A Vivo reuniu mais de trinta mulheres para discutir como a IA pode ampliar o potencial humano e ajudar a construir futuros possíveis. O encontro, batizado de Útopia, foi realizado em parceria com a consultoria de inovação Gravidade Zero e juntou executivas, empreendedoras, pesquisadoras, investidoras, profissionais de tecnologia e criadoras de conteúdo em torno de uma provocação: em vez de apenas prever o futuro, imaginá-lo e começar a construí-lo agora.
A iniciativa, promovida recentemente pela operadora, colocou diferentes perspectivas femininas no centro do debate sobre tecnologia. O formato combinou conteúdo, troca de experiências e atividades práticas para que as participantes testassem aplicações de IA. A motivação é ampliar a diversidade de quem ajuda a definir esse futuro, já que as mulheres ainda são minoria entre os profissionais que desenvolvem e lideram a tecnologia.
Leia mais:
- Dados e Wi-Fi falhando muito? Faça isso antes de levar o celular ao conserto
- Sony terá PlayStation que ‘se conserta sozinho’ em breve
- Starlink no celular promete mais lucro ao agronegócio com menos prejuízos
COMO FOI A PROGRAMAÇÃO DO ÚTOPIA
Mais do que apresentar novas ferramentas, o encontro foi pensado como uma experiência imersiva de descoberta e experimentação. A ideia era que as participantes explorassem diferentes usos da inteligência artificial, conhecessem aplicações e refletissem sobre como a tecnologia pode potencializar suas atuações, simplificar tarefas e devolver tempo para aquilo que realmente importa. Veja como o dia foi estruturado:
- Provocações pela manhã: conteúdos partindo da ideia de que imaginar futuros melhores e possíveis ajuda a transformar as escolhas feitas hoje.
- Experimentação à tarde: formato mais prático, com estações dedicadas a diferentes possibilidades de uso da IA para testar as ferramentas.
- Aplicação no dia a dia: as participantes saíram com recursos e possibilidades para levar à própria vida e às suas áreas de atuação.
A curadoria da programação ficou a cargo da Gravidade Zero, consultoria de inovação que trabalha com organizações na construção de novos caminhos diante de cenários complexos de transformação. Para a empresa, o conceito de utopia funciona como uma provocação para imaginar aquilo que ainda não existe e, a partir dessa visão, começar a criar possibilidades no presente, ideia que guiou toda a experiência proposta às convidadas.

POR QUE REUNIR LIDERANÇAS FEMININAS
A escolha por reunir mulheres de diferentes gerações, trajetórias e áreas de atuação parte da compreensão de que imaginar o futuro também significa ampliar quem participa das conversas que ajudam a defini-lo. As convidadas levaram experiências distintas para uma discussão que vai além da adoção de ferramentas e alcança a forma como pessoas e organizações desejam viver, trabalhar e criar nos próximos anos.
Para a operadora, a iniciativa reforça seu papel como marca que provoca reflexões sobre o presente e o futuro. “A Vivo é uma marca vocal, que sempre foi sinônimo de conexão entre as pessoas, com o compromisso de provocá-las a refletir sobre temas contemporâneos”, afirma Marina Daineze, VP de Comunicação e Sustentabilidade da Vivo, ao comentar a proposta do encontro com lideranças femininas.
Quer acompanhar tudo em primeira mão sobre o mundo das telecomunicações? Siga o Minha Operadora no Canal no WhatsApp, Instagram, Facebook, X e YouTube e não perca nenhuma atualização, alerta, promoção ou polêmica do setor!
MULHERES AINDA SÃO MINORIA NA IA
A preocupação com a diversidade tem base em números. Dois levantamentos citados pela operadora mostram que a participação feminina na inteligência artificial cresce, mas ainda está longe da paridade, sobretudo nos cargos de liderança. Mesmo com o avanço, os homens seguem como maioria, o que reforça a importância de ampliar a diversidade nos debates sobre tecnologia. Confira os principais indicadores:
| Indicador | Participação feminina | Fonte |
|---|---|---|
| Talento global em IA (cerca de 1,6 milhão de profissionais analisados) | 22% | Interface |
| Cargos de executivo sênior em IA | Menos de 14% | Interface |
| Perfis com competências de AI Engineering em 2018 | 23,5% | WEF, Gender Parity in the Intelligent Age 2025 |
| Perfis com competências de AI Engineering em 2025 | 29,4% | WEF, Gender Parity in the Intelligent Age 2025 |
DIGITALIZAR PARA APROXIMAR
Com o Útopia, a Vivo busca abordar os novos papéis da conectividade com um olhar humano que vai além da tecnologia, em linha com seu propósito de Digitalizar para Aproximar. A operadora afirma assumir o desafio de se tornar a melhor via de acesso dos cidadãos às tecnologias digitais, ao mesmo tempo em que convida as pessoas a refletir sobre como a tecnologia deve fazer parte da vida de todos para que alcancem o que realmente importa.












