Telegram está instável e futuro do app no Brasil é incerto

Ana Cláudia
2 min de leitura

O Telegram passa por instabilidades na manhã desta quinta-feira, 27. O aplicativo de mensagens foi bloqueado pela Justiça brasileira na quarta-feira, 26, por não ajudar com a investigação da Polícia Federal na identificação de um grupo de neonazistas. 

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Telegram

Alguns usuários da plataforma comemoraram o retorno do funcionamento, porém também há queixa de instabilidade, falta de conexão mais precisamente. 

https://twitter.com/Fern_Andor/status/1651580543916490755
https://twitter.com/eilaaari/status/1651595906708381696
https://twitter.com/daanmaia/status/1651574595307143169

Alguns usuários também alegaram que para continuar utilizando o Telegram normalmente no Brasil foi necessário fazer uso de um VPN. Ou seja, foi preciso acessar uma rede privada virtual onde os tráfegos não são acessados por terceiros.

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Não se sabe se Telegram cumpriu a ordem judicial 

O aplicativo não emitiu nenhum comunicado sobre o assunto e nem a Justiça se pronunciou sobre o mensageiro ter cumprido ou não a determinação de fornecer os dados dos usuários que faziam parte de um grupo neonazista. 

A ordem de paralisar o funcionamento no país além da aplicação de uma multa são as recompensas que o Telegram teria em função de não colaborar com as investigações da Polícia Federal. 

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Entenda melhor o que houve 

Telegram não entregou dados completos de grupos neonazistas à Polícia Federal, segundo decisão do ministro da Justiça Flávio Dino. De tal forma, a empresa forneceu apenas informações parciais de um administrador de um dos grupos investigados. 

O pedido oficial exigia dados completos de todos os membros das conversas. A Justiça do Espírito Santo determinou o bloqueio do aplicativo de mensagens em todo o território nacional, depois que a empresa alegou que não poderia fornecer todas as informações porque o grupo já havia sido excluído. 

A decisão está relacionada à investigação do ataque a escolas em Aracruz (ES) em novembro de 2022, que deixou quatro mortos, incluindo três professores e uma aluna de 12 anos.

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