02/02/2026
Início Site Página 17

Após 2 anos de lançamento, app Celular Seguro já tem mais de 197 mil bloqueios

0
Imagem: Midjourney/Reprodução

Lançado em dezembro de 2023, o Celular Seguro, plataforma criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, alcançou a marca de quase 200 mil bloqueios de aparelhos em todo o país. 

A ferramenta, que permite a usuários bloquearem celulares, linhas telefônicas e serviços digitais após roubos, furtos ou extravios, completa dois anos com uma base de mais de 3,7 milhões de pessoas cadastradas.

A proposta do aplicativo sempre foi a de agilizar a resposta do cidadão diante de uma ocorrência, reduzindo o tempo entre o crime e o bloqueio do dispositivo e, por consequência, minimizando as chances de prejuízos financeiros. 

Segundo dados mais recentes, 197.800 alertas de bloqueio foram registrados desde a criação da iniciativa. O app está disponível para Android e iOS.

Bloqueio mais acessível e novas funcionalidades

Uma das mudanças mais significativas implementadas recentemente é a possibilidade de acionar o bloqueio mesmo sem cadastro prévio

A alteração foi feita após constatação de que a maioria dos usuários só conhecia ou baixava o aplicativo depois de ter o celular roubado ou perdido, o que naturalmente atrasava qualquer medida de proteção.

Agora, o sistema permite que qualquer pessoa comunique a ocorrência e solicite o bloqueio em poucos passos. O prazo para fazer essa solicitação também foi ampliado: o alerta pode ser emitido até 15 dias após o incidente.

Outro recurso que tem ganhado destaque é a consulta de aparelhos usados. Com ele, é possível verificar se um dispositivo possui registros de roubo, furto ou perda antes da compra, uma funcionalidade importante para quem pretende adquirir celulares de segunda mão.

Imagem: Apple Store/Reprodução

Integração com bancos, operadoras e alertas via WhatsApp

Além dos recursos principais, o Celular Seguro passou a contar com mensagens automáticas via WhatsApp para orientar usuários que tentam usar chips bloqueados. A medida reforça a comunicação direta com o cidadão e facilita a regularização junto às autoridades.

Também houve ampliação da integração com operadoras e instituições financeiras, o que permite que, com uma única solicitação, o acesso a serviços bancários e dados sensíveis seja bloqueado automaticamente, dificultando ações fraudulentas.

Para o Ministério da Justiça, o tempo de resposta é determinante nesses casos. Segundo o secretário-executivo da pasta, Manoel Carlos de Almeida Neto, agir com rapidez pode ser o diferencial para evitar transferências indevidas ou acessos não autorizados a aplicativos e contas digitais.

“Esses minutos iniciais, entre o roubo e o acionamento do sistema, fazem toda a diferença na prevenção de fraudes”, disse o secretário, em entrevista à TV Globo.

Conscientização e adesão ainda são desafios

Apesar dos avanços e da expansão das funcionalidades, o Celular Seguro ainda enfrenta o desafio de ampliar sua penetração entre os brasileiros. 

Embora os números indiquem um crescimento contínuo, parte significativa da população ainda desconhece o app ou não sabe como utilizá-lo corretamente.

O Ministério da Justiça aposta em campanhas de conscientização e em melhorias contínuas na usabilidade para tornar a ferramenta cada vez mais acessível, e eficaz, como instrumento de segurança digital.

Warner negocia venda da CNN e outros canais enquanto se funde com a Netflix

0
Imagem: CNN/Warner Bros. Discovery/Divulgação

A Warner Bros. Discovery estuda uma movimentação estratégica que pode remodelar sua presença no setor de televisão por assinatura. A empresa estaria negociando com o fundo de investimentos Standard General a venda de ativos como CNN, Discovery Channel e Food Network. 

As conversas ocorrem em paralelo à tentativa de fusão com a Netflix, em uma operação bilionária que pode reconfigurar o mercado de mídia e streaming.

Segundo informações apuradas por veículos internacionais como Financial Times e Wall Street Journal, um dos principais acionistas da Warner teria sondado o investidor nova-iorquino Soo Kim, fundador do Standard General, para discutir a aquisição ou participação nos canais a cabo do grupo. 

A iniciativa surge em um momento de forte pressão sobre os ativos tradicionais da empresa, afetados por queda de audiência e elevados níveis de endividamento.

A crise na TV tradicional e os planos da Warner

Os canais de TV linear enfrentam há anos uma migração de público para o ambiente digital. No caso da Warner, o impacto tem sido ainda mais significativo diante da necessidade de reequilibrar as finanças. 

O objetivo, segundo fontes ligadas à empresa, seria preparar o terreno para a fusão com a Netflix, operação estimada em mais de 80 bilhões de dólares.

A alternativa colocaria fim à oferta feita pela Paramount/Skydance, que propôs 108 bilhões de dólares pela aquisição total do conglomerado. A proposta foi considerada arriscada pelo conselho da Warner, especialmente por não apresentar garantias de financiamento. A fusão com a Netflix, por outro lado, envolveria dinheiro e ações e incluiria também os ativos da HBO.

Histórico do investidor e implicações para a CNN

O possível comprador dos canais, Soo Kim, tem um longo histórico de aquisições no setor de mídia. Em 2010, adquiriu a Young Broadcasting em meio a um processo de falência e, anos depois, tentou comprar a Tegna, operação bloqueada por questões regulatórias. 

A atuação do Standard General é conhecida por mirar empresas com dificuldades financeiras, com foco em reestruturação, o que, no geral, acontece.

A CNN, uma das marcas mais fortes do portfólio da Warner, é mencionada com frequência como peça central nas tratativas. A rede de notícias tem peso institucional, mas também enfrenta desafios de audiência e custos. Interlocutores afirmam que o canal está no radar de possíveis compradores há anos, e que a atual conjuntura pode acelerar sua venda.

Mercado atento e possível impacto nas operadoras

Embora as negociações ainda não tenham sido oficializadas publicamente pelas partes envolvidas, o mercado acompanha os desdobramentos com atenção. 

A eventual saída da CNN e de outros canais do guarda-chuva da Warner pode ter reflexos nas negociações com operadoras de TV paga e anunciantes, sobretudo nos Estados Unidos e América Latina.

A Warner confirmou que mantém conversas com diferentes investidores para sua divisão de televisão tradicional, mas não detalhou os nomes ou estágios das tratativas. 

Caso a venda avance, o desmembramento desses ativos pode se tornar peça-chave para viabilizar a fusão com a Netflix, ao mesmo tempo em que redefine o papel da Warner no setor de mídia global.

Descubra como possivelmente a Anatel derrubou as TV box pirata

1
tv box pirata
Reprodução/Marketplace | Loji

O apagão que atingiu milhares de dispositivos HTV e UniTV em novembro pode ter uma explicação técnica: a Anatel desenvolveu através de um hackathon em 2024 uma tecnologia capaz de inutilizar TV box pirata remotamente, e tudo indica que o método foi aplicado usando a operadora Claro como teste. A agência e a operadora não se pronunciam oficialmente sobre o caso, mas os indícios técnicos apontam para a implementação do projeto vencedor da competição realizada em setembro do ano passado. A hipótese foi levantada pelo portal TargetHD.

Leia mais:

O Hackathon que mudou o jogo

A Agência Nacional de Telecomunicações deixou claro ao longo de 2024 que estava empenhada em combater a pirataria digital no Brasil usando tecnologia avançada. O Hackathon TV Box, realizado em setembro, reuniu especialistas para desenvolver soluções de bloqueio contra aparelhos irregulares. A iniciativa premiou as três melhores equipes com doze mil reais, incentivando a criação de tecnologias capazes de interromper o funcionamento de dispositivos não homologados.

O projeto vencedor, desenvolvido por seis especialistas, apresentou uma proposta que inutiliza os equipamentos através de uma atualização forçada. De acordo com reportagem publicada à época, a solução utiliza recursos avançados de rede para alterar o software da TV box remotamente. A mecânica funciona da seguinte forma: quando o dispositivo tenta acessar um servidor considerado ilegal, a operadora redireciona o equipamento para outro endereço contendo um arquivo de inutilização disfarçado de atualização legítima.

Equipe que ficou em primeiro lugar na Hackathon TV Box, promovida pela Anatel em SP — Foto: Divulgação

Como funciona a tecnologia de bloqueio

Como o arquivo é baixado automaticamente pelo equipamento, que acredita se tratar de uma atualização oficial, a TV box é atualizada e consequentemente inutilizada. Um dos responsáveis pelo projeto afirmou na época que conseguiram adicionar um código que inutiliza totalmente o aparelho, e que no momento da implementação haveria uma pane geral na maioria das caixinhas irregulares em uso. E foi exatamente isso que aconteceu com os dispositivos HTV e UniTV conectados à rede Claro.

Reprodução/Internet

O método é possível porque todo dispositivo conectado à internet envia e recebe dados constantemente, e as operadoras conseguem detectar o tipo de tráfego acessado em cada equipamento. As provedoras de internet administram toda essa comunicação em rede, e com a Anatel controlando as empresas prestadoras de serviço, fica tecnicamente viável implementar o envio de pacotes de software alterados para os equipamentos de TV box não homologados.

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

A intensificação do combate à pirataria

A luta contra as TV boxes ilegais se intensificou nos últimos anos através de um centro de inteligência específico que monitora constantemente o tráfego de dados para identificar padrões característicos de streaming ilegal. A dificuldade técnica sempre se estabeleceu no fato de que os provedores piratas mudam seus endereços de IP dinamicamente, exigindo da agência uma capacidade de resposta quase em tempo real para efetivar os bloqueios.

Recentemente, a agência aprimorou suas técnicas de bloqueio administrativo, permitindo derrubar servidores sem necessidade de ordem judicial específica para cada novo IP detectado. As soluções exploradas no hackathon e em parcerias internacionais automatizaram o processo de bloqueio e suspensão de serviços, com maior capacidade de previsibilidade e bloqueio de novas rotas que os criminosos tentam estabelecer.

A estratégia de combate à pirataria busca asfixiar o ecossistema por todos os lados: dificultando a importação, impedindo a venda e degradando a qualidade do sinal para quem já possui o aparelho. A abordagem multifacetada tem mostrado resultados, com milhares de servidores derrubados e uma redução perceptível na estabilidade dos serviços ilegais, frustrando a experiência do usuário final e desestimulando a continuidade do uso.

Confira os modelos de celulares que deixam de rodar o WhatsApp em 2026

0
Whatsapp celular
Reprodução/Gemini

A Meta anunciou que o WhatsApp deixará de ser compatível com diversos modelos de celulares a partir do dia 1º de janeiro de 2026, afetando milhões de usuários globalmente que possuem dispositivos com sistemas operacionais antigos. A medida ocorre porque o aplicativo exige requisitos técnicos mínimos de segurança e desempenho que hardwares obsoletos não conseguem mais processar, forçando a interrupção do serviço em aparelhos que não suportam as versões mais atuais do Android e do iOS.

Leia mais:

Entenda os motivos da atualização

A decisão de encerrar o suporte técnico é uma prática comum para otimizar a experiência do usuário e garantir a implementação de novas funcionalidades importantes. Para que o aplicativo funcione com total fluidez e segurança, ele depende de atualizações constantes dos sistemas operacionais, algo que smartphones lançados há mais de uma década já não recebem. Sem esse suporte, os aparelhos ficam vulneráveis, facilitando até o novo golpe no WhatsApp que usa falso post do Facebook para invadir contas sem senha em sistemas desprotegidos.

WhatsApp

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

Modelos de iPhones que ficam sem suporte

Os proprietários de aparelhos da Apple devem ficar atentos, pois modelos icônicos da marca perderão a capacidade de rodar o aplicativo de mensagens em breve. A limitação ocorre porque o hardware desses dispositivos não suporta as atualizações de segurança do iOS que a Meta exige para manter a plataforma estável e protegida contra ataques externos.

  • iPhone 5
  • iPhone 5c
  • iPhone 5s
  • iPhone 6
  • iPhone 6 Plus

Dispositivos Android afetados pela mudança

No ecossistema Android, uma grande variedade de dispositivos populares de marcas como Samsung, LG, Motorola e Sony também deixará de funcionar com o aplicativo a partir de 2026. Como esses telefones não recebem mais os patches de segurança necessários dos fabricantes, a continuidade do serviço torna-se tecnicamente inviável para garantir a privacidade total dos dados dos usuários.

  • Samsung: Galaxy S3, S4 Mini, S5, Note 2, Core, Trend e J2
  • LG: Optimus L3, L5, L7, F5, L3 II Dual e L5 II
  • Motorola: Moto G (1ª geração) e Moto E (1ª geração)
  • Sony: Xperia Z2 e Xperia Z3
  • Huawei: Ascend Mate, Ascend G740 e Ascend D2
  • HTC: Diversos modelos antigos de aproximadamente dez anos atrás

Como garantir a migração dos dados

Para evitar a perda de informações valiosas, o WhatsApp enfatiza a importância de realizar uma cópia de segurança de todas as conversas e arquivos multimídia antes da data-limite estabelecida. Essa precaução facilitará enormemente a migração das informações para um novo dispositivo, garantindo que o histórico de conversas e os conteúdos compartilhados sejam preservados integralmente ao trocar de telefone. Essa ação preventiva é fundamental para usuários que desejam manter o histórico de mensagens ativo em um novo aparelho compatível.

A Meta e o WhatsApp asseguraram que notificarão os usuários afetados diretamente dentro do aplicativo com vários meses de antecedência em relação à data-limite de 1º de janeiro de 2026. Isso oferece tempo suficiente para que tomem as medidas pertinentes, como a atualização do sistema operacional ou a compra de um novo smartphone de gerações recentes. A prioridade da empresa é manter um ambiente de comunicação seguro, priorizando a evolução tecnológica em detrimento da compatibilidade com aparelhos que não acompanham mais o mercado.

Você ainda coloca o celular molhado no arroz? O erro pode custar caro

0
arroz celular
Reprodução/Amazon

Especialistas em tecnologia alertam que a prática de colocar o celular molhado no arroz, considerada uma solução milagrosa por muitos usuários desde 2014, não apenas falha em resolver o problema como pode causar danos adicionais aos aparelhos. A orientação, que se tornou viral nas redes sociais, está sendo desaconselhada por fabricantes e técnicos em eletrônicos.

Leia mais:

O mito do arroz

“É um mito que colocar um celular molhado no arroz ajuda a secá-lo”, afirma o professor associado Ritesh Chugh, especialista em sociotecnologia da Universidade Central de Queensland, na Austrália. Segundo ele, o arroz absorve umidade de forma muito lenta para remover a água que fica presa dentro dos smartphones modernos, que possuem estrutura vedada.

O principal risco apontado pelos especialistas é que pequenos grãos de arroz ou poeira podem ficar alojados nas portas de carregamento, dificultando reparos futuros. Muitos fabricantes de smartphones já orientam ativamente contra o uso dessa técnica, considerando-a prejudicial aos dispositivos.

Steven Athwal, CEO da empresa de tecnologia recondicionada The Big Phone Store, explica que a técnica era um “truque de vida” muito comum por volta de 2014. “O arroz absorve umidade, então as pessoas presumiram que ele ‘puxaria’ a água para fora, mas o arroz funciona muito lentamente para impedir corrosão ou curtos-circuitos, que começam em minutos”, ressalta.

A origem do truque

A origem do mito remonta ao uso em câmeras digitais antigas e primeiros telefones celulares, especialmente em regiões úmidas, quando os aparelhos não eram tão vedados. Contudo, a aplicação dessa solução foi erroneamente estendida aos smartphones modernos, que possuem componentes eletrônicos muito mais sensíveis e complexos.

Em alguns casos, o arroz consegue secar apenas umidade superficial suficiente para o dispositivo ligar brevemente ou resolver danos muito pequenos causados pela água. Porém, especialistas alertam que qualquer “sucesso” aparente provavelmente se deve apenas à secagem da camada externa, e não a uma recuperação interna significativa do aparelho.

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

O que fazer de fato

A recomendação dos especialistas é clara e direta para quem molhar o celular. Confira o passo a passo do que realmente funciona:

  • Desligue imediatamente: A primeira ação deve ser desligar o aparelho e mantê-lo desligado. “Não carregue, não aperte botões, não o balance, NADA. Apenas seque-o com toques suaves e, se tiver sílica gel ou pacotes dessecantes apropriados, use-os”, orienta Athwal.
  • Deixe secar completamente: Caso não tenha acesso à sílica gel, a segunda melhor opção é simplesmente deixar o aparelho secar ao ar livre em um ambiente ventilado, evitando fontes de calor. O mais importante é manter o dispositivo desligado por tempo suficiente. “Você deve deixar o telefone secar por pelo menos 24 a 48 horas, porque o dispositivo precisa estar completamente seco antes de ser ligado novamente”, explica Chugh. “Eletricidade e água juntas causam curtos-circuitos e corrosão.”
  • Procure assistência técnica: Os especialistas recomendam levar o aparelho a uma assistência técnica sempre que possível. “Um técnico pode limpar a placa antes que qualquer corrosão se torne permanente”, diz Athwal. Essa opção se mostra muito mais confiável do que depositar esperanças em uma caixa de arroz, garantindo maior chance de recuperação do dispositivo sem danos adicionais.

Ligga Telecom fecha parceria com a Inner AI para planos de internet

0
Imagem: Midjourney/Reprodução

A Ligga Telecom deu início a uma nova fase em sua atuação no mercado de telecomunicações ao incorporar o acesso a plataformas de inteligência artificial generativa em seus pacotes de internet de fibra óptica. 

A novidade é fruto de uma parceria com a startup Inner AI, que resultou na criação de combos que combinam conectividade de alta velocidade com ferramentas de IA voltadas para produtividade, educação e criação de conteúdo.

A oferta, que entrou em vigor no dia 1º de dezembro, contempla planos de 600 Mbps com preços promocionais a partir de R$139,90. O pacote dá acesso à plataforma Inner AI, que reúne mais de 50 modelos de IA, incluindo ChatGPT, Gemini, Claude, Grok e outras ferramentas populares. 

A solução permite que os usuários explorem diferentes modelos de maneira unificada, com privacidade reforçada e curadoria automática da IA mais indicada para cada tarefa, por meio do recurso chamado Inner AI Fusion.

A proposta: IA como serviço embarcado

Inspirado no modelo dos serviços de streaming, o acesso à IA se dá por uma interface centralizada. A ideia é simplificar o uso para quem ainda não domina as diferenças entre os modelos disponíveis, mas quer aproveitar as vantagens das ferramentas generativas no dia a dia, seja para estudar, trabalhar ou organizar tarefas pessoais.

Além de oferecer um ambiente seguro, onde os dados do usuário não são enviados para treinamento dos modelos, como ocorre em acessos gratuitos, a Ligga Telecom busca entregar uma experiência de valor agregado ao cliente. 

O objetivo é posicionar a empresa como referência em inovação entre as operadoras regionais, especialmente no Paraná, onde concentra sua base de atuação.

Planos, preços e modalidades

A operadora disponibiliza dois formatos principais: o plano Inner Lite, que inclui mensagens ilimitadas em modelos básicos e 120 interações mensais com modelos avançados; e o Inner Pro, com acesso irrestrito aos modelos mais potentes e ferramentas multimodais, como edição de imagem, vídeo e apresentações.

No lançamento, os combos estão disponíveis por R$139,90 (Lite) e R$189,90 (Pro). Para quem já é cliente da Ligga, há possibilidade de contratar os pacotes de forma avulsa, com mensalidades a partir de R$34,90. Em todos os casos, o usuário recebe um passo a passo por e-mail para ativar o serviço diretamente na plataforma da Inner.

Crescimento da IA e avanço regional

A parceria com a Inner AI também representa um passo estratégico para a expansão regional da startup, que nasceu em 2024 e já alcançou mais de 500 mil usuários em menos de um ano. 

A meta da empresa é atingir 1 milhão de clientes, e a entrada no ecossistema da Ligga abre espaço para explorar mercados fora do eixo Rio–São Paulo, com foco inicial no Sul do país.

Tendência de mercado

O uso da inteligência artificial no Brasil cresce em ritmo acelerado. Levantamentos recentes apontam que mais de 40% da população já utiliza algum tipo de IA em suas atividades diárias. 

Ao incorporar esse tipo de serviço aos planos residenciais, a Ligga Telecom se antecipa a uma tendência que pode ganhar força entre operadoras que buscam diferenciação em um mercado cada vez mais competitivo.

Pensando em aumentar portfólio e presença no NE, V.tal adquire a Um Telecom

0
Imagem: Midjourney/Reprodução

A V.tal, maior operadora de infraestrutura digital neutra das Américas, acaba de oficializar a aquisição de 100% da Um Telecom, empresa pernambucana especializada em soluções digitais. 

A negociação marca um passo estratégico da companhia no mercado de telecomunicações do Nordeste, onde passa a operar com uma rede de fibra óptica de mais de 20 mil km, abrangendo todas as capitais da região e mais de 200 municípios.

Com a incorporação, a V.tal amplia significativamente sua presença regional e reforça sua capacidade técnica e comercial. A operação inclui ainda a entrada de cerca de mil clientes ao portfólio da empresa, além da integração de soluções voltadas à conectividade, computação em nuvem, segurança da informação e mobilidade corporativa.

Expansão regional e ganhos de escala

A aquisição da Um Telecom não se resume ao aumento da cobertura física. A empresa traz um histórico de atuação sólida no segmento corporativo e no atendimento a operadoras e provedores locais. 

Essa expertise permitirá à V.tal acelerar projetos ligados a cidades inteligentes, Indústria 4.0 e transformação digital, áreas cada vez mais estratégicas no cenário das telecomunicações.

A estrutura da Um Telecom, fundada em 2010, será somada à malha da V.tal, que já conta com mais de 450 mil km de rede terrestre no Brasil, além de 26 mil km de cabos submarinos. 

A empresa também dispõe de data centers no Brasil e na Colômbia e atende operadoras, ISPs e big techs em múltiplos segmentos.

Continuidade para clientes e próximos passos

Apesar do anúncio, o negócio ainda depende de aprovação dos órgãos reguladores. A expectativa é que a operação seja finalizada até o fim do primeiro trimestre de 2026. 

Até lá, os contratos e serviços prestados pela Um Telecom seguem inalterados. Os clientes atuais não devem perceber mudanças imediatas no atendimento ou nas rotinas operacionais.

A Um Telecom é reconhecida por sua atuação nas verticais de conectividade, cloud, mobilidade e serviços gerenciados. Também foi destaque em rankings nacionais de empresas em crescimento e programas voltados à inclusão social e capacitação de jovens profissionais. Essas iniciativas deverão ser mantidas sob a nova gestão, segundo fontes ligadas à transação.

Reforço no posicionamento estratégico

Para a V.tal, a compra da Um Telecom representa um reforço em sua estratégia de atuação como rede neutra, oferecendo infraestrutura a múltiplos players do mercado. 

Com a entrada definitiva no Nordeste em escala ampliada, a empresa passa a disputar com mais força os contratos corporativos e o fornecimento para ISPs que operam na região.

A movimentação também reflete uma tendência do setor: a consolidação de empresas com forte atuação regional por grandes grupos nacionais ou multinacionais.

Nesse cenário, a V.tal se posiciona como uma das protagonistas da expansão da conectividade de alto desempenho no Brasil.

Setor de telecom comemora prorrogação de incentivos para IoT até 2030

0
IoT telecom
Reprodução/ChatGPT

O setor de telecom brasileiro celebrou nesta semana a sanção da Lei 15.320/2025, que prorroga até 2030 os incentivos fiscais à expansão da IoT (Internet das Coisas) no país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a legislação, originada do Projeto de Lei 4.635/2024 de autoria do deputado Vitor Lippi, garantindo segurança jurídica para investimentos e a continuidade do crescimento tecnológico essencial para a inovação e desenvolvimento da economia digital no Brasil.

Leia mais:

Setor unido em defesa da prorrogação

Doze entidades representativas do setor de telecomunicações e tecnologia divulgaram nota conjunta comemorando a aprovação da nova lei. Entre elas estão a ABINC, Abranet, Abrint, Brasscom, Conexis Brasil Digital, TelComp e Telebrasil, que destacaram a importância da manutenção das regras atuais para dar previsibilidade aos investimentos no setor.

Setor de telecom Brasil
Divulgação

O setor produtivo parabenizou o trabalho realizado pelo Congresso Nacional durante a tramitação do projeto de lei. As entidades avaliam que a extensão dos benefícios fiscais até 2030 é fundamental não apenas para telecomunicações e tecnologia, mas para diversos segmentos produtivos que dependem da Internet das Coisas para aumentar produtividade e competitividade.

Números comprovam eficácia da política

Dados do Instituto de Pesquisa para Economia Digital revelam o impacto positivo da política pública nos últimos cinco anos. Cerca de 9 milhões de novos dispositivos IoT foram ativados no Brasil como consequência direta dos incentivos fiscais. Os números demonstram que a estratégia de fomento ao setor tem gerado resultados concretos na expansão da tecnologia pelo país.

A projeção para os próximos anos é ainda mais otimista. Segundo o estudo do Ipê Digital, com a prorrogação dos benefícios até 2030, o potencial de arrecadação agregada induzida pela nova lei é superior a três vezes o valor que seria arrecadado com taxas e contribuições caso os incentivos fossem extintos. O dado reforça o argumento de que os benefícios fiscais geram retorno econômico positivo.

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

Impacto na economia digital brasileira

As entidades signatárias da nota apontam que o aumento do uso de dispositivos IoT tem impacto direto na modernização de setores como agricultura, indústria, logística, saúde e cidades inteligentes. A tecnologia permite automação de processos, monitoramento em tempo real e tomada de decisões baseada em dados, contribuindo para a transformação digital da economia brasileira.

A segurança jurídica proporcionada pela extensão dos incentivos até 2030 é vista como crucial para que empresas possam planejar investimentos de médio e longo prazo. O setor destaca que a previsibilidade regulatória é essencial para atrair recursos e desenvolver soluções inovadoras que dependem de infraestrutura de conectividade e dispositivos inteligentes.

Entre as entidades que assinam a nota de celebração estão também a Camara-e.net, AsBraAP, CBAPD, Confederação Assespro e FENINFRA, representando diferentes segmentos da cadeia produtiva ligada à economia digital. A união do setor em torno da defesa da prorrogação demonstra a relevância estratégica da Internet das Coisas para o futuro tecnológico do país.

Lula sanciona lei que zera taxas para IoT até 2030

0
IoT Lei
Reprodução/Gemini

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (29), em Brasília, a nova lei 15.320/2025 que prorroga a isenção de taxas para dispositivos de IoT e satélites de pequeno porte até o final de 2030, visando garantir a sustentabilidade econômica do setor de telecomunicações através da manutenção de benefícios fiscais que já se provaram eficazes para o aumento da arrecadação indireta e do desenvolvimento tecnológico do país.

Leia mais:

Detalhes da sanção e o texto aprovado

A sanção presidencial ocorreu sem nenhum tipo de veto em relação ao texto que havia sido aprovado previamente pelo Congresso Nacional. Com isso, a medida estende oficialmente os benefícios fiscais que estavam previstos na Lei 14.173/2021, garantindo que o setor produtivo tenha um horizonte de planejamento seguro até o dia 30 de dezembro de 2030. A decisão é vista como um passo fundamental para a modernização da infraestrutura digital brasileira no longo prazo.

Na prática, a nova legislação desonera os sistemas de comunicação máquina a máquina e as estações satelitais de pequeno porte, conhecidas tecnicamente como VSATs. Estão isentas as cobranças referentes à Taxa de Fiscalização de Instalação (TFI) e à Taxa de Fiscalização de Funcionamento (TFF), que compõem o Fistel. Além disso, o texto remove o peso da Condecine e da CFRP, que é a contribuição destinada ao fomento da radiodifusão pública em todo o Brasil.

Mobilização do setor de telecomunicações

A articulação para garantir que essa prorrogação fosse assinada mobilizou diversos atores importantes, unindo o setor de telecomunicações e a indústria de equipamentos eletrônicos. Essa frente ampla defendeu que a cobrança recorrente dessas taxas tornaria inviáveis os serviços de comunicação via satélite oferecidos diretamente ao consumidor. Sem a desoneração, muitos projetos de conectividade em áreas remotas poderiam ser cancelados ou sofrer aumentos de preços.

A justificativa técnica apresentada ao governo e aos parlamentares durante as discussões no Congresso foi muito clara sobre a viabilidade econômica do projeto. Foi demonstrado que o mercado de comunicação entre máquinas, essencial para a indústria e o agronegócio, depende de custos baixos para escalar. As taxas fixas do Fistel, se aplicadas a milhões de sensores pequenos, consumiriam toda a margem de lucro das operadoras, sufocando a inovação tecnológica.

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

Impacto econômico e arrecadação indireta

Um dos pontos mais fortes para a aprovação da nova regra foi o histórico positivo da legislação anterior de 2021. Dados apresentados durante a tramitação parlamentar comprovaram que a desoneração inicial permitiu o surgimento de um mercado robusto e dinâmico. Esse crescimento gerou uma arrecadação tributária global, por meio de impostos sobre serviços e circulação de mercadorias, muito superior ao montante que o governo deixou de recolher com as taxas de fiscalização.

Com o cenário de isenção garantido por mais cinco anos, a expectativa é de uma forte expansão no uso de VSATs em todo o território brasileiro. Essas estações satelitais são cruciais para levar internet de qualidade a locais onde a infraestrutura de fibra óptica ainda não consegue chegar. Ao remover barreiras tributárias pesadas, o governo incentiva que as empresas expandam suas redes, beneficiando desde grandes produtores rurais até pequenos consumidores isolados.

Veja como conseguir desconto de 50% na Vivo TV por 3 meses

0
Vivo TV
Divulgação/Vivo

A Vivo está oferecendo um desconto de 50% na Vivo TV por três meses através do programa Vale Bônus, permitindo que clientes assistam a mais de 80 canais por R$ 32,50 mensais. A promoção está disponível para usuários da operadora até 31 de dezembro de 2025 e pode ser contratada diretamente pelo aplicativo da Vivo.

O Vale Bônus é uma moeda digital do grupo CRMBonus que permite economizar em compras e serviços. Clientes de empresas parceiras como Vivo, SafraPay e St Marche recebem créditos que podem ser utilizados como parte do pagamento em milhares de estabelecimentos e produtos.

Leia mais:

Como funciona a promoção

Na oferta da Vivo TV, o cliente paga R$ 98 em Vale Bônus e recebe um crédito de R$ 32,50 por mês durante os três primeiros meses de assinatura. Isso representa uma economia de 50% em relação ao valor regular, que é de R$ 65 mensais. Após o período promocional, a cobrança volta ao preço normal.

Apresentação de logomarca da Vivo.

O serviço permite assistir TV online no celular, tablet ou Smart TV com até três acessos simultâneos. A plataforma oferece mais de 80 canais com conteúdo de esporte, entretenimento, jornalismo e diversas outras categorias, proporcionando uma experiência completa de streaming.

Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsAppInstagramFacebookX e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!

Passo a passo para contratar

Para ativar a promoção, siga as instruções abaixo:

  1. Baixe o aplicativo Vale Bônus na App Store ou Google Play
  2. Faça login com sua conta Vivo no aplicativo Vale Bônus
  3. Procure pela oferta “Vivo TV 50% OFF por 3 meses” dentro do app
  4. Clique em resgatar a oferta utilizando seus 98 Vale Bônus disponíveis
  5. Após o resgate, localize o campo “Copie o seu cupom” onde aparecerá um link exclusivo
  6. Copie esse link de contratação e cole no navegador do seu celular ou computador
  7. Finalize o processo de assinatura seguindo as instruções na tela
  8. O desconto será aplicado automaticamente nos três primeiros meses

Outras vantagens do Vale Bônus

Além da Vivo TV, o programa oferece benefícios em outros serviços da operadora. No Vivo Pré, ao recarregar a partir de R$ 30, o cliente recebe R$ 30 em Vale Bônus. Se a recarga for feita pelo app Vivo, ganha mais R$ 30, totalizando R$ 60 em bônus.

Já no programa Vivo Valoriza, quem paga a fatura em dia através de PIX, débito automático ou cartão de crédito pode ganhar até R$ 250 em Vale Bônus mensalmente. Esses créditos podem ser usados em milhares de lojas, restaurantes e serviços parceiros.