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Vivo recupera crescimento, mas lucro cai no primeiro trimestre

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Vivo recupera crescimento, mas lucro cai no primeiro trimestre

Bom desempenho nos serviços móveis pré-pago e na internet por fibra ajudou nos resultados financeiros da operadora.

Vivo recupera crescimento, mas lucro cai no primeiro trimestre

No primeiro trimestre deste ano, a Vivo (VIVT3) registrou uma receita operacional líquida de R$ 10,8 bilhões, um crescimento de 0,2% em relação ao mesmo período de 2020.

A operadora reportou na noite desta terça-feira, 11 de maio, os resultados financeiros.

O resultado positivo – mesmo que tímido – representa um crescimento em relação ao trimestre anterior, que havia apresentado queda de -1,6%.

Por outro lado, o lucro líquido caiu para R$ 942 milhões, ante os R$ 1,2 bilhão do primeiro trimestre do ano passado, uma variação de -18,3%.

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A queda só não foi maior porque a Vivo conseguiu reduzir em 1,2% os custos totais, que foram de R$ 6,4 bilhões.

A receita líquida dos serviços móveis também se manteve estável, reportando R$ 7,1 bilhões, crescimento de 1,1%.

Os acessos móveis cresceram 6,6%, totalizando 79,7 milhões usuários, puxado principalmente pelo pré-pago (+8,5%), em seguida pelo pós-pago (+5,2%) e os acessos no mercado Machine-to-Machine (+2,7%).

A Vivo conta com market share de 33,1% do mercado de telefonia móvel.

Porém, é nos serviços fixos que a operadora teve o maior crescimento na receita, de 17,2%, somando R$ 2,4 bilhões no core do negócio.

Somente no serviço de banda larga fixa por fibra, a Vivo teve um crescimento de 41,2% na base de clientes, totalizando 3,7 milhões.

O número de acessos no IPTV também subiu (21,3%), chegando a 914 mil.

O EBITDA Recorrente (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) do 1T21 foi de R$ 4,5 bilhões, um incremento de 0,5% quando comparado ao 1T20.

Já os investimentos alcançaram R$ 1,9 bilhões, crescimento de 18,0%.

A maior parte deste montante foi destinada para a expansão da rede de fibra da operadora, que atingiu 276 cidades ao final de março.

Já no móvel, os investimentos foram utilizados para reforçar a capacidade das redes 4G e 4.5G.

A dívida bruta da empresa atingiu R$ 1,9 bilhão.

Mais detalhes e informações estão disponíveis no documento disponibilizado pela Vivo.

Com informações de Relações com Investidores Vivo.

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