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Starlink recebe aval da Anatel para fornecer internet direto no celular

A empresa satelital de Elon Musk poderá usar a Banda S, na frequência de 2 GHz.

Goodanderson Gomes
3 min de leitura

Foi aprovada no último dia 9 de outubro uma resolução da Anatel que concede à Starlink a autorização para usar a Banda S na frequência de 2 GHz, que pode ser o “caminho” para transmitir internet direto para smartphones.

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Já há algum tempo, a empresa de internet via satélite de Elon Musk vem tentando essa autorização com a reguladora brasileira. A resposta definitiva veio agora.

Apesar de ser apenas um primeiro passo, o sinal verde da Anatel pavimenta a estrada para a chegada de um serviço que promete revolucionar o acesso à internet móvel.

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Próximos passos pós autorização

Como citamos acima, a liberação da banda S pela Anatel é o passo decisivo para a Starlink avançar nos testes do serviço direct-to-device (D2D) no Brasil.

Porém, nada muda na sua rotina do dia a dia por agora. A própria agência reguladora fez questão de destacar que a medida autoriza apenas o uso do espectro, mantendo a tecnologia em fase experimental e ainda sem permissão para venda comercial.

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E a espera deve demorar um pouquinho. A promessa da Starlink é lançar os satélites com essa tecnologia só a partir de 2027.

Até lá, a empresa de Musk, que hoje atua com quase 12 mil satélites autorizados no país, segue operando exclusivamente no modelo tradicional.

LEIA TAMBÉM:

O Brasil já está preparado para receber essa tecnologia?

“Mais ou menos” seria a resposta correta. E nós explicamos.

Numa matéria dedicada a esse assunto, nós apontamos quais celulares já presentes no mercado teriam suporte à internet D2D da Starlink. Vale a pena conferir.

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A internet via satélite, vale lembrar, dispensa a estrutura de banda larga convencional. O sinal é gerado na órbita baixa da Terra e enviado a antenas em terra, que captam o sinal e conectam dispositivos.

Contudo, por ser o direct-to-cell uma tecnologia nova, em que o smartphone é a própria antena, ainda é cedo para dizer se ela de fato vai funcionar nos modelos que citamos na nossa matéria, apesar de serem todos de última geração.

No mais, o Brasil, segundo maior mercado da Starlink no mundo, se apresenta como um dos melhores locais para a empresa de Musk iniciar esse experimento.

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