Conheça a posição do CADE sobre a venda da Oi Móvel

Presidente do ‘Conselho Administrativo de Defesa Econômica’ analisou a possibilidade de a unidade móvel da empresa ir para as mãos da Claro, TIM e Vivo.

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Imagem: Wikipedia

Há uma verdade inevitável sobre a venda da Oi Móvel: o número de operadoras de telefonia móvel com atuação no país vai diminuir. Sobre esse fato, Alexandre Barreto, presidente do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), fez sua consideração.

Para o executivo, a redução vai afetar o leilão de frequências para a chegada do 5G em 2021. Ter menos players na disputa pela infraestrutura é mais um fator que exigirá a atenção da autarquia.


Barreto trivializa o movimento de concentração de mercado em tempos de crise, já que é um movimento natural ver empresas com mais recursos comprarem as que enfrentam problemas.

Mas, no Brasil, especialmente no mercado de telecomunicações, as quatro principais operadoras já possuem participações de mercado iguais ou superiores a 20%. Com inclusão do Grupo Oi (OIBR3 / OIBR4).

O que já significa um patamar que exige atenção redobrada do CADE para evitar uma alta concentração nas mãos da teles e obviamente defender a concorrência entre empresas com atuação no país.

De acordo com as informações divulgadas pela CNN Brasil, a demanda por telecomunicações até mesmo cresceu durante a pandemia do coronavírus, apesar de as operadoras terem sido afetadas pelo fechamento do comércio.

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Os próprios usuários de telecomunicações no Brasil não se mostram 100% satisfeitos em ver a Oi diluída entre Claro, TIM e Vivo.

Mas, vale destacar que a concorrente mais próxima da compra, além das operadoras, é a Highline do Brasil, um player cuja as intenções ainda não estão claras.

Com informações de CNN Brasil

About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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