Patente de 5G desenvolvida por brasileiros é registrada pela Ericsson

Nova patente sugere o uso de Inteligência Artificial para soluções de controle de congestionamento em redes de telecom.

Dedo de uma pessoa tocando na palavra 5G que está flutuando em um fundo azul.
Imagem Divulgação.

A Ericcson registrou uma nova patente de recursos da tecnologia 5G desenvolvida pelos pesquisadores brasileiros Silvia Lins, Pedro Henrique Gomes e Ricardo Souza.

Todos eles pertencem ao grupo de pesquisa, desenvolvimento e inovação da fabricante sueca de telefonia fixa e móvel, que fez o anúncio na última segunda-feira, 12.

Através da utilização de inteligência artificial, essa nova patente busca uma maior eficiência do padrão de tecnologia da quinta geração de telefonia celular.

A patente recebeu o nome de “Network Slice Dynamic Congestion Control“, que em português ficaria como “seleção dinâmica para algoritmos de controle de congestionamento”.

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De acordo com os pesquisadores, esse é um avanço importante e com capacidade para impulsionar a modernização de diversos setores da indústria, como Saúde, Manufatura, Energia, Segurança e Agro.

Fonte: Ericsson Brasil.

“São evitados os atrasos por congestionamento dos pacotes na rede de quinta geração, garantindo maior escalabilidade e flexibilidade”, afirma Silvia em nota.

Em suas redes sociais, a Ericsson Brasil ressalta o fato de que a sua 160ª família de patentes, depositada internacionalmente, evidencia tanto o protagonismo brasileiro quanto o investimento contínuo da Ericsson em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação.

“Estamos prontos para a novidades que estão por vir e as soluções que propomos são prova disso. Nossa mais nova patente sugere o uso de Inteligência Artificial para soluções de controle de congestionamento em redes de telecom. O objetivo é otimizar a qualidade de serviço necessárias à modernização de diferentes setores da economia global”.

Já o diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Ericsson para a América Latina, Edvaldo Santos, reforçou que o resultado reflete os esforços da empresa em pesquisa, além de demonstrar a qualidade do trabalho de pesquisadores brasileiros “nas cadeias globais de inovação e geração de valor”.

Com informações de Valor Econômico.

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