Receita da Claro sobe, mas controladora da marca tem prejuízo

Pandemia do coronavírus já surte efeito na receita das empresas de telecomunicações.

Marcas da América Móvil
Imagem: Marcas da América Móvil

A América Móvil (BVMF: SULA11), controladora das marcas Claro, Net, Nextel e Embratel no Brasil, registrou um prejuízo 1,209 bilhão de dólares no primeiro trimestre do ano. Os resultados são consequências diretas da pandemia do novo coronavírus, que assola o mundo inteiro.

O faturamento total é de 10,288 bilhões de dólares, em três meses. No entanto, a companhia não vê o resultado de forma negativa. Trata-se de um impacto limitado com resultados sólidos nas principais marcas da empresa.


No Brasil, a Claro teve uma receita estimada em R$ 9,31 bilhões, uma alta de 3,5% no comparativo com o primeiro trimestre de 2019.

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Os serviços seguem as tendências dos últimos meses e apontam o crescimento do móvel, com registro de R$ 3,44 bilhões e aumento de 18,1%, e a queda do fixo, com 3,2% a menos e redução para R$ 5,5 bilhões.

As apostas de aumento na demanda de banda larga, motivadas pelo grande consumo na pandemia, se mostraram verdadeiras. O serviço avançou 11,2% na receita.

Já a base de pós-pagos acrescentou mais 3,9 milhões de clientes. É um aumento superior a 15% na base, no comparativo anual.

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Com informações de Valor Econômico e UOL

About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
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