Brasil teve 1,95 milhão de portabilidades móveis no 3º trimestre

Número se refere às linhas móveis. Telefones fixos registraram mais de 400 mil solicitações para trocar de operadora.

Smartphone
Erik Lucatero (Unsplash)

Fora toda a burocracia e modernização do processo, as portabilidades em telefonia ganharam a atenção dos consumidores. Afinal, quem nunca quis trocar de operadora sem perder o número que já utiliza há anos?

A troca pode ser demorada, mas ainda assim é muito útil. Desde setembro de 2008, quando o serviço passou a ser disponibilizado no Brasil, foram mais de 54 milhões de operações realizadas.


Os dados são do relatório trimestral da ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações). Do número total divulgado, 16,72 milhões migraram seus telefones fixos para outras operadoras.

As linhas móveis representam 69% desse total, com 37,34 milhões de portabilidades contabilizadas em 11 anos, período em que os 67 DDD’s do país passaram a ser incluídos nas operações.

No terceiro trimestre de 2019 (julho a setembro), os números foram ainda mais chamativos. Só as linhas móveis registraram 1,95 milhão de portabilidades entre operadoras.

Já os telefones fixos tiveram 425,83 mil. Juntos, os números formam um total de 2,37 milhões.

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Quais motivos levam o consumidor a trocar de operadora?

O primeiro deles certamente é a cobertura. Por melhor que seja a oferta de uma determinada empresa de telecomunicações, ela não poderá ser tão aproveitada se o cliente viver em uma região onde não há sinal 4G ou 4.5G.

Esse certamente é o motivo dos moradores de zonas rurais, muitas dominadas por poucas operadoras.

Já os habitantes das metrópoles brasileiras podem optar pela empresa que tem a melhor oferta. E quando mencionamos, destacamos aquela que melhor se adapta ao uso e rotina do consumidor.

Uma boa quantidade de dados móveis, por exemplo, pode não ser tão interessante quanto um pacote que oferece ligações ilimitadas para qualquer operadora, um limite de dados razoável, além de redes sociais e aplicativos de streaming sem descontar da franquia.

Nesse caso, cabe aos clientes entenderem qual pacote melhor se adequa ao seu uso pessoal.

Com informações do Convergência Digital

About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.

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