InícioTV por AssinaturaComo o fim da ‘reclusão domiciliar’ gerou impacto na Netflix

Como o fim da ‘reclusão domiciliar’ gerou impacto na Netflix

Ainda estamos com números agravantes da pandemia da COVID-19, mas a flexibilização foi realidade e reduziu números da Netflix; entenda.

Logotipo da Netflix virando poeira, em referência ao estalo do personagem Thanos, no filme 'Vingadores Ultimato'.
Imagem: Ilustração com logotipo da Netflix

Mesmo com números ainda agravantes da pandemia da COVID-19, o Brasil teve uma ‘flexibilização’ nos últimos meses.

Já nos Estados Unidos, o processo é de normalização com o rápido avanço da vacinação no país.


Com isso, a Netflix, uma das empresas que mais cresceram durante o período de isolamento domiciliar, começou a sentir os impactos.

Os resultados chegaram para conhecimento do público nesta terça-feira, 20 de abril. São dados referentes ao primeiro trimestre de 2021.

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O primeiro destaque fica com o índice de desligamentos, que era de 2,7% no fim de 2020 e dobrou nos três primeiros meses do ano, segundos dados da consultoria Deloitte.

A empresa, responsável por um estudo do mercado de streaming, descobriu que a média por consumidor é de quatro serviços de streaming contratados.

Isso no mercado americano, ainda não temos dados sobre os consumidores brasileiros. A explicação é que todos ficaram mais seletivos após o período de enclausuramento.

Um grande cardápio de opções, com Disney+, HBO Max, Amazon Prime Video e outros, assim como a estratégia de liberar episódios de série semanalmente podem fazer a diferença.

Em novos assinantes, a empresa reduziu quase 60% anualmente. Foram seis milhões registrados de janeiro a março.

Em 2020, no mesmo período, a empresa registrou 15,8 milhões. Vale lembrar que alguns países ainda não estavam em reclusão domiciliar nos dois primeiros meses do ano passado, em função da pandemia.

Agora, a empresa (NFLX) segue na luta para ter uma valorização expressiva em suas ações.

Mas, no momento, se tornou uma grande vítima do grande crescimento que teve com a pandemia.

Não é um alerta para a companhia, mas agora ela terá que convencer o mercado sobre o seu “novo normal”, após o impulso da reclusão domiciliar.

Com informações de EXAME Invest

Anderson Guimarães
Jornalista com seis anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop. E-mail: [email protected]
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