Operadoras levam conectividade ao campo

Hemerson Brandão
3 min de leitura

Fazendas tem exigido novas tecnologias e serviços digitais para aumentar eficiência no agronegócio.

O desenvolvimento da agricultura de precisão tem mudado o cenário do agronegócio, aumentando a demanda por tecnologias digitais e melhor conectividade para garantir o tráfego de informações e produtividade no campo.

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Hoje, as principais operadoras do país têm planos para não apenas levar conexão para as fazendas, mas oferecer outros serviços tecnológicos como cloud, gerenciamento de dados ou internet das coisas (IoT).

A Oi, por exemplo, aposta em conectividade na faixa de 450 MHz, o que permite cobertura em áreas mais amplas e com um custo mais atrativo. A ideia é oferecer redes privadas adaptadas às demandas de cada produtor rural.

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A Vivo também aposta na frequência de 450 MHz, sendo integrada a um portfólio de soluções digitais. Recentemente, a companhia fez um aporte de R$ 500 mil em uma startup para oferecer soluções de telemetria para maquinário no campo.

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Assim como a Vivo, a Claro também tem investido em cobertura 4G e em projetos de startups para fornecer novos serviços, como, por exemplo, acompanhar em tempo real o volume de grãos em silos.

Já na TIM, levar o 4G para o campo é um projeto desde 2018. A partir de uma parceria com a ConectarAGRO, a empresa tem operado na faixa de 700 MHz para oferecer conexão para dispositivos móveis e IoT. A meta da companhia é ter uma cobertura de 5 milhões de hectares até o final do ano.

Apesar dos investimentos das empresas, o SindiTelebrasil defende que o setor seria um ambiente mais atrativo financeiramente se os tributos e taxas fossem reduzidos.

“O que temos discutido para considerar nesse tipo de aplicação, que será intensivamente usada na área rural, é uma tributação zero de Fistel. É a grande reivindicação das empresas para impulsionar a oferta”, diz ele, referindo-se ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações” defende Sérgio Kern, diretor de assuntos regulatórios da entidade.

Com informações do Globo Rural.

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