Venda da Oi Móvel para TIM e Vivo ainda não é dada como certa

Christian Gebara, atual CEO da Vivo, comentou sobre o andamento da negociação durante live; saiba mais detalhes.

Ilustração - PxHere
Andamento do processo pode ser um balde de água fria para quem imaginava que as negociações estivessem mais avançadas. Imagem: PxHere

Quem já dava como certa a negociação com TIM (TIMP3) e Vivo (VIVT3) pela unidade móvel da Oi (OIBR3 / OIBR4) acabou de levar um balde de água fria. Isso não significa que há um cenário negativo para a operação, mas segundo Christian Gebara, CEO da operadora da Telefônica, o processo atualmente se encontra em “due diligence”.

Na tradução, é chamado de diligência prévia, ou seja, o momento em que o investidor começa a fazer uma análise a respeito dos riscos da transação, assim como o ônus e o bônus que ela poderá acarretar.


São as investigações voluntárias. Mais uma vez, é importante destacar que não significa um passo para trás entre as três companhias, apenas um procedimento padrão e comum para qualquer negociação do tipo.

Mas, a informação surge também como um verdadeiro “baque” para quem achava que as três já estavam avançadas com a negociação da Oi Móvel. Segundo informações, a TIM ficaria com 70% e Vivo levaria os 30% restantes.

Esse processo tem suas etapas (…), e nesse caso ainda acrescido da situação específica da Oi, que passa por uma recuperação judicial e tem algumas outras etapas para cumprir, como uma aprovação pelo juiz, assembleia de credores e etc”, afirmou Gebara em live promovida pelo Valor Econômico.   

Portanto, é um momento de análise onde ambas empresas vão decidir se fazem ou não uma oferta pela unidade móvel da Oi.

VIU ISSO?

–> TIM deve ficar com 70% da Oi Móvel
 
–> Coronavírus não deve atrapalhar compra da Oi pela TIM

–> Streaming da Oi reduz valores de assinatura

Outra que também não deixará a oportunidade passar é a Claro, mas até o momento, o que se sabe é apenas sobre o interessante da concorrente.

ECONOMIZE! 💰 Compare os planos das operadoras de celular e escolha o mais vantajoso para você.

Não há mais detalhes a respeito de como a empresa analisa a situação e nem mesmo o que ela faria para lidar com as barreiras que seriam impostas pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Com informações de Valor Econômico

About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.
Acompanhar esta matéria
Notificação de
10 Comentários
mais antigo
mais novo mais votado
Comentários embutidos
Exibir todos os comentários