quinta-feira, 27 de julho de 2017

Telefonia é o setor mais afetado por tentativas de fraude

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Setor de telecomunicações representa 38,6% das 782.244 tentativas de fraude aplicadas nos primeiros cinco meses desse ano.

Dados da Serasa Experian indicam que, entre janeiro e maio deste ano, foram registradas 782.244 tentativas de fraude no Brasil. Isso representa uma tentativa a cada 16,8 segundos. O setor de telefonia é o mais afetado, sendo responsável por 38,6% (301.956 tentativas) dos golpes.

A tentativa de fraude nesse segmento é a porta de entrada para golpes em outras áreas. Os golpistas costumam comprar celulares para ter acesso a comprovantes de residência e depois abrir contas em bancos para conseguir talões de cheque, pedir cartões de créditos e fazer empréstimos em nome de outras pessoas.

Para a Serasa Experian, a volta do consumidor ao mercado de crédito após dois anos de uma grave crise econômica no país é o que está estimulando a ação de criminosos, já que para eles, as épocas de maior movimentação de crédito são mais propícias para a aplicação dos golpes.

No setor de telefonia, o golpe mais aplicado é a compra de celulares com documentos falsos ou roubados. A Serasa Experian ressalta que a maioria das fraudes acontece após as vítimas perderem ou terem os documentos furtados. O conselho da empresa é que, no caso da perda de qualquer documento, o consumidor deve cadastrar um aviso no site do Serasa Consumidor, que é responsável por enviar um alerta a bancos e empresas para tentar evitar o uso indevido.

Outra recomendação é que o consumidor fique atento ao atendimento em lojas, para evitar a troca de documentos. Atenção também ao digitar qualquer senha na presença de pessoas desconhecidas e nunca ceder seus dados pessoais a terceiros.

Na internet, os usuários devem procurar pelo cadeado verde na URL e preencher dados apenas em páginas que comecem com "https", que são sites mais seguros. Outra dica para quem costuma comprar online é manter o antivírus do computador sempre atualizado e evitar fazer operações financeiras em aparelhos ligados a redes públicas.

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