As grandes operadoras do país, Vivo, Claro e TIM, tiveram a sua abrangência nas comunidades periféricas urbanas, as famosas favelas, analisada ao longo de 2025.
O estudo, chamado de Tracking das Favelas, foi idealizado e realizado pela holding Nós – Inteligência e Inovação Social. O levantamento trouxe dados interessantes e apontou que a Vivo e a Claro são as preferidas dos moradores de comunidades. A TIM, por sua vez, tem presença marcante, mas fica um pouco atrás.
O ranking de preferência
Para medir alguns parâmetros de preferência de moradores de favelas no que diz respeito a serviços de telecom, o Tracking das Favelas foi dividido em “marcos” como confiança, qualidade, admiração e transparência.
De forma ampla, a Vivo saiu como “campeã” em todos os quesitos. Na tabela abaixo, destacamos o desempenho das operadoras nos principais pontos abordados pela pesquisa:
| OPERADORA | Nível de confiança | Presta um serviço de qualidade | “Eu admiro” | É transparente | É acessível | Facilita a vida dos clientes | “Eu me identifico” |
| Vivo | 48,1% | 50,9% | 49,1% | 46,7% | 55,7% | 45,5% | 46,2% |
| Claro | 44,9% | 46,8% | 41,9% | 45,3% | 53,9% | 43,4% | 42,7% |
| TIM | 35,5% | 37,1% | 35,1% | 34% | 46,4% | 35,7% | 35% |
Vale mencionar que esses percentuais mostram apenas uma média geral obtida com o cruzamento de informações colhidas no estudo. Não aponta, necessariamente, êxitos e falhas técnicas nos serviços das operadoras.
Como o levantamento foi feito
A cada edição do Tracking das Favelas, a Nós – Inteligência e Inovação Social utiliza um aplicativo por onde coleta dados e depoimentos de 800 moradores de favelas em todo o Brasil.
Dentre os dados coletados estão gênero, etnia, idade e classe social, além, é claro, da localidade de residência e a percepção das pessoas sobre as operadoras com base em quesitos como os citados. Esses dados são tratados assim que coletados, e então validados de forma manual por colaboradores da empresa.
De acordo com a Nós, a pesquisa tem margem de erro de 3,5% e nível de confiança de 95%.












