Veja o local que era utilizado para ‘abusos sexuais’ em loja da TIM

Vítima revelou imagem do ambiente em publicação nas redes sociais; ambiente ficou conhecido como ‘sala da sarrada’, apelido dado por um dos agressores.

Logotipo TIM - Divulgação
Imagem: Logotipo TIM – Divulgação

Na semana passada, uma ex-vendedora da TIM utilizou as redes sociais para relatar uma situação de abuso sexual que viveu na loja da operadora, localizada no Norte Shopping, no Rio de Janeiro. O local utilizado para o ato ilícito era uma cozinha pequena que os funcionários utilizam para aquecer comidas no micro-ondas. A imagem do ambiente foi compartilhada pela vítima que tornou o caso de conhecimento público nas redes sociais.

A publicação foi feita pelos Stories do Instagram, na qual a Anna Paula Oliveira escreveu: “Onde vivi o pior dia da minha vida, na ‘sala da sarrada’”. O relato da ex-colaboradora repercutiu de modo que a TIM viesse a emitir um posicionamento geral em suas redes sociais, com a alegação de que repudia qualquer situação de abuso ou assédio.

"Sala da sarrada". Imagem compartilhada pelo G1 e pela vítima no Instagram.
“Sala da sarrada”. Imagem compartilhada pelo G1 e pela vítima no Instagram.

Para a imagem da operadora, a repercussão foi negativa em virtude da demissão da vítima, que sequer teve sua reclamação considerada quando levou o caso para o canal de denúncia da operadora.

Quando esteve na sede da empresa, na Barra da Tijuca, Anna Paula foi demitida por justa causa, sob justificativa que a profissional feriu a honra dos seus superiores, assim como colegas de trabalho. Ao Minha Operadora, a TIM esclareceu que a demissão é justificada por pregressos vinculados à relação de trabalho e totalmente alheios aos fatos relatados.

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Nos comentários do posicionamento público da TIM, seguidores e clientes questionam a demissão. “Se repudiam, por qual motivo a vítima foi demitida?”, perguntou um usuário. “Ou seja, denuncia assédio e por “coincidência” é demitida por outra coisa? Tá de brincadeira né?!”, comentou outro perfil.

Os dois colaboradores envolvidos no ato foram desligados pela empresa, segundo confirmação da própria e a investigação segue sob anonimato pelas autoridades responsáveis.

Com informações de G1

About Anderson Guimarães
Jornalista com seis anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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