Young people and youth problems. Preteen girl left alone at home, sends text messages with phone to friends. Concept of potential victim of cyber bulling and absence of parental control

42% dos pais deixam os filhos usarem a internet sem supervisão, diz pesquisa

Lucas Ribeiro
2 min de leitura

Na última terça-feira (19), a empresa NortonLifeLock divulgou dados de um relatório que pontua o nível de confiança dos responsáveis em seus filhos quanto a navegação na Internet, tema que vem sendo amplamente debatido em prol da segurança das crianças e adolescentes no mundo on-line após a popularização de smartphones, laptops e consoles nessa faixa etária.

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Por razões de segurança cibernética, especialistas da área aconselham que os adultos limitem o acesso das crianças a determinados conteúdos — como filmes, séries, jogos, redes sociais, etc. — de acordo com a idade até o usuário atingir a maioridade.

Realizado no Brasil, o levantamento ouviu mais de mil pais sobre a forma como monitoram o uso da internet pelos menores de idade. Neste tópico, 42% dos entrevistados afirmaram confiar totalmente em seus filhos para navegarem na rede, enquanto 74% mostraram desconfiança quanto a liberdade da navegação relatando que crianças e adolescentes participaram em algum momento de atividades classificadas como perigosas.

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Para 78% dos participantes da pesquisa, os adolescentes possuem alta chance de serem vítimas de golpes informando seus dados pessoais ou de parentes. Nesse sentido, 33% dos pais revelaram que seus filhos já clicaram em links suspeitos na internet; 18% informaram que as crianças acessaram conteúdo impróprio para a idade.

Importância da supervisão

Segundo especialistas, a vigilância digital é um fator que deve ser considerado pelos pais a fim de proteger as crianças das ameaças que circulam na internet, como golpes, fraudes e riscos à privacidade, por exemplo.

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A supervisão pode ser feita a partir da checagem de itens buscados pela criança no navegador ou, em alguns casos, utilizando ferramentas próprias para controle parental, como o aplicativo Family Link, do Google, que permite visualizar gratuitamente o tempo gasto em cada aplicativo, estabelecer limites diários para uso e verificar a localização do smartphone em tempo real.

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