Proteste critica acordo das operadoras com a Simba

Para a entidade, os consumidores continuam no prejuízo, já exibição dos canais sempre foi gratuita e agora faz parte de uma negociação de R$ 130 milhões.

Em nota divulgada nesta terça-feira, 12, a Proteste se posicionou contra os acordos do grupo Simba com três das principais operadoras do país. Após quase seis meses de negociação, NET/Claro, Vivo e SKY voltaram a transmitir o sinal de Record, Rede TV! e SBT nas praças de São Paulo, Distrito Federal e Rio Verde (GO).
Com o fechamento dos acordos, os três canais voltam a estar disponíveis para cerca de 18,69 milhões de consumidores. A Proteste ressalta que o retorno dos canais após mais de cinco meses, mostra um descumprimento claro da legislação brasileira, que permite o acesso gratuito a canais de TV aberta, o que gera um prejuízo aos consumidores
As negociações devem render cerca de R$ 130 milhões por ano para a Simba, uma média de R$ 0,60 por assinante das operadoras, de acordo com números divulgados por alguns veículos de imprensa. 
A associação de defesa dos consumidores ressaltou que os clientes das operadoras citadas na matéria, já foram prejudicados durante grande parte deste ano, já que as empresas não ofereceram canais de reposição e nem descontos na mensalidade cobrada
Completando, a Proteste pede que as operadoras se posicionem em relação ao prejuízo gerado a milhões de clientes em todo o país.

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