Imagem: Minha Operadora

Clientes da Starlink não precisarão mais comprar a antena, mas com um porém

A obrigatoriedade da aquisição do equipamento começou a ser derrubada nos Estados Unidos e pode chegar ao Brasil em breve.

Goodanderson Gomes
3 min de leitura

Para a alegria de muitos possíveis interessados na contratação dos seus serviços, a Starlink anunciou que não venderá mais antenas de forma avulsa nos Estados Unidos, México e Canadá.

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A decisão da empresa de internet via satélite de Elon Musk pegou muita gente de surpresa. Afinal, a compra do equipamento, que gira em torno de US$ 499 no mercado norte-americano, era uma máxima tradicional da companhia.

Contudo, essa “bondade” da Starlink configura-se como nada mais, nada menos, que uma estratégia para atrair mais clientes. Entenda!

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Você já ouviu aquela estória de que “não existe almoço grátis”? Pois bem, essa mudança da Starlink comprova esse adágio de forma categórica.

Em vez de cobrar integralmente pela antena, como faz hoje no Brasil, a empresa vai “alugar” o equipamento. Nos EUA, estima-se que todos os planos recebam um acréscimo de US$ 10 na nova modalidade.

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Além disso, os usuários terão que arcar com uma taxa de instalação da antena em comodato que gira em torno de US$ 199. Caso opte pelo plano Max, que custa US$ 130, o usuário fica isento dessa taxa.

Apesar da boa acolhida inicial, a mudança está desagradando o público norte-americano. Muitos consumidores reclamam que em pouco tempo a Starlink vai receber o valor cobrado anteriormente pela antena e após isso ficará com o lucro do acréscimo, que não será cancelado.

Por outro lado, especialistas veem essa como uma “jogada de mestre” de Elon Musk às vésperas da abertura de capital da Starlink nas bolsas dos Estados Unidos, o chamado IPO.

Para eles, além de representar a quebra de uma objeção (a compra da antena, que gera um alto custo imediato), o novo formato gera mais uma renda recorrente.

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Chega quando no Brasil?

Qualquer notícia a respeito da Starlink já vem com uma pergunta subliminar: e aí, essa mudança chega quando no Brasil? E isso é justificado, uma vez que a empresa faz imenso sucesso em terras tupiniquins, onde já acumula mais de um milhão de clientes.

Contudo, ainda não há previsões de quando as antenas serão trocadas pelo acréscimo na assinatura dos planos de internet no mercado brasileiro.

Por enquanto, os interessados devem adquirir o equipamento e depois assinar o plano escolhido, como sempre foi.

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