Bancos levam a pior contra a Oi

Anderson Guimarães
2 min de leitura

Argumentos contrários ao aditamento do Plano da Oi foram rejeitos pelo juiz Fernando Viana, titular da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.

Imagem: Pixabay

As instituições financeiras bem que tentaram, mas não conseguiram ir contra a Oi (OIBR3 / OIBR4). A tentativa das empresas foi de anular a cláusula 11.8 do plano, que dão aos credores da operadora direito de voto na futura assembleia.

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Até mesmo os antigos detentores de bônus da Oi, que tiveram seus direitos convertidos em participação acionária no grupo, terão direito ao voto.

Nas últimas semanas, credores como Itaú e Banco do Brasil alertaram que a empresa teria listado acionistas como se fossem credores, que são chamados de bondholders, com direito a voto na assembleia.

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Para as empresas, seria uma tentativa de manobra por parte da operadora.

Em sua própria defesa, o grupo Oi explicou que a votação reúne diversas categorias e segue os limites legais estabelecidos.

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Agora, além de rejeitar o argumento apresentado pelas instituições bancárias, o juiz Fernando Viana, titular da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou que a assembleia deve ser realizada de forma presencial no início de setembro.

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Quem vai escolher a data final é o administrador judicial do processo.

Para o juiz, não há segurança no procedimento da realização de uma Assembleia Geral dos Credores online.

Com informações de Valor Econômico

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