Em comunicado público recente, a TIM Brasil afirmou que já produz 70% da energia que ela mesma consome no Brasil.
Alisson de Sousa, atual gerente executivo de Energia da operadora italiana, explicou que a empresa tem direcionado foco à sustentabilidade nessa área, comprando estruturas geradoras e focando em energias renováveis.
Ao todo, estima-se que o sistema proprietário da TIM gere energia suficiente para alimentar uma cidade de 770 mil habitantes, com cerca de 474 gigawatt-hora (GWh) anualmente.
Vanguarda de mercado e consciência ambiental
Algumas outras empresas de tecnologia que consomem grandes volumes de eletricidade têm investido em produção própria. Contudo, a TIM segue como modelo a ser seguido no mercado de telecom nacional.
Muito por causa disso, a operadora está há três anos na A List do ranking Carbon Disclosure Project (CDP), que reconhece iniciativas de descarbonização e consciência ambiental por meio do investimento em energias renováveis.
Do plantel de unidades geradoras de energia da TIM, espalhadas por 23 estados e no Distrito Federal, 136 são usinas de energia solar. Há também usinas hídricas e de biogás, todas certificadas para operar em conformidade com legislações ambientais.
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Gestão energética com o uso da IA
Outro diferencial implementado pela TIM é a gestão dos proventos elétricos por meio da inteligência artificial.
De acordo com a operadora, 2025 foi ano onde os investimentos nesse sentido começaram. O foco inicial tem sido o levantamento do faturamento, bem como o mapeamento de áreas de maior necessidade e interesse para fornecimento.
Padrões de consumo e falhas em equipamentos que possam elevar o consumo energético também são rastreados com o uso de modelos de IA nativos.
Na verdade, especialistas têm visto esses movimentos da TIM como sinais da intenção de se transformar em um “hub” de soluções tecnológicas. Outro ótimo indicativo disso é a oferta de soluções de inteligência artificial para gestão do agronegócio, iniciada nos últimos anos.












