Cai o número de casas com telefone fixo, TV e microcomputador

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Já a presença do celular aumentou nas residências do país, conforme pesquisa do IBGE.


Cai o percentual de residências que possuem telefone fixo, televisão e microcomputador no Brasil, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Segundo a pesquisa das características gerais dos domicílios e dos moradores, em 2017, apenas 32,1% das residências contavam com telefone fixo convencional, enquanto que em 2016 esse percentual era de 34,5%.


A região que menos utiliza o telefone fixo é a Norte, na qual apenas 10,6% das casas possuem o aparelho.

Já a região Sudeste é a que possui maior percentual de linhas telefônicas (47%). No entanto, a região teve uma redução de 50% em suas linhas, sendo a maior queda entre as regiões. 

Na região Sul, a pesquisa apontou a presença do telefone fixo em 35,8% das residências, na Centro-Oeste, o percentual é de 29,0% e na região Nordeste, de 12,6%.




Televisão


Em 2017, 96,8% dos domicílios possuíam televisão no Brasil. Houve uma pequena queda em relação à 2016, quando este percentual era 97,4%. 

Em todas as regiões, o percentual de domicílios que possuem televisão reduziu, sendo na região Norte a maior queda, de 93,9% para 92,8%.


Microcomputador


No ano passado, 44% dos domicílios possuíam microcomputador, inclusive portáteis, enquanto que em 2016 eram 46,2%. 

A região Sudeste registrou o maior percentual (52,2%), seguida das regiões Sul (51,5%); Centro-Oeste (46,2%); Nordeste (29,9%); e Norte (28,2%). 

Todas as regiões apresentaram queda nesta taxa se comparadas a 2016.

Celular


Com o telefone móvel ocorreu o inverso. O percentual de casas com o dispositivo teve um pequeno aumento. 

Em 2017, em 92,7% dos domicílios, pelo menos um morador possuía celular. No ano anterior, esse percentual era de 92,3%.

A presença de telefone celular apresentou seu menor percentual na região Norte (88,8%). No entanto, essa foi a região que mostrou um maior crescimento de residências com o dispositivo, já que em 2016 esse número era de 88,1%.

A região Nordeste também teve um percentual mais baixo de residências com celular (89,1%). 

As regiões Sudeste (93,9%), Sul (95,0%) e Centro-Oeste (96,9%) registraram percentuais superiores a 90% desse bem. 

Todas as regiões apresentaram aumento, em comparação ao ano de 2016, de presença do telefone celular. 

A pesquisa das características gerais dos domicílios e dos moradores foi realizada em 168 mil domicílios de todas as regiões do país ao longo de 2017. 

Os domicílios selecionados foram visitados por cinco trimestres consecutivos, uma vez a cada trimestre

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