Vivo Empresas, Ericsson e FEI se unem para criação de um Centro de Soluções 5G

Guilherme Almeida
4 min de leitura

Os trabalhos devem se concentrar em todos os setores industriais e naqueles que utilizam comunicação massiva.

Cidade com ícones de diversos dispositivos de conexão.
Imagem ilustrativa.

A Vivo Empresas, juntamente com a Ericsson e o Centro Universitário FEI, criou o “Centro de Soluções 5G”, que vai funcionar dentro do campus universitário, na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

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Os trabalhos desse novo centro estarão voltados para os setores industriais, principalmente às áreas de automação, logística e mobilidade urbana, incluindo o desenvolvimento de cidades inteligentes.

O foco também estará nos setores que utilizam comunicação massiva de dispositivos, como agronegócio, mineração, além dos produtos industriais ligados à manufatura avançada.

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De acordo com um estudo desenvolvido pela Ericsson, intitulado “5G Business Potential“, a implantação da rede 5G pode gerar R$ 7 bilhões de receitas até 2030.

Para contribuir com o Centro de Soluções 5G, empresa sueca fornecerá equipamentos, enquanto a Vivo disponibilizará sua rede privativa 5G, utilizando a frequência de 3,5 GHz.

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Segundo o Head de Inovação, IoT e Big Data da Vivo, Diego Aguiar, esse projeto servirá de base para a construção de um ecossistema mais amplo, proporcionando soluções para novas demandas industriais, potencializadas pela internet das coisas (IoT), inteligência artificial e robótica, primando pela eficiência e produtividade.

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A expectativa, de maneira geral, é de que o 5G traga benefícios no campo da internet móvel de qualidade, potencializando ainda mais as experiências imersivas, como realidade virtual e aumentada.

Os benefícios também devem impactar as comunicações de missão crítica, que precisam de uma conexão que seja ultra estável, confiável e de baixa latência, como nos casos do controle remoto de infraestruturas críticas em fábricas, carros autônomos e robôs industriais.

Por fim, devem ser trazidas melhorias para o campo de internet das coisas, responsável pela conexão em massa de milhares de sensores, possibilitando a criação de novas aplicações e soluções industriais.

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De acordo com o Vice Presidente de Negócios da Ericsson, Rogério Loripe, por ser um segmento que já possui um grande nível de automatização, o avanço da tecnologia de aplicações em nuvem com o 5G pode fazer com que novas arquiteturas inteligentes sejam rapidamente implantadas, o que pode trazer diversos ganhos de produtividade e flexibilidade com inovações de IoT.

Nesse sentido, o campus do Centro Universitário FEI, servirá de espaço para o desenvolvimento de pesquisas, formação de recursos humanos, além de demonstrações de aplicações IoT industriais com base na rede 5G, para alunos e a indústria.

A rede ficará disponível no laboratório de manufaturas digital e integrada, no laboratório de IoT e na conexão dos equipamentos disponíveis no Centro de Laboratórios Mecânicos e do time de futebol de robôs.

Com informações de Época Negócios.

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