Highline pega R$ 72,9 mi do FUST para ampliar sinal em MG, RJ e outros 6 estados

Ao todo, serão beneficiadas 131 localidades e compradas 94 ERBs.

Goodanderson Gomes
3 min de leitura

A Highline, desenvolvedora independente de redes de infraestrutura de telecom, conseguiu R$ 72,9 milhões oriundos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST).

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O valor, cedido por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), servirá para a ampliação da rede da empresa em pelo menos oito estados da federação.

Ao todo, serão beneficiadas 131 localidades, incluindo 13 favelas, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Bahia e Rio Grande do Sul.

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O plano de ação da Highline

A Highline quer usar esses quase R$ 73 milhões para construir 120 torres e adquirir cerca de 94 ERBs de 4G e 5G em regiões estratégicas dos estados alvo.

E por falar nas regiões agraciadas com o investimento, vale mencionar que o próprio Conselho Gestor do FUST (CGFust) indicou as localidades classificando-as como necessitadas de um reforço de infraestrutura.

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Ainda não se sabe ao certo quais municípios no Sudeste e Sul do país serão atendidos. Contudo, pressupõe-se que são regiões mais afastadas e com uma rede móvel mais frágil.

Esse foi o segundo empréstimo que a Highline pegou com o BNDES nos últimos anos. Em dezembro de 2024, um valor de R$ 65 milhões já havia sido concedido.

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Investimentos em infraestrutura avançam

Quando pensamos no avanço da cobertura de rede e na velocidade das conexões, pouco se fala na infraestrutura necessária para carregar tudo isso.

Por esse motivo, iniciativas privadas como a da Highline, bem como a boa vontade de organismos públicos dispostos a investir têm sido essenciais. Montar uma infraestrutura de rede onde não existe e reforçar onde está precária é a única forma de melhorar esse cenário.

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É fundamental também observar o que tem sido feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ao mapear os chamados “desertos digitais”, apontando onde, em pleno 2026, ainda existem pessoas que sequer têm acesso ao sinal de telefone.

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