22/05/2024

Vale a pena assinar o plano básico com anúncios da Netflix? Veja aqui!

Preparamos os benefícios que o novo plano da plataforma vermelhinha oferece e suas limitações em relação a outras assinaturas.

Na tentativa de recuperar os de assinantes que tem pedido nos últimos tempos, a Netflix criou um plano mais barato no Brasil, que ficará disponível a partir de 3 de novembro. Custando R$ 18,90, o plano básico com anúncios terá qualidade de vídeo de 720p e direito a apenas 1 tela por vez.

Embora seja atrativo no sentido financeiro, será que realmente vale a pena assinar o novo plano da plataforma? Devido a acessibilidade econômica do pacote, mesmo expondo os assinantes a anúncios publicitários enquanto está assistindo filmes e séries, o serviço também colocou outras restrições que talvez torne o menos atrativo para o público.

Pensando nisso, o Minha Operadora preparou uma lista das limitações que o plano impõe para que o leitor possa avaliar se realmente vale a pena assinar a versão mais barata da assinatura.

Anúncios publicitários

O principal de todos são os anúncios que os assinantes ficarão expostos ao consumidor conteúdo na plataforma. Segundo a empresa, os “intervalos comerciais” serão exibidos antes e durante a reprodução de filmes. Em cada conteúdo, o cliente terá que encarar, pelo menos, 5 minutos de propaganda.

De forma geral, este pode ser o principal fator que impedirá os consumidores de assinarem o Plano Básico, uma vez que a fuga para essas plataformas era exatamente fugir dos longos intervalos comerciais que contêm na TV convencional, que pelo menos é gratuita.

Catálogo limitado

Para algumas pessoas, os anúncios publicitários podem não ser um grande problema, mas o acesso aos conteúdos, sim. Acontece que o novo plano tem limite no número de produções que o assinante terá acesso. Ou seja, o plano pode até ser mais barato por causa dos anúncios, mas também terá limitação de conteúdo.

Segundo Greg Peters, diretor financeiro da Netflix, para os assinantes do plano básico com anúncios, o catálogo será reduzido em média 10%. Mas foi noticiada nos Estados Unidos, sendo que essa porcentagem pode variar, a depender do país.

Ainda é caro

Em comparação aos preços de outros serviços que estão disponíveis no mercado, essa modalidade da Netflix ainda é cara, uma vez que plataformas como Amazon Prime e Apple TV custam menos de R$ 15 por mês. Vale ressaltar que o Amazon Prime fica ainda mais barato, se o consumidor optar pelo plano anual.

Até a HBO Max contém planos que são mais em conta e sem expor o assinante a anúncios publicitários. Confira as plataformas com assinaturas mais baratas que o plano básico com anúncio da Netflix.

Qualidade de resolução

Outro ponto negativo é a baixa resolução que a plataforma oferece no novo plano, uma vez que ficará limitada a 720p. Ou seja, uma resolução longe de 1080p e muito mais ainda do 4K.

Atualmente, é notório que produções em baixa resolução interferem na experiência do assistir. No smartphone, essa diferença não será tão gritante, mas quando for pela Smart TV será fortemente incomodante.

Sem possibilidade de download

A função de download é ótima para quem quer assistir filmes e séries de forma off-line. Por exemplo, vai viajar para um lugar onde não há sinal de internet, há a opção de baixar o título e assistir sem precisar ter conectividade. No plano com anúncios, o assinante não terá esse recurso.

Mais recurso mais dinheiro

Por fim, se o consumidor quiser ter uma conta mais completa e acesso a todos os recursos da plataforma vermelhinha terá que gastar mais, além de se livrar dos anúncios. Para nível de conhecimento, o plano mais completo da Netflix é o Premium que custa R$ 55,90, com qualidade de vídeo 4K + HDR e direito a 4 telas simultaneamente.

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