Venda da Oi Móvel pode ser aprovada só em 2022

Anderson Guimarães
3 min de leitura

Um processo complexo e demorado aguarda pelas compradoras Claro, TIM e Vivo no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica); saiba os detalhes.

Lucas Lima, IZA e Ivete Sangalo, estrelas da Claro, TIM e Vivo. Imagem: Reprodução YouTube
Lucas Lima, IZA e Ivete Sangalo, estrelas da Claro, TIM e Vivo. Imagem: Reprodução YouTube

A Oi Móvel (OIBR3 / OIBR4) foi vendida nesta segunda-feira, 14 de dezembro, mas a concretização do negócio não será tão simples quanto se imagina.

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O consórcio formado pela Claro, TIM (TIMS3) e Vivo (VIVT3) já prepara a divisão da tele carioca para conseguir o aval do CADE, mas o processo pode ser complexo.

As três sabem que será necessário muito esforço para conseguir um aval da autarquia.

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Nomes próximos ao Governo Federal afirmam que a aprovação deve vir, mas não será fácil e o processo pode se estender até 2022.

Juntas, as três terão 34 milhões de clientes da telefonia móvel da Oi em mãos.

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Desde o início, o plano é dividir de acordo com a fatia que cada uma possui de mercado.

Ou seja, a operadora que tiver menos força em uma determinada região ficará com a maior parte da Oi Móvel naquela localidade.

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No entanto, parece que o critério não será escolhido pelas três compradoras, a ideia é que tudo seja dividido de uma forma que traduza o maior equilíbrio concorrencial.

Para uma delas, será impossível escolher clientes áreas com clientes de maior poder aquisitivo em detrimento das localidades com baixa renda entre moradores, por exemplo.

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Outra parte complexa são os espectros, cuja quantidade em posse de cada operadora é limitada pela Anatel.

Será um “quebra-cabeça” para as operadoras, mas todas estão cientes desde que escolheram fazer a proposta pelos ativos.

Há ainda o temor de que as discussões em torno da Oi Móvel possam atrapalhar o processo para o leilão de frequências do 5G.

Com informações de O Globo

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