Sem crescimento há meses, linhas fixas no Brasil continuam no vermelho

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Algar Telecom é a operadora que mais se destaca no setor no período de um ano, com aumento percentual de 32%.


Diferentemente do setor de telefonia móvel, que ora apresenta queda, ora crescimento, as linhas fixas no Brasil continuam no vermelho, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta terça-feira (16).

Assim como acontece há meses, novembro de 2017 representou baixa nos contratos de telefonia fixa. Foram quase 136 mil linhas a menos em relação ao mês de outubro, uma queda de 0,33%. Atualmente, 40.862.847 linhas ainda estão em serviço, mas muitas delas só existem pois chegam com os impopulares combos das operadoras.


Entre as empresas autorizadas, a Claro foi a que apresentou o maior aumento em novembro, com 18.579 linhas fixas a mais em sua base (+0,17%). No mesmo mês, a operadora havia anunciado uma promoção de fixo com ligações ilimitadas por R$ 20 por mês, tanto para clientes da Claro quanto da NET. Em compensação, a TIM teve a maior queda do mês, com 44.775 linhas a menos (-6,23%).
Durante 12 meses, é importante destacar que a Algar Telecom foi a líder em crescimento na telefonia fixa, tanto em números absolutos quanto percentuais. Foram mais de 80 mil clientes, que representaram um aumento de 32,69%. Por outro lado, a Claro foi a mais afetada pela queda, com menos 293 mil linhas (-2,62%).
Já entre as concessionárias da telefonia fixa, a Vivo teve o melhor desempenho em novembro, com 21 mil novas linhas (+0,22%), enquanto a Oi teve o pior desempenho. Foram 95.681 linhas perdidas entre outubro e novembro (-0,71%), e 831 mil em relação a novembro de 2016 (-5,84%).
Mais uma vez, a Algar é destaque em crescimento anual, com aumento de 21.960 (+3%) linhas fixas entre as concessionárias.
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