Pirataria da TV paga custa R$ 9 bilhões

Hemerson Brandão
2 min de leitura

Estudo estima que haja pelo menos 4 milhões de usuários de plataformas de distribuição clandestina.

Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) estima que o custo total da pirataria de TV paga no Brasil para operadoras, proprietários de conteúdo, setores correlatos e impostos chega a R$ 8,7 bilhões por ano.

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Somente para o setor de TV por assinatura a perda é de R$ 6 bilhões em receitas perdidas. Segundo a ABTA, existem pelo menos 4,2 milhões de brasileiros que acessam plataformas piratas, que não têm o direito de distribuição dos canais ofertados.

No entanto, o número é considerado subestimado, porque se baseia na diferença entre os dados oficiais de assinantes de TV paga da Anatel e o número de domicílios que alegam receber TV por assinatura.

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A associação alerta que o número alto de residências com sinal clandestino de TV provoca perdas de arrecadação, afeta geração de empregos e diminui a remuneração do setor audiovisual.

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O Estado brasileiro perde anualmente R$ 1,2 bilhão em tributos, o mercado R$ 807 milhões em serviços terceirizados e há uma perda em salários e encargos de R$ 164 milhões e a arrecadação do ECAD. A pirataria também deixa de gerar 2 mil empregos diretos.

A pirataria de serviços de TV paga ocorre por meio de conversores não certificados que burlam a proteção das transmissões via satélite, até dispositivos com aplicativos conectados à internet que distribuem os canais mediante, ou não, pagamento.

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