de falsificações e reproduções indevidas, facilitando a entrada de equipamentos não testados no mercado brasileiro.

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Novas tecnologias de segurança em discussão

O objetivo central é dificultar a ação de fraudadores por meio de tecnologias mais avançadas. A Agência propõe elementos de segurança como tintas especiais, dados criptografados e recursos visuais mais complexos para proteger a autenticidade dos selos.

Entre as alternativas em discussão estão formatos modernos de marcação. A Anatel avalia a implementação de impressão direta nos produtos, QR codes dinâmicos e etiquetas eletrônicas (e-label), além dos tradicionais selos físicos adesivos.

Participação pública e fiscalização reforçada

A sociedade pode opinar sobre todos os aspectos técnicos propostos. O formulário disponível no sistema Participa Anatel permite que cidadãos, especialistas e empresas contribuam com sugestões sobre os novos mecanismos de identificação.

Divulgação/Anatel

A Agência tem intensificado ações para melhorar o controle sobre produtos de telecomunicações. Recentemente, a reguladora redefiniu os procedimentos de importação de equipamentos para reforçar a fiscalização no setor.

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Viabilidade econômica das propostas

A consulta também aborda a viabilidade econômica das mudanças. A Agência questiona o impacto financeiro da implementação de novas tecnologias no custo final dos produtos comercializados no país.

Outro ponto relevante é a adequação dos formatos à diversidade tecnológica. A Tomada de Subsídios busca verificar se os modelos atuais atendem aos diferentes tipos de equipamentos presentes no mercado de telecomunicações.

A Anatel pretende equilibrar segurança e custos nas propostas. O objetivo é garantir que os ganhos em rastreabilidade e proteção contra fraudes compensem os investimentos necessários para implementar as novas tecnologias.

Como participar e prazos

A participação pública é considerada essencial para a construção de um ambiente regulatório mais seguro. As contribuições ajudarão a Agência a definir os melhores caminhos para modernizar o sistema de homologação brasileiro, assim como ocorre em outras consultas públicas sobre serviços de telecomunicações.

O prazo para envio de sugestões é de 70 dias corridos. As contribuições devem ser enviadas através do sistema Participa Anatel até às 14h do dia 4 de fevereiro de 2026.

A iniciativa representa um avanço na proteção do consumidor brasileiro. Com selos mais seguros, será mais difícil que equipamentos não certificados circulem no mercado, oferecendo mais garantias de qualidade e segurança aos usuários.

Pix movimenta R$ 166 bilhões e atinge novo recorde na Black Friday

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pix pagamento
Reprodução/ChatGPT

O Pix bateu recorde ao movimentar R$ 166,2 bilhões em 297,4 milhões de transações na última sexta-feira (28), durante a Black Friday, conforme informou o Banco Central nesta segunda-feira (1º). O volume histórico superou a marca anterior de 290 milhões de operações, registrada em 5 de setembro, e reflete a consolidação do sistema como principal ferramenta de pagamento dos brasileiros, especialmente porque a data coincidiu com o prazo final para pagamento da primeira parcela do 13º salário.

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Black Friday impulsionada pelo 13º salário

A combinação da Black Friday com o depósito do 13º salário criou o cenário perfeito para o novo marco. Enquanto os consumidores aproveitavam as promoções no varejo físico e digital, empregadores corriam para cumprir a obrigação trabalhista. O resultado foi uma movimentação financeira sem precedentes, que ultrapassou em R$ 1,4 bilhão o pico anterior de R$ 164,8 bilhões.

Pix

Para o Banco Central, os números demonstram a importância do Pix como infraestrutura digital pública essencial para o funcionamento da economia nacional. Desde seu lançamento em novembro de 2020, o sistema acumulou R$ 85,5 trilhões em recursos movimentados até setembro de 2025, transformando a forma como brasileiros e empresas realizam transações financeiras.

Agilidade nas compras online

A Black Friday, tradicionalmente conhecida pelas ofertas relâmpago e descontos agressivos, ganhou nova dinâmica com a popularização do Pix. A agilidade do sistema instantâneo acelera compras online, libera limites na hora da transação e reduz significativamente a chance de perder promoções por demora no pagamento, o que explica sua preferência em datas de alto consumo.

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Consolidação como meio de pagamento dominante

Mais de 170 milhões de brasileiros já utilizaram o Pix, que conta com aproximadamente 890 milhões de chaves cadastradas. Esses números confirmam que o sistema ultrapassou, em maturidade e volume, meios tradicionais de transferência como TED e DOC, além de competir diretamente com cartões de débito e crédito no ambiente digital.

Desde outubro, novas regras de segurança do Banco Central aprimoraram o mecanismo de proteção contra fraudes e ampliaram as possibilidades de devolução de valores a vítimas de golpes. Anteriormente, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude, mas golpistas costumavam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro. Agora, o rastreamento foi ampliado para outras contas envolvidas.

Os picos de utilização do Pix, que antes ocorriam principalmente em datas de pagamentos recorrentes como folhas salariais e boletos mensais, agora também acontecem em eventos de consumo massivo. A Black Friday se transformou em um “super feriado do consumo digital”, no qual a velocidade das transações via Pix tornou-se fator decisivo para o sucesso das vendas.

Claro e Anatel assinam acordo histórico para migração da concessão de telefonia fixa

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telefone fixo claro anatel
Dan Dennis/Unsplash

A Claro e a Anatel assinaram na última semana um acordo que formaliza a migração do regime de concessão para autorização do Serviço Telefônico Fixo Comutado de Longa Distância Nacional e Internacional da operadora. O Termo de Conciliação TC-28/2025 foi firmado após mediação da Câmara de Mediação e Conciliação da Administração Pública Federal, vinculada à Advocacia-Geral da União, e também conta com a participação do Ministério das Comunicações.

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Mudança no modelo de atuação

A mudança de regime representa uma transformação significativa no modelo de atuação da companhia telefônica. Com a migração, a Claro deixa de estar submetida às obrigações tradicionais da concessão pública, como o cumprimento das metas de universalização estabelecidas no Plano Geral de Metas de Universalização. A empresa passa a operar sob um modelo contratual mais moderno, fundamentado em compromissos de investimento em infraestrutura digital.

Claro amplia roaming gratuito

O acordo, aprovado pelo Conselho Diretor da Anatel em outubro de 2024, estabelece contrapartidas robustas que totalizarão R$ 2,41 bilhões em investimentos. Todos os recursos serão direcionados exclusivamente para melhorias e ampliações de rede, além da manutenção de serviços essenciais em áreas sem alternativas de conectividade. As garantias escalonadas se estendem até 2037, assegurando o cumprimento integral das metas.

Compromissos de expansão

O termo de conciliação estabelece uma série de compromissos voltados à ampliação da infraestrutura de telecomunicações em regiões atualmente desassistidas. Os investimentos contemplam tanto a instalação de novas tecnologias quanto o fortalecimento da resiliência da rede em áreas estratégicas. A operadora se comprometeu a:

  • Levar fibra óptica a 44 cidades e distritos que ainda não possuem esse tipo de conexão, democratizando o acesso à internet de alta velocidade;
  • Ampliar o sinal 4G ou tecnologias superiores em 126 localidades e em 205 trechos de rodovias federais, beneficiando áreas urbanas e rurais;
  • Criar seis rotas alternativas de tráfego de dados, incluindo a implantação de cabo óptico sob o leito do Rio Solimões, em Manaus, para aumentar a segurança e reduzir falhas em regiões vulneráveis;
  • Manter telefones públicos ou pontos gratuitos de acesso à comunicação em mais de 1.700 localidades até 2028, garantindo conectividade para comunidades remotas.

Fim de litígios históricos

O Termo de Conciliação encerra litígios de longa data entre a Claro e os órgãos reguladores. O documento prevê a extinção de processos administrativos e judiciais relacionados à execução das concessões de longa distância, eliminando controvérsias históricas sobre valores e bens reversíveis. Essa pacificação reduz inseguranças jurídicas e desonera tanto a empresa quanto a administração pública de disputas prolongadas.

Para o procurador da Fazenda Nacional Daniel Azeredo Alvarenga, coordenador de Procedimentos e Estratégias de Mediação da CCAF e comediador do processo, o acordo constitui um marco regulatório e econômico. Ele viabiliza investimentos privados expressivos, reduz controvérsias de alta complexidade com potencial impacto fiscal e demonstra a eficácia da mediação pública como ferramenta de solução cooperativa de conflitos.

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Fiscalização e monitoramento

A Anatel manterá acompanhamento direto de todos os projetos previstos no acordo. O monitoramento visa assegurar que os compromissos sejam cumpridos nos prazos estabelecidos e que os investimentos efetivamente se convertam em melhorias concretas para a população brasileira, especialmente em regiões carentes de infraestrutura de telecomunicações de qualidade.

Netflix remove botão popular do app e revolta usuários

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Imagem: rawpixel.com/reprodução

A Netflix retirou discretamente do seu aplicativo móvel o botão de espelhamento que permitia transmitir filmes e séries do celular diretamente para a TV. 

A mudança, identificada por usuários e confirmada em uma atualização na central de ajuda da empresa, afeta principalmente aparelhos como o Chromecast com Google TV, o Google TV Streamer e diversos modelos de smart TVs recentes.

O recurso, conhecido como “Cast”, era amplamente utilizado por quem preferia controlar a navegação pelo smartphone, em vez de usar o controle remoto dos televisores. Agora, a única forma de assistir ao conteúdo nesses dispositivos é acessando o catálogo diretamente pela interface da TV.

Mudança vale para todos os planos da Netflix

A remoção do botão de espelhamento se aplica a todos os perfis de assinatura da plataforma, inclusive os planos mais caros, sem anúncios. 

A única exceção, segundo a própria Netflix, são os modelos mais antigos de Chromecast (1ª, 2ª e 3ª gerações, além do Ultra), que ainda conseguem receber transmissões via celular. No entanto, mesmo nesses casos, a função está bloqueada para assinantes do plano com publicidade.

A nova diretriz foi adicionada ao site oficial da empresa, que orienta os usuários a utilizarem o controle remoto de seus dispositivos para navegar no aplicativo nativo da Netflix. Não há, até o momento, um posicionamento técnico detalhado sobre os motivos que levaram à decisão.

Usuários reagem com críticas nas redes sociais

Desde que a mudança foi percebida, diversos usuários da Netflix manifestaram forte insatisfação nas redes sociais e fóruns especializados. 

Os principais argumentos giram em torno da perda de praticidade e da suspeita de que a medida visa enfraquecer a autonomia do assinante.

Muitos apontam que a decisão pode estar relacionada à estratégia da Netflix de reduzir o compartilhamento de senhas e estimular a contratação de múltiplas assinaturas. 

Há também críticas à falta de transparência da empresa, que não emitiu nenhum comunicado prévio para informar sobre a descontinuidade do recurso.

Em publicações no Reddit e no X (antigo Twitter), são comuns comentários acusando a plataforma de remover funcionalidades essenciais como forma de limitar o controle do usuário sobre onde e como assistir ao conteúdo.

Contexto técnico e limitações restantes

O botão de transmissão desapareceu gradualmente do app da Netflix, tanto em dispositivos Android quanto iOS. Ao tentar utilizar a função, usuários perceberam que seus dispositivos compatíveis deixaram de aparecer como opção de espelhamento. 

A mudança, segundo relatos, teve início por volta de 10 de novembro. Em apuração mais recente, a equipe do Android Authority notou uma atualização nas diretrizes para usuários, o que é, até o momento, o único “comunicado oficial” do streaming.

Com a nova configuração, aparelhos que possuem controle remoto próprio e interface visual integrada deixam de ser compatíveis com o espelhamento via celular. 

A justificativa oficial, segundo o suporte ao cliente da Netflix, seria “melhorar a experiência do usuário”, embora muitos clientes considerem o contrário.

O que ainda funciona e para quem?

Para quem ainda utiliza versões antigas do Chromecast, sem controle remoto e sem sistema operacional embarcado, o espelhamento permanece funcional, desde que a conta esteja associada a um plano sem anúncios.

Dispositivos que possuem suporte nativo ao Google Cast, mas que são mais recentes ou contam com Google TV, foram todos afetados pela nova política. Isso inclui boa parte das smart TVs modernas disponíveis no mercado brasileiro.

* Com informações do Android Authority

5G já responde por mais de 55 milhões de linhas no Brasil, mas cobertura e custo ainda travam avanço

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Imagem: Flickr/reprodução

O 5G chegou a 55,1 milhões de linhas móveis ativas no Brasil. É o que mostra o balanço de outubro da Anatel. Esse número já representa mais de 20% do total de acessos móveis, mas nem por isso indica uma adesão consolidada.

Quem puxa o setor é a Vivo, com 22,1 milhões de acessos. Em seguida vêm Claro e TIM, com 5,8 milhões e 3,1 milhões de novos usuários ao longo do ano, respectivamente.

Acesso desigual e rede limitada

Na prática, ter uma linha 5G ainda não significa usar 5G de fato. Segundo levantamento da OpenSignal, no Brasil, apenas 13% do tempo de conexão se dá na rede de quinta geração na atualidade. 

O restante segue no 4G ou inferior. O problema está na infraestrutura: a cobertura é limitada, especialmente fora dos grandes centros urbanos.

Outro fator que impede a expansão é o custo dos aparelhos compatíveis. Mesmo com a entrada de modelos mais baratos, o valor ainda está acima da realidade de boa parte da população, principalmente usuários pré-pagos.

Para se ter uma ideia, a média de preço de celulares 5G gira em torno de R$ 1.345, enquanto a maioria da população, sobretudo a faixa de renda menor, dispõe, em média, de R$ 751 para adquirir um smartphone a cada troca de aparelho.

Com tudo isso, a média de novos acessos a redes 5G também desacelerou. Em 2024, eram 1,6 milhão por mês. Em 2025, o ritmo caiu para 1,5 milhão.

Projeções são positivas, mas não resolvem tudo

Mantido o cenário atual, a expectativa é encerrar 2025 com algo entre 59 e 60 milhões de linhas 5G funcionando no país. Para 2026, a estimativa chega a 80 milhões.

Mas o número de linhas não conta toda a história. A experiência real com o 5G ainda é restrita, e muitos usuários sequer percebem a diferença, seja por estarem em regiões sem cobertura ou por não usarem um aparelho compatível.

Além disso, operadoras regionais e MVNOs ainda têm participação tímida. E o avanço no mercado de planos pré-pagos depende diretamente de queda no preço dos smartphones, o que ainda não ocorreu em escala.

* Com informações da Anatal e da OpenSignal

Setor de telecomunicações impulsiona geração de empregos e reforça papel estratégico no país

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Imagem: Freepik/reprodução

O setor de telecomunicações voltou a registrar aumento no número de empregos formais no Brasil. De acordo com dados oficiais do Novo Caged, analisados pelo Ministério das Comunicações, foram 26.100 vagas com carteira assinada entre janeiro e outubro de 2025, o que representa uma alta de 2,15% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Ao todo, o segmento de Informação e Comunicação, que engloba áreas como radiodifusão, serviços de internet e telefonia, chegou a 417,3 mil vínculos empregatícios ativos no país. 

Esses números reforçam a importância do setor no atual cenário de digitalização e apontam uma tendência de expansão contínua.

Demanda cada vez mais alta por conectividade impulsiona contratações

O avanço das telecomunicações tem sido acompanhado por uma maior procura por serviços digitais, especialmente em regiões que passaram a ser atendidas por novas infraestruturas. 

Esse movimento favorece o surgimento de novas oportunidades de trabalho, com impacto direto na economia local e no acesso da população a serviços essenciais.

Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, cada contratação representa mais do que um número. Segundo ele, trata-se de uma ponte para inclusão digital, renda e maior circulação de informação entre os brasileiros. 

A avaliação é que o crescimento está relacionado, em grande parte, ao esforço do governo em ampliar a conectividade em todo o território nacional.

Política pública e tecnologia andam juntas

Além da demanda do mercado, programas públicos de incentivo e investimentos em infraestrutura têm colaborado para o desempenho positivo. 

A implantação da tecnologia 5G e a ampliação de redes de fibra óptica são alguns dos fatores que exigem mão de obra técnica e têm gerado vagas em diferentes frentes do setor.

Especialistas observam que o ambiente regulatório mais estável e os estímulos à inovação contribuem para manter o setor aquecido. 

Ainda assim, apontam que a continuidade dos resultados dependerá de investimentos constantes e formação de profissionais aptos a acompanhar a evolução tecnológica.

Ambiente favorável e expectativa de continuidade

A perspectiva é de que o ritmo de crescimento continue nos próximos anos, à medida que aumentam as exigências por soluções digitais em áreas como educação, saúde e serviços públicos. 

A digitalização da vida cotidiana tende a manter a cadeia de telecomunicações como uma das principais empregadoras entre os setores ligados à tecnologia.

O saldo de 2025 reforça esse papel. Mais do que números positivos, os dados mostram um setor em transformação, que gera empregos, movimenta a economia e conecta o país.

* Com informações do MCom

Anatel abre participação do público na Pesquisa de Satisfação sobre serviços de telecom

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pesquisa de satisfação anatel
Reprodução/ChatGPT

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está realizando a Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida sobre os Serviços de Telecomunicações 2025, que começou em julho deste ano e segue até 31 de janeiro de 2026. O objetivo é avaliar a experiência dos consumidores brasileiros com telefonia fixa e móvel, internet fixa e TV por assinatura, por meio de entrevistas telefônicas conduzidas por empresa especializada contratada pela agência reguladora.

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Segurança e privacidade garantidas

Mais de 60 mil consumidores de todo o país estão sendo contatados para participar da pesquisa. As entrevistas são realizadas exclusivamente por telefone e incluem perguntas sobre idade, renda e escolaridade apenas para traçar o perfil sociodemográfico dos participantes. É importante destacar que a Anatel não solicita informações sensíveis como número de documentos pessoais, e-mail, endereço residencial, dados bancários ou senhas durante a coleta.

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Operadoras avaliadas em 2025

Nesta edição de 2025, a pesquisa abrange os serviços prestados por 16 operadoras que atuam no território nacional:

  • Algar
  • BRSuper
  • Brisanet
  • Claro
  • DTel
  • Gb Online
  • Ligga
  • Nio
  • Oi
  • Proxxima
  • Tely
  • Tim
  • Unifique
  • Valenet
  • Vero
  • Vivo

A seleção representa as principais empresas do setor de telecomunicações, garantindo uma avaliação ampla e representativa do mercado brasileiro.

Operadoras móvel, internet, tv a cabo
Reprodução/chatGPT

O que é avaliado na pesquisa

O questionário aplicado busca compreender diversos aspectos da experiência do consumidor. Entre os pontos avaliados estão a satisfação geral com a prestação dos serviços, a qualidade dos diferentes canais de atendimento (telefônico, digital e presencial), a clareza das informações sobre os planos contratados, o funcionamento técnico dos serviços e questões relacionadas à cobrança ou sistema de recarga.

Impacto no Selo de Qualidade

Os resultados obtidos pela pesquisa têm aplicação prática na regulação do setor. A Anatel utiliza os dados coletados como um dos componentes para compor o Selo de Qualidade das operadoras, que classifica as empresas em categorias que vão de A (melhor desempenho) até E (pior desempenho). Esse selo auxilia os consumidores na escolha de prestadoras ao contratar ou trocar de serviço.

Transparência e acesso aos resultados

A transparência é uma característica importante desta iniciativa da agência reguladora. Os consumidores interessados podem acessar informações detalhadas sobre a metodologia da pesquisa e consultar os resultados das edições anteriores no Portal do Consumidor da Anatel, disponível no site oficial da agência. Esse histórico permite acompanhar a evolução da qualidade dos serviços ao longo dos anos.

Para esclarecer dúvidas sobre o processo de coleta e reforçar a segurança da participação, a Anatel também disponibilizou um vídeo explicativo em seu canal oficial no YouTube. O material orienta os consumidores sobre como identificar uma ligação legítima da pesquisa e quais informações são realmente solicitadas durante a entrevista, protegendo-os contra possíveis tentativas de golpe.

Vivo e Samsung vencem prêmio Profissionais do Ano 2025

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Campanha "Tempo de Mudar", da Vivo, conquista a categoria Filme 30"+ para a agência Africa Creative DDB. (Globo/Bob Paulino)
Campanha “Tempo de Mudar”, da Vivo, conquista a categoria Filme 30″+ para a agência Africa Creative DDB. (Globo/Bob Paulino)

A Vivo e a Samsung Brasil conquistaram o prêmio Profissionais do Ano 2025 durante a 47ª edição da premiação realizada pela Globo nesta quinta-feira (27), em São Paulo. A Vivo venceu na categoria Filme 30″+ com a campanha “Tempo de Mudar”, enquanto a Samsung levou o troféu de Campanha com “Fácil Assim”, em evento que celebrou o melhor da publicidade brasileira com apresentação de William Bonner e Maju Coutinho.

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Campanha “Tempo de Mudar” conquista júri

A campanha vencedora da Vivo teve direção criativa de Sergio Gordilho, Mariana Sá e Rod Barbosa, além de contar com uma equipe de criação formada por Bruno Valença, Diogo Dutra, Thiago Monteiro, Carlos Schleder, Fabiano Pinel, Julia Miranda, Mayara Sayuri, André Almeida, Bruno Ferreira, Felipe Racca, Tomaz Saavedra, Mateus Martins e Adriano Nuevo. A direção do filme ficou a cargo de Felipe Mansur.

Confira a campanha:

Samsung Brasil leva troféu de Campanha

A Samsung Brasil conquistou o prêmio na categoria Campanha com “Fácil Assim”, trabalho desenvolvido pela agência Suno United Creators. A campanha teve direção de criação de Guga Ketzer, Rynaldo Gondim, Gabrielle Henriques, Pedro Utzeri e Pedro Guerra, que também assinaram a criação do projeto. A direção ficou por conta da Dois, consolidando mais uma vitória da marca sul-coreana no mercado publicitário brasileiro.

Veja a campanha:

47ª edição celebra a publicidade brasileira

O Prêmio Profissionais do Ano é uma das principais premiações da publicidade brasileira, reconhecendo anualmente a criatividade e o talento dos profissionais do setor. A edição de 2025 reuniu 58 projetos finalistas, selecionados após análise criteriosa de mais de 850 trabalhos publicitários inscritos por 269 agências, 129 produtoras e 481 anunciantes de todo o país.

Mais do que uma premiação, o PPA é uma celebração da riqueza de olhares que colocam a publicidade brasileira entre as mais admiradas do mundo“, afirmou Manzar Feres, diretora de Negócios da Globo, durante a cerimônia. Ao todo, 16 campanhas foram premiadas em categorias nacionais e regionais, destacando trabalhos que se sobressaíram pela qualidade criativa e impacto mercadológico.

Diversidade em destaque na premiação

A noite de premiação também destacou iniciativas de diversidade no mercado publicitário. O júri do PPA reconheceu as campanhas que contaram com maior número de mulheres e profissionais negros em suas equipes. O troféu Força Criativa Feminina foi para a agência Droga5 São Paulo, enquanto o troféu Negritudes premiou a Wieden+Kennedy SP, reforçando o compromisso da premiação com a inclusão e representatividade no setor.

Durante o evento, os apresentadores compartilharam suas reflexões sobre a importância da publicidade. A jornalista Maju Coutinho destacou que a propaganda “é essencial para nós, é o que garante a liberdade editorial, permitindo que possamos falar sobre o que importa, sobre o que é verdadeiro, o que não é fake”. William Bonner revelou sua admiração pela área e contou que chegou a criar anúncios fictícios na infância.

Outros destaques da noite

Além da vitória da Vivo, diversas campanhas se destacaram nas categorias nacionais da premiação. Confira os principais vencedores da 47ª edição do PPA:

  • Filme 30″: “O Brinde”, da Heineken, criado pela agência LePub
  • Campanha: “Fácil Assim”, da Samsung Brasil, desenvolvido pela Suno United Creators
  • Integrada: “Nu Explica no JN”, do Nubank, pela Wieden+Kennedy SP
  • Valor Social: “Trabalho Invisível”, do Instituto Nós Por Elas, criado pela Calia
  • Ações em conteúdo: “Chefs Placement”, da Ambev, pela Droga5 São Paulo

Uma novidade anunciada durante o PPA 2025 foi a criação de uma premiação voltada exclusivamente para estudantes de publicidade e propaganda de todo o Brasil. A iniciativa será realizada em parceria com o LED (Luz na Educação), programa da Globo que reconhece projetos educacionais em território nacional, ampliando o alcance da premiação e incentivando novos talentos do setor.

Para encerrar a celebração, o público presente foi brindado com um show da banda Os Paralamas do Sucesso, que trouxe energia e animação ao final da noite de festa. A 47ª edição do Prêmio Profissionais do Ano consolida mais uma vez a excelência da publicidade brasileira e seu reconhecimento no cenário internacional, celebrando a criatividade que transforma marcas e conecta pessoas.

GSMA aponta que regras fragmentadas de cibersegurança pressionam operadoras e ampliam ameaças

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cybersegurança móvel
Reprodução/ChatGPT

A GSMA, organização global que congrega operadoras e o ecossistema móvel, divulgou na última quarta-feira (26) um estudo alertando que a fragmentação das regulamentações de cibersegurança está aumentando custos e riscos para operadoras móveis em todo o mundo, desviando recursos de melhorias reais de segurança para atividades de conformidade.

Leia mais:

Investimentos bilionários em segurança

O relatório independente “O Impacto da Regulamentação de Cibersegurança nas Operadoras Móveis” revela que as empresas do setor gastam entre US$ 15 bilhões e US$ 19 bilhões anualmente em atividades centrais de segurança cibernética. A projeção indica que esse investimento deve mais que dobrar, alcançando entre US$ 40 bilhões e US$ 42 bilhões até 2030.

Apesar dos investimentos significativos, as operadoras de redes móveis enfrentam um cenário desafiador. Regulações mal projetadas, desalinhadas ou excessivamente prescritivas resultam em custos desnecessários, impedindo que recursos sejam direcionados para a mitigação real de riscos. Em alguns casos, essas regras até aumentam a exposição a ameaças cibernéticas.

As redes móveis carregam o coração digital do mundo. À medida que as ameaças cibernéticas aumentam, os operadores investem pesado para manter as sociedades seguras, mas a regulamentação deve ajudar, não dificultar esses esforços“, afirmou Michaela Angonius, chefe de Política e Regulamentação da GSMA, destacando que frameworks funcionam melhor quando harmonizados e baseados em riscos.

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Divulgação/GSMA

Desafios em escala global

Desenvolvido em parceria com a Frontier Economics, o estudo se baseia em análises econômicas e entrevistas com operadores representando África, Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio e América do Norte. A pesquisa destaca como a natureza em rápida mudança das ameaças cibernéticas está aumentando custos e complexidade para operadoras globais.

O relatório identifica desafios generalizados em diversos mercados, incluindo regulamentação fragmentada e inconsistente que força operadores a cumprir requisitos sobrepostos ou contraditórios de múltiplas agências, proliferação de obrigações de reporte exigindo que o mesmo incidente seja reportado várias vezes em formatos diferentes, e regras prescritivas que exigem ferramentas específicas em vez de focar em resultados de segurança reais.

Um operador relatou que até 80% do tempo de sua equipe de operações de cibersegurança é dedicado a auditorias e tarefas de conformidade, em vez de detecção de ameaças ou resposta a incidentes. Apesar dessas pressões, as operadoras enfatizaram que garantir redes móveis seguras e protegidas é uma prioridade para seus clientes e para a sociedade em um mundo digitalmente conectado.

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Seis princípios para regulação eficaz

Para enfrentar esses desafios, o relatório apresenta um plano para que governos e formuladores de políticas construam estruturas mais seguras e eficientes. O estudo elabora seis princípios fundamentais para a regulação de cibersegurança:

  • Harmonização: Alinhar a política de cibersegurança com os padrões internacionais sempre que possível, para reduzir a fragmentação e inconsistência regulatória.
  • Consistência: Garantir que novas políticas e estruturas estejam alinhadas com as políticas existentes para evitar duplicação ou conflito.
  • Baseado em risco e resultado: Adotar abordagens baseadas em risco e resultados no design e implementação da regulamentação de cibersegurança, dando aos operadores flexibilidade para inovar.
  • Colaboração: Promover uma cultura regulatória colaborativa com a indústria, apoiada pelo compartilhamento seguro de inteligência sobre ameaças.
  • Segurança por design: Incentivar uma abordagem proativa e baseada em segurança desde o design para mitigar riscos cibernéticos.
  • Desenvolvimento de capacidades: Fortalecer a capacidade institucional das autoridades de cibersegurança para garantir uma abordagem governamental integral e a aplicação eficaz de políticas e regulamentações.

O estudo alerta que abordagens unilaterais e fragmentadas aumentam as vulnerabilidades e criam ineficiências para operadores globais. “A cibersegurança é uma responsabilidade compartilhada. Para proteger cidadãos e serviços sociais essenciais, reguladores e operadores devem trabalhar juntos, guiados por um conjunto comum de princípios”, reforçou Angonius.

Chamado por ação coordenada

A indústria móvel, apoiada pela GSMA, está pedindo que governos e reguladores minimizem os encargos desnecessários sobre as operadoras. A recomendação é que colaborem na construção de estruturas e mecanismos confiáveis que promovam a inovação, permitindo que as redes móveis permaneçam seguras, resilientes e capazes de suportar os serviços digitais dos quais as sociedades dependem.

A questão ganha relevância especial considerando que as operadoras de redes móveis formam a espinha dorsal das economias digitais em todo o mundo. Com a expansão dos serviços digitais e o aumento das ameaças cibernéticas, a necessidade de frameworks regulatórios eficientes e coordenados se torna cada vez mais urgente.