Pequenos comércios de Pernambuco ganham um novo aliado para o caixa: a TIM está ampliando a rede de pontos credenciados que funcionam, ao mesmo tempo, como loja de bairro e canal oficial da operadora. O programa, chamado de varejo híbrido, já conta com cerca de 35 unidades ativas e cresce mês a mês pelo interior e pela Região Metropolitana do Recife.
A proposta nasce de uma demanda concreta do pequeno comerciante: segundo o Sebrae, dois dos maiores obstáculos do setor são a falta de novas fontes de faturamento e o baixo movimento de clientes na loja física. Ao credenciar lojas de informática, assistências técnicas e revendas de acessórios, a TIM entrega treinamento sem custo e transforma o balcão desses negócios em ponto de resolução de pendências de telefonia.
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TIM ATIVA COMÉRCIOS COMO PONTOS DE APOIO
Na prática, quem entra em um ponto credenciado encontra opções que antes exigiam ida a uma loja própria da operadora, como troca e ativação de chip, segunda via de fatura e contratação de plano. O comerciante não deixa de vender o que já vendia, apenas soma esse novo serviço ao portfólio, o que amplia o motivo para o cliente cruzar a porta e voltar outras vezes. Entre as cidades onde a operadora já credenciou lojas estão:
- Olinda
- Paulista
- Jaboatão dos Guararapes
- Cabo de Santo Agostinho
- Ipojuca
- São Lourenço da Mata
- Camaragibe

A VISÃO DA OPERADORA
“Este movimento reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento da região, combinando investimento, inovação e proximidade com o cliente para acelerar resultados sustentáveis. Estamos criando um ecossistema ganha-ganha, onde a TIM ganha capilaridade e o comerciante local ganha sustentabilidade financeira”, resume o diretor regional da TIM Nordeste, Bruno Talento, sobre os planos de continuidade do projeto.
COMO FUNCIONA A CAPACITAÇÃO
A entrada no programa não tem custo para o lojista: a etapa de qualificação técnica é bancada pela TIM, e cada chip ativado ou plano vendido gera remuneração para quem atende o cliente no balcão. A operadora ainda cobre a reforma visual do ponto, com fachada, placas e banners assinados pela marca, de forma que o espaço passe a ser identificado como canal oficial sem que o comerciante precise investir nisso.
UM REFLEXO DO CENÁRIO NACIONAL
O crescimento desse tipo de parceria acompanha um movimento maior do varejo de serviços brasileiro, que teve 86% mais aberturas de pequenos negócios nos últimos levantamentos do Sebrae. O Nordeste puxa boa parte dessa curva: a região concentra 15,6% de todas as novas microempresas criadas no país, o que ajuda a explicar por que operadoras como a TIM têm priorizado esse formato de expansão fora dos grandes centros.
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NA PRÁTICA: A EXPERIÊNCIA DE UMA LOJA
Um exemplo concreto do modelo é a Black Cell, loja de Surubim comandada por Tamires Mendonça, cliente da TIM há mais de dez anos. Ao converter o negócio em hub, ela buscava mais liberdade para diversificar o que vendia sem abrir mão da base de clientes que já tinha construído ao longo da década de parceria com a operadora, hoje um dos pilares do faturamento da loja.
“A força da marca TIM agrega muito valor ao nosso negócio e atrai um fluxo constante de clientes para a loja. Essa junção é perfeita, a pessoa vem em busca de um produto ou serviço da operadora e acaba conhecendo e consumindo nossos acessórios, aparelhos celulares e serviços parceiros. Além da flexibilidade de portfólio, temos um suporte diário excelente e incentivos através da assessoria da operadora”, relata Tamires, sobre a rotina da loja.
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Passado esse período de adaptação, o balanço para a Black Cell é positivo em várias frentes: a estrutura física da loja cresceu, a carteira de clientes locais aumentou e as contas do negócio ficaram mais previsíveis ao longo dos meses. É justamente esse tipo de resultado que a TIM aponta como modelo a ser replicado em outros pontos do estado ao longo dos próximos meses de expansão.
O saldo, segundo a operadora, é positivo dos dois lados: ela ganha presença em cidades onde manter uma loja própria não seria viável, e o consumidor resolve questões de telecomunicações sem sair do bairro onde mora. Comércios interessados em entrar no programa de credenciamento podem procurar a equipe responsável pelo e-mail [email protected].












