sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Operadoras auxiliam campos de refugiados com cobertura, diz ONU

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Refugiados de Sudão do Sul para Uganda, 85% mulheres e crianças, passam a contar com celulares e internet no apoio para empregos, educação e segurança.

A ONU (Organização das Nações Unidas), em sua página do Brasil, publicou, na quarta-feira (18), uma matéria que divulga o acordo feito entre a agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e operadoras de celular em Uganda. A intenção é que pessoas que vivem no maior campo de refugiados do mundo, o Bidibidi, também possam ter conexão para se comunicarem com suas famílias.


O acesso à rede também passa a ser essencial para os sul-sudaneses no acesso à educação, na busca de empregos ou para pedidos de assistência e proteção, como afirma a organização. Segundo a ACNUR, há mais de 1 milhão de refugiados de Sudão do Sul - que atualmente está em guerra - em Uganda. Mais de 85% são mulheres e crianças. 

Muitas histórias dessas famílias envolvem a fuga inevitável de seu país, Sudão do Sul, após mortes, violência e guerras que acontecem há anos na região. Em Bidibidi, a batalha é dura para continuarem suas vidas. E a chegada da internet e de celulares doados pode parecer simples para alguns, mas, para eles, faz toda a diferença.

As operadoras de telefonia móvel do país que fizeram acordos com a ONU foram MTN, Africell e Airtel. No meio do ano, a MTN, uma das principais operadoras de telefonia móvel do país, substituiu uma torre móvel no campo de refugiados por uma torre permanente, que poderia oferecer conexão para mais de 500 mil refugiados e toda a comunidade da região. Já a Africell vende aparelhos por menores preços e fornece chips gratuitos. Algumas ainda se tornaram parceiras de ONGs ajudando financeiramente os refugiados que têm necessidades específicas, sejam idosos, pessoas com deficiência ou mulheres grávidas.

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