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No Brasil, população passa mais de 60% do tempo na TV consumindo streaming

Pesquisa também mostra que os brasileiros estão dispostos a colecionarem assinaturas.

Logotipos de diversas plataformas de streaming.
Imagem ilustrativa.

De acordo com a pesquisa intitulada “CTV na América Latina: O Futuro Adiante”, realizada pela Harris Interactive, os brasileiros gastam 63% do tempo em frente à televisão acompanhando conteúdos de plataformas de streaming.

Ainda de acordo com o levantamento, 85% dos espectadores latino-americanos preferem os serviços de streaming à TV aberta.

O fundador e CEO da plataforma de streaming ZoOme TV, Ricardo Kurtz, prevê o surgimento de novos serviços de streaming, devido a curva de crescimento do setor.

Entre as novidades que podem aparecer com ainda mais força estão as plataformas de streaming gratuitas, que ganham dinheiro com publicidade.


Ainda de acordo com a pesquisa, 74% dos entrevistados preferem serviços de streaming gratuitos, ainda que tenham que lidar com publicidade aparecendo na tela.

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Nesse sentido, Kurtz prevê um futuro em que o principal direcionamento da concorrência vai estar na relação de conteúdo versus mercado.

Em relação ao que os consumidores brasileiros estão dispostos a pagar, a pesquisa revela que a maioria arcaria com custos mensais de até US$ 20, o equivalente a R$ 109,53.

Isso mostra que, no Brasil, os consumidores estão dispostos a assinar diversas plataformas para ter mais opções de catálogos em seus televisores.

Isso se deve, provavelmente, a chegada de novas plataformas ao país que buscam rivalizar a liderança do mercado com a Netflix, como é o caso do Disney+ e HBO Max, que estreia no Brasil em junho deste ano.

Por fim, o fundador e CEO da ZoOme TV, afirma que a competição entre as plataformas pode contribuir para a oferta de ainda mais conteúdos para o público, o que pode acabar sendo benéfico.

“Pelo lado financeiro, porém, entendo que colecionar assinaturas prejudica diretamente o bolso dos usuários e faz com que o usuário pague cada vez mais por conteúdos que não o interessam”, finaliza.

Com informações de iG.

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