Procon-SP quer ligações gratuitas em orelhões; entenda

Cleane Lima
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Na última segunda-feira, 22, foi encerrada a consulta pública nº53, onde o diretor-executivo do Procon-SP, Fernando Capez, é responsável pela maioria das 26 contribuições, da minuta de Regulamento de Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado no Regime Público (RU). Capez defende novas diretrizes sobre a oferta de orelhões, presente em várias cidades do Brasil, especialmente no interior.

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A “Proposta de Regulamento de Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado Prestado no Regime Público” tem como objetivo modificar e implementar mudanças na utilização dos aparelhos públicos, com adição de benefícios para a população em geral.

O executivo solicitou à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que fosse liberado a realização de chamadas sem a necessidade de cartão, ou seja, permitir ligações gratuitas nos orelhões, com duração mínima de 15 minutos. Seria permitido a realização de chamadas locais e longa distância nacional com destino ao terminal de acesso fixo sem cobranças ou necessidade de cartão magnético em locais sem Posto de Venda ou Posto de Revenda de cartão telefônico.

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Além disso, Capez também pediu o fim da cobrança de instalação do telefone popular (Aice) e que os termos de contratação fossem divulgados “de forma mais clara, objetiva e ostensiva”. Ele também recomenda o estabelecimento de prazo para a realocação de algum orelhão removido. Em relação aos acesso coletivos ou individuais fora da área de atendimento básico, o órgão recomendou a diminuição de 90 para 45 dias para a instalação.

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Instituto Bem-estar Brasil

Na consulta pública, o Instituto Bem-estar Brasil também apresentou algumas recomendações. A entidade deseja que o backhaul construído com recursos públicos seja direcionado, especialmente, para projetos de políticas públicas.

Segundo a proposta da Anatel, o objetivo é ampliar o acesso e o uso dos serviços, com qualidade e preços adequados, integrando assim as obrigações que estão detalhadas no Plano Geral de Metas para a Universalização (PGMU).

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