segunda-feira, 23 de julho de 2018

TIM negocia compartilhar rede com outras operadoras além da Oi

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Vivo, Claro e provedores locais entram nos interesses da TIM, que acredita que, ao compartilhar frequências, serviços evoluem e custos diminuem.

A TIM comentou, durante a teleconferência de seus resultados financeiros do segundo trimestre, que pretende continuar a fazer negociações com outras operadoras para ampliar o compartilhamento do espectro da rede móvel no Brasil.

Atualmente, a TIM e a Oi já possuem um acordo de compartilhamento de infraestrutura e espectro – extensão aprovada recentemente pela Anatel –, mas a Vivo e a Claro também entram nos planos da operadora.


O executivo Stefano de Angelis, que acaba de passar seu posto de presidente da TIM Brasil para o novo CEO, Sami Foguel, defendeu a importância do compartilhamento, que faz com que o setor de telecomunicações continue evoluindo no país.

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Para ele, o acordo não deve ficar restrito apenas à Oi, mas sim ampliado para todos os players do mercado. O compartilhamento de infraestrutura e frequências acaba sendo benéfico para os consumidores, que ganham em cobertura, com a ampliação da capacidade entre as empresas, e para as operadoras, que gastam e investem menos mesmo para oferecer mais serviços.

"O compartilhamento de infraestrutura é assunto contínuo com parceiros e discutimos com Vivo, Claro, Oi e também com os provedores locais formas de compartilhar o backhaul", disse o vice-presidente de tecnologia da TIM, Leonardo Capdeville.

A TIM ainda garantiu que tem 600 ERBs instaladas para ativar a faixa de 700 MHz em São Paulo e melhorar a qualidade do serviço para o consumidor nos próximos dias, conforme a liberação gradativa da Anatel. O refarming de 2,1 GHz e a frequência de 800 MHz para o 4G também estão sendo trabalhados em paralelo.


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