terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Fundação Telefônica Vivo cria ação sobre novos formatos educativos

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Instituição é responsável pelos projetos sociais da Vivo e, com ‘Despertar’, traz histórias de alunos e professores beneficiados por projetos pelo Brasil.

A Fundação Telefônica Vivo, responsável pelos projetos sociais da Vivo, acaba de lançar a campanha “Despertar”, com o intuito de estimular novas possibilidades de educação no Brasil. Oito vídeos, de hoje (9) até o mês de abril, serão divulgados na TV para mostrar histórias reais de quem se beneficiou com os projetos da instituição. Assista aos 30 segundos do lançamento: 



“E se a escola tivesse menos o mesmo formato e mais um novo futuro?”, “E se as salas de aulas tivessem menos paredes e mais imaginação?” - esses são os questionamentos da fundação com o primeiro vídeo, que traz imagens de personagens reais, beneficiados nos seguintes projetos:





  • Aula Digital: que visa melhorar as oportunidades das crianças na África, Ásia e América Latina, incorporando a inovação nas escolas por meio da tecnologia; 
  • Inova Escola: que une escolas inovadoras da rede pública de diferentes regiões do Brasil para incentivar o uso de novas metodologias de ensino e tecnologias digitais;
  • Escolas Conectadas: plataforma digital que oferece formação on-line gratuita e certificada para educadores de áreas urbanas e rurais de todo Brasil.

Para a fundação, todos os projetos devem passar pela inovação na aprendizagem, dentro e fora da escola. A ideia é romper as barreiras do ensino tradicional e permitir uma educação que caminhe com os avanços tecnológicos para elevar o nível educacional do país. 

Apesar de se tratar de um projeto institucional, a linguagem dos vídeos está alinhada à marca Vivo, assim como todos os comerciais trabalhados em 2017 com o conceito “Viva Tudo”, com a intenção de criar identificação principalmente com os clientes da operadora.

A campanha, criada pela DPZ&T, com direção de Pio Figueiroa e produção de Damasco Filmes, também terá os vídeos disponibilizados aos poucos na página do YouTube da Fundação Telefônica. Abaixo, estão as histórias de cada um dos personagens, divulgadas pela assessoria de imprensa da operadora. 

PERSONAGENS DA CAMPANHA ‘DESPERTAR’

Heloísa da Costa Granosik

A adolescente de 12 anos é aluna do 6º ano da EMEF Zeferino Lopes de Castro, escola rural em Viamão, região metropolitana de Porto Alegre (RS), instituição que faz parte do Programa Inova Escola.

A EMEF trabalha com a metodologia de projetos de aprendizagem, colocando o professor como um mediador do ensino e fazendo com que os alunos possam se aprofundar em temas de interesse. Ao longo dos sete anos em que está na escola, Heloísa já teve três de seus projetos reconhecidos, trabalhos realizados em grupos com estudantes de diferentes anos: um sobre dinossauros, outro sobre mulheres e o último sobre o universo. “Eu morria de vergonha de fazer com os grandes. Mas depois comecei a me soltar”, diz. A ideia é que os alunos maiores ensinem aos mais novos e aquele que sabe mais compartilha com o outro, independentemente da idade.

Camila Stefanelli

“Criança fala alto, corre, pula. Criança é emoção, explosão. Então como eu quero que a minha sala tenha silêncio? Que um corredor de uma unidade escolar não tenha criança correndo, como eu quero que no parquinho elas sigam padrões?” - esta é a reflexão que a professora Camila Stefanelli faz ao se lembrar do que aprendeu com o curso “Indisciplina na educação infantil”, que realizou na plataforma Escolas Conectadas, iniciativa da Vivo para apoiar a formação à distância de educadores. 

Camila é professora da EMEI Maria Lucia Petit, em São Paulo (SP), em uma sala com crianças multisseriadas entre quatro e seis anos. Ela também acredita que não pode existir um padrão de aprendizagem e que a tecnologia é um grande impulsionador de aprendizados. Na plataforma Escolas Conectadas, são oferecidos cursos gratuitos com conteúdos, metodologias novas, além de cultura digital, práticas pedagógicas diferenciadas e o uso da tecnologia nas atividades em sala de aula.



Gilson da Silva

O professor doutor Gilson da Silva passou por diversas funções na administração pública e na área de pesquisa voltada à educação, mas foi seu desejo de trabalhar com a comunidade que o fez aceitar um novo desafio em 2017: ser gestor de uma escola do campo, próxima a uma área de assentamento, formada por 50 alunos de turmas multisseriadas. 

Para chegar à EMEF Epitácio Nunes, no bairro Nova Luz, em Manaus (AM), é preciso ter carro ou contar com o transporte escolar. Situada na altura do quilômetro 21 da BR-174, que liga a capital à Boa Vista, a região de difícil acesso aos alunos era um dos principais motivos para o alto índice de faltas. Em conversa com os pais e a equipe da Epitácio Nunes, o gestor conseguiu estabelecer um turno único e integral para todos os alunos, ao invés de dois turnos.

Gilson também convidou a comunidade para colaborar, e hoje há grupos de pais organizados com diversas funções, como levar alimentos e água potável para a escola ou cuidar da horta. “Meu próximo desafio será ativar o Conselho Escolar. Já realizamos as eleições e agora falta apenas o registro para conseguir recursos federais”, conta. 

A filosofia de trabalho do Gilson, pautada no diálogo com a equipe e presença ativa dos pais, ganhou um reforço após sua participação no curso de Gestão Inovadora do projeto Aula Digital em Manaus. A formação faz parte de uma das etapas do projeto da Fundação Telefônica Vivo, que ainda contempla a oferta de conteúdos pedagógicos digitais e a entrega de laptops e tablets para uso em atividades educativas nas escolas.

Marines Aparecida Rueda

Superação está no DNA de Marines Moreira, coordenadora pedagógica da EMEB Neusa Gomes Pereira, em Poá, na Grande São Paulo. Quando criança, sem recursos para comprar o material pedagógico exigido em sala de aula, copiava manualmente o conteúdo dos livros escolares. “Eu sonhava em ser professora, mas meu pai não tinha dinheiro nem para comprar livros”, lembra.

Após terminar o magistério, algumas necessidades a fizeram seguir por outros caminhos, mas, anos depois, decidida a alcançar este objetivo, foi aprovada em um concurso e entrou de vez no universo da educação, continuando seus investimentos em formação, como a pós em Psicopedagogia e temas de gestão escolar, que também a fizeram ser convidada a dirigir uma escola.

Neste caminho, Marines conheceu a plataforma Escolas Conectadas, iniciativa da Fundação para apoiar a formação continuada de educadores. “Fiquei encantada com o que vi porque os cursos não são tão longos, mas são bem aprofundados e abrangentes”, conta. Ela já realizou mais de 20 cursos na plataforma.

Maria Bernadete

De família humilde, a professora Maria Bernadete aprendeu a ler e escrever com a própria mãe antes de ingressar em uma escola. Encontrou sua vocação como educadora percorrendo um longo caminho para se formar em Pedagogia em 2007, e logo depois em Psicopedagogia. Aos 53 anos, a educadora leciona na EMEF Arquiteta Angélica Maria Vieira da Cruz, em Manaus, e não quer perder nenhuma oportunidade para se desenvolver. 

Uma dessas oportunidades foi o curso Espaços Diferenciados, promovido pelo projeto Aula Digital, da Fundação Telefônica Vivo. Ela acredita que o projeto contribui para pensar novas formas de aprendizagem e traz ainda mais motivação para seu trabalho como educadora. 

A formação no curso inspirou a professora a criar uma atividade além da sala de aula, em uma área externa da escola que nunca havia sido utilizada. “Aproveitei o dia do Meio Ambiente e saí com os alunos para que eles observassem os sons e as cores da natureza. Levei alguns poemas de autores que falavam sobre o tema e depois pedi que eles fizessem um texto sobre suas próprias impressões”, explica.

Leonardo Silveira Sanhudo

O gaúcho Leonardo é ex-aluno da EMEF Zeferino Lopes de Castro, na zona rural de Viamão, no Rio Grande do Sul. Criado na roça, o jovem gosta de lidar com animais, mas descobriu um novo prazer ao ser apresentado ao universo de protótipos e robótica. 

A tecnologia chegou a sua escola quando foi instalado o primeiro laboratório do programa Inova Escola, da Fundação Telefônica Vivo, e acabou ajudando a revelar uma série de inventores rurais. “Eu uso a tecnologia para ajudar a vida no campo”. E foi com esta premissa que Leonardo e um grupo de amigos iniciou uma diversidade de projetos, como um equipamento para evitar a queima do pasto após as geadas. 

A Fundação Telefônica Vivo criou em 2013 o Programa Inova Escola, unindo-se a escolas inovadoras de diversas regiões do país para incentivar o uso de novas metodologias de ensino. A EMEF Zeferino Lopes de Castro, apoiada pela Fundação pelo projeto, também visa a autonomia e o protagonismo jovem. O modelo baseado em projetos foi uma das maneiras que a escola encontrou para motivar seus alunos.

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