Um relatório da Telecom Italia, empresa-mãe da TIM Brasil, fez importantes alertas sobre o aumento de ataques cibernéticos ocorrido em 2025.
Dentre os principais pontos colocados pela empresa como fator determinante para essa escalada está o uso de inteligência artificial para massificar os ataques, que estão cada vez mais sofisticados.
As tensões geopolíticas, com grandes potências “se estranhando”, dão mais um “tempero” a essa conjuntura, que, conforme alertam especialistas, são motivo para preocupações globais.
Uma escalada assustadora
De acordo com o Relatório de Segurança Cibernética da Telecom Italia, ocorreram 7.400 ataques cibernéticos em 2025, o que representa 42% de aumento em comparação com 2024. Ao todo, essas investidas do cibercrime, majoritariamente por meio de ransomware, foram detectadas em 200 países.
O documento também aponta o risco crescente do avanço do chamado promptware, uma nova tática de ciberataque que usa comandos para IAs e massifica ofensivas.
Outra forma de ataque hacker que vem se popularizando, segundo detalhou a Telecom Italia, é o quising, que usa QR Codes “infectados” para espalhar vírus em dispositivos.
Diante da ascensão dessas “novidades”, formas de ataque já bem conhecidas por especialistas em segurança digital, como o DDoS, têm diminuído. Porém, isso não se traduz em tranquilidade.
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Medidas de proteção e prevenção
Conforme a diversificação e ciberataques se intensifica, com investidas cada vez mais sofisticadas, as barreiras de proteção usadas por governos e empresas também se renovam.
Porém, vigilância constante é o nome do jogo atual. Isso porque os ataques também estão ficando cada vez mais personalizados, por assim dizer, o que exige um poder de adaptação das barreiras de proteção.
Por outro lado, alertas enviados por empresas como a Telecom Italia, que atuam na linha de frente do mercado, junto ao usuário final, demonstram a crescente preocupação com a cibersegurança pessoal.
Afinal, nenhuma barreira de proteção digital criada por pessoas comuns terá efeito se operadoras, fabricantes de dispositivos e sistemas operacionais não investirem contra o cibercrime.












