A Starlink anunciou, por meio de uma postagem no X (antigo Twitter), nesta terça-feira (14), o Starlink V5, seu mais novo kit de internet via satélite.
Evolução direta do V4, o novo produto é mais compacto, com uma antena pelo menos 20% menor que a geração anterior.
O lançamento tem como objetivo intensificar a adesão aos serviços da empresa internet satelital de Elon Musk. Porém, existe pelo menos uma desvantagem em comprar o kit V5 em vez do V4.
Detalhes técnicos da nova antena da Starlink
Conforme destacamos acima, o Starlink V5 é cerca de 20% menor que o Starlink V4. Os tamanhos são de 384 x 306 x 34 mm e 594 x 383 x 39,7 mm, respectivamente.
Em termos de consumo de energia, a V5 também mostra vantagem. A geração anterior da antena consome entre 75 e 100 watts, enquanto a nova gasta entre 35 e 50 W.
Mas é no peso dos dois kits que a diferença se mostra mais evidente. A antena do Starlink V4 pesa 2,9 kg, enquanto a do Starlink V5 pesa cerca de 1,1 kg, praticamente um terço da geração passada.
Em termos de dimensões, a V5 se assemelha bastante à Starlink Mini, que não vai sair de mercado mesmo correndo o risco de ser canibalizada agora.
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Apesar da grande diferença nas dimensões, a V5 tem uma desvantagem considerável em relação à V4: menor capacidade de lidar com dados.
De acordo com informações oficiais, a geração anterior da antena da Starlink tem “poder de fogo” para downloads de até 400 Mb/s. Enquanto isso, a novidade atinge 375 Mb/s em seus melhores momentos.
Ademais, a Starlink V5 não é indicada para uso em movimento. Ou seja, quem quiser usar ela para manter a conexão durante viagens, pode esquecer.
Mesmo com essas desvantagens, a nova versão pode compensar devido às dimensões compactas e menor consumo energético, de acordo com especialistas.
Já está disponível no Brasil?
Não, neste momento de lançamento o novo kit de conexão da Starlink não será comercializado no Brasil e, ao que parece, em nenhum outro país além dos Estados Unidos.
Também em postagem no X, a empresa informou a disponibilidade para o território americano. A abertura para outras regiões também foi deixada em aberto, mas sem especificação de data ou preços.
Recentemente a empresa também anunciou a possibilidade de adesão ao serviço sem compra da antena, pagando apenas uma mensalidade. Essa modalidade também não parece ter sido “exportada” ainda.












