Rio Grande do Norte recebe P&D da Lenovo em 5G

Ana Cláudia
3 min de leitura

A empresa Lenovo vai expandir seus serviços no Brasil. Muito conhecida por seus aparelhos como Notebooks e smartphones da Motorola, agora ela pretende investir em redes privativas. 

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UFRN

Principalmente na China, mas também em outros países, a Lenovo também trabalha como fabricante de redes 5G com arquitetura Oper RAN. 

A empresa tem um portfólio de rádio remota (RRUs) e de banda base (BBUs) para a internet móvel de quinta geração, que são compatíveis com Open RAN e livres para trabalhar com ondas milimétricas. 

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Regulação dos novos projetos da Lenovo no Brasil

A homologação da sua infraestrutura no Brasil está em andamento na Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, segundo Hildebrando Lima, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Lenovo Brasil. Ele falou sobre isso em entrevista para o Mobile Time. 

As redes privativas estão em crescimento no mercado brasileiro, por isso a Lenovo pretende focar nessa área. Além disso, ele entende que, por estar começando agora no país, será difícil competir com grandes empresas nas disputas de contratos com as grandes operadoras

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Como parte da divulgação da sua infraestrutura e tecnologia, a Lenovo pretende instalar uma rede privativa móvel em Indaiatuba, São Paulo, onde já tem uma fábrica. 

Lenovo e o 5G no Rio Grande do Norte

A empresa também pretende construir um centro de pesquisa e desenvolvimento sobre 5G em Natal, RN, junto com a UFRN – Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O prédio terá 8,6 mil metros quadrados e está previsto para ficar pronto em 18 meses. 

Esse projeto contará com 65 profissionais, boa parte ligados à universidade federal. Esse trabalho estima consumir R$ 60 milhões em 24 a 36 meses. 

Como já está presente em outros locais, esse será o quarto centro de P&D da Lenovo em 5G no mundo. Os outros estão na China, Estados Unidos e França. 

Os profissionais da Lenovo, junto com os professores da UFRN estão trabalhando em duas pesquisas, mesmo antes da entrega do centro de P&D. As pesquisas são sobre uso de código aberto para gerenciar redes privativas e a orquestração de plataformas.

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