Bateria do smartphone acaba rápido? Brasileiros podem ter a solução

Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás podem ter descoberto a grande matéria-prima para soluções eletrônicas.

Enquanto desenvolviam uma pesquisa com laser, pesquisadores brasileiros da Universidade Federal de Goiás fizeram uma importante descoberta: o Ampyzcad. Trata-se da combinação de dois elementos químicos, o Aminopirazina e Acetato de Cádmio.

O ampyzcad pode ser a grande matéria-prima que será utilizada para a fabricação das telas de LED dos televisores e smartphones, mas a grande novidade é que ele pode fazer com que os aparelhos gastem menos energia.


José Antônio Nascimento, doutor em Química da Instituição, contou que assim que descobriram, ele e os outros pesquisadores viram que o material poderia ser utilizado para aplicações eletrônicas e comerciais.

No cenário atual, há um grande desperdício. A energia que chega aos aparelhos se transforma em calor e apenas 20% dela é dedicada na emissão de luz para transmitir as imagens pela tela.

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Para melhor entendimento, Felipe Terra Martins, professor da Universidade Federal de Goiás, diz que se R$ 100 forem investidos em energia, cerca de R$ 60 ou R$ 80 serão perdidos no calor.

A descoberta dos brasileiros ganhou tanta notoriedade que foi publicada pela JACS (Journal of the American Chemical Society), uma das revistas científicas de química mais importantes do mundo.

Outra contribuição importante do Ampyzcad para a indústria é que o elemento pode ter um impacto menor para o meio ambiente, já que o consumo de energia elétrica será menor.

Até o mesmo o custo será menos elevado para as fabricantes e há uma forte possibilidade de que a tecnologia chegue até o consumidor em dois anos.

Com informações do Jornal Nacional

About Anderson Guimarães
Jornalista com cinco anos de experiência em produção de conteúdo digital. Passagens por eventos nacionais, mídias sociais e agências de publicidade. Apaixonado por tecnologia e cultura pop.

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Eduardo Feitosa

Na minha opinião, as baterias hoje são mais do que suficiente. O problema são as pessoas que passam mais de 10 horas por dia no celular (mais de 3 horas já é um exagero). Só dou desconto pra motorista/entregador de aplicativo e quem usa celular em lugares rurais sem energia elétrica e que precisem pra algo urgente.

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Tauan Fontoura
Colaborador
Tauan Fontoura

Parabéns a todos os envolvidos no estudo.
Tomara que funcione como o esperado e que traga muitos benefícios para toda a sociedade e muito dinheiro para os pesquisadores/desenvolvedores.

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